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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

iPad Air: maior e ainda melhor

Com um design mais bonito do que as versões anteriores, novo tablet da Apple se destaca pela rapidez, mas esbarra em opções melhores e mais baratas do mercado


Reprodução / Gizmodo

É difícil acreditar que só se passaram três anos desde que o iPad original foi lançado, uma vez que os tablets se tornaram parte do nosso cotidiano. Já existiam tablets antes, mas eles não eram iguais aos que conhecemos hoje. O iPad modificou a ideia de computador pessoal para sempre, mas os modelos mais recentes tinham mudado pouco. Pelo menos até agora.

O que é

O iPad foi o tablet dominante desde que foi criado. Sim, há os concorrentes. Surfaces, Fires, Tabs e o Nexii vieram e foram embora, mas nenhum deles foi capaz de tirar o trono do iPad como principal tablet de 10 polegadas. O que explica, em parte, porque o iPad passou por quatro gerações sem mudar muito. Ele não tinha nada de errado, então a Apple seguiu a filosofia de “não mexer em time que está vencendo”.

Reprodução / Gizmodo

A concorrência verdadeira do iPad, ao que parece, veio de um grupo de tablets menores – incluindo o próprio mini da Apple. Todos os membros do grupo das sete polegadas são menores, mais leves e mais baratos que um iPad. E são as questões da portabilidade e do design que estão sendo respondidas pelo iPad Air. Com o Air, a Apple começa a brigar com o Fire HD, o Nexus 7 e até mesmo com o design absurdamente limpo e fino do iPad Mini.

Design

Até agora, o maior triunfo do iPad era sua funcionalidade. Trata-se de um tablet de 10 polegadas com um excelente ecossistema e uma tela brilhante que simplesmente funciona. Mas o design dos iPads nunca tinha sido particularmente bonito, com as monstruosas bordas em volta da tela monstruosas e a traseira curvada e feiosa. Era um design que a cada dia parecia mais datado e permaneceu intocado, com a Apple se ocupando mais do software do que de tornar o exterior mais bonito.
O iPad Air funciona como um belo corretivo para esses três anos de estagnação. Com suas elegantes e finas bordas laterais e o chanfrado prateado que nós aprendemos a amar com o iPhone, o Air é sem dúvida o tablet mais bonito que a Apple já fez até hoje. Como um iPad Mini, mas maior, e com uma tela para a qual vale a pena olhar.

Reprodução / Gizmodo


Os ângulos mais marcados, mas ainda arredondados, do iPad Air parecem mais deliberados. Pela primeira vez, o corpo do iPad parece ter um senso de propósito como se o design tivesse sido feito para ser bonito por direito próprio, em vez de ser somente um esqueleto para segurar as peças necessárias para que a tela funcione. O iPad Air é um tablet grande que é tão bonito desligado quanto ligado, algo que até agora só o Surface tinha feito do jeito certo.

Reprodução / Gizmodo

E como o nome sugere, o iPad Air é leve. Muito, muito leve. Quase magicamente leve. Com menos de meio quilo, ele é muito mais leve que os iPads anteriores, o Surface 2 e o Nexus 10. É uma diferença relativamente pequena, mas ao segurá-lo isso é perfeitamente perceptível. Considere o seguinte: o iPad Air tem um peso mais próximo ao do iPad Mini que aos dos iPads da quarta geração.

Reprodução / Gizmodo

O iPAd Air também é incrivelmente pequeno, ao menos para algo tão grande. Ele é fino. Imperceptivelmente mais fino que o iPhone 5S. E com as enormes bordas da tela dos iPads antigos minimizadas assim como no iPad Mini, ele consegue ser grande e pequeno ao mesmo tempo. Isso por si só faz com que seja prazeroso segurar o iPad, usá-lo, admirá-lo. É uma contradição deliciosa que é discreta o suficiente para ficar em segundo plano, até que você comece a percebê-la.

Usando

Mas o iPad Air é mais do que um rostinho bonito. Embora seu design esbelto seja um feito em si mesmo, ele também serve para que o uso do iPad seja melhor em quase todos os cenários possíveis.
Você pega o iPad Air e pensa “É isso?”. Não é a primeira vez que a Apple faz esse truque, mas ele nunca foi tão impressionante, especialmente num dispositivo desse tamanho. Claro que não é só um truque, embora seja um bom truque: também é útil.

Reprodução / Gizmodo

Segurar o iPad Air por longos períodos de tempo em uma só mão se tornou mais prático do que nunca. Se você segurar o iPad horizontalmente, ainda vai sentir alguma dificuldade para mantê-lo equilibrado, como os modelos antigos, mas se você o segura em modo retrato (de pé, como se fosse uma revista), vai poder andar para lá e para cá ele e seu pulso será capaz de aguentar.
Eu me vi caminhando pela cozinha, checando o jantar e voltando ao sofá, tudo isso sem precisar largar a antologia de Lovecraft que eu estava lendo através do aplicativo do Kindle. Isso é algo que eu faço o tempo inteiro com o Nexus 7, mas na tela do novo iPad é uma nova extravagância e tão natural que você nem percebe que faz isso até depois do fazê-lo. E de repente você só vai perceber quando estiver andando com ele ao ar livre. Porque é possível ler na tela do iPad Air até mesmo debaixo de uma fraca luz do sol se o brilho dela estiver maximizado, mas não é aconselhável. Pode ser difícil se concentrar quando você olha na tela e também consegue ver o reflexo do seu cabelo.
Segurar pelas bordas agora mais estreitas é mais fácil do que parece; como acontecia com o iPad Mini antes, o iPad Air (com o iOS7) é muito bom em mostrar se seu polegar está tentando clicar em algo ou não. Pegando pela beirada, você pode acabar deslizando os polegares da borda para a tela, para segurar o iPad com mais firmeza, e acabará clicando na tela do Twitter ou num episódio de uma série, mas nada disso irá interromper o que está acontecendo na tela. Isso pode parecer um pouco estranho, é como se fosse um erro a seu favor.
O que não parece estranho – finalmente! – é digitar com os dois polegares no modo horizontal. Com o tamanho reduzido das laterais do Air, isso não é apenas possível, mas também confortável. Isso vale muito quando você está tentando mexer no Facebook.

Reprodução / Gizmodo

Tudo já seria suficientemente impressionante se o iPAd Air simplesmente se igualasse em desempenho com seus antecessores, mas não. Com o A7, o iPad Air é absurdamente rápido, mesmo com uma tela gigante cheia de pixels para levar nas costas. Os apps carregam num piscar de olhos. Passear entre as telas é um prazer. Fazer várias coisas ao mesmo tempo, trocando do Twitter para o Gmail e depois para o Netflix pode apresentar um pequeno delay sem os zooms nos ícones do iOS7 para disfarçar o carregamento, mas uma vez que seus apps estão carregados na memória, eles trocam muito rapidamente. E mesmo jogos pesados como Dead Trigger vão rodar com o tipo de perfomance que faz com que você esqueça que existe uma coisa chamada perfomance para se preocupar.
Levando todas essas coisas em consideração, você provavelmente nem precisa do poder de processamento que  o chip A7 oferece, mas o desempenho rápido do iPad Air é um pequena extravagância, mesmo que seja o tipo de coisa da qual você não sentiria falta se ela não estivesse ali.
E de alguma forma, em meio a toda essa coisa de ficar mais fino e mais rápido, o tempo de bateria do iPad conseguiu se manter forte. Há uma capacidade de mais de dez horas de reprodução de vídeo. Isso é impressionante por si só, mas em termos mas práticos, é fácil usar o iPad Air – com frequência, como um heavy user – por vários dias sem ter que colocá-lo para carregar. Eu usei o iPad Air para todo o meu uso de internet para distração e para assistir vídeos no Youtube por todo um fim de semana e acabei com 45% de bateria sobrando.
Além da leveza e de ser fino, o iPad Air oferece alto-falantes estéreo, pela primeira vez para um tablet grande. Infelizmente, eles ficam próximos demais um do outro, separados apenas pela entrada para o cabo do carregador.
Eles oferecem um som um pouco melhor do que o dos iPads anteriores, mas não muito. Eles não são molambentos, mas não têm comparação com o som do Kindle Fire HDX, por exemplo. Também é um pouco desagradável o fato de que eles ficam do mesmo lado quando você está assistindo algo no modo paisagem e mais incômodo ainda o fato de que é praticamente impossível não cobri-los com as mãos.
Com todas as mudanças no iPad Air, há algumas pendências. A tela é muito boa, mas você já sabia disso. Ela tem o mesmo display 2048×1526 com 264 PPI que tem estado em todos os iPads nos últimos dois anos. Não dá pra dizer que a tela já ficou velha – ela ainda é bonita e mais do que suficiente para o aparelho –, mas já não é a líder que costumava ser antes. Há outras opções, como o Kindle Fire HDX 8.9 que está para chegar e elas estão começando a bater a tela do iPad, mas ele ainda tem a vantagem de ser um aparelho esteticamente melhor com um ecossistema que é imbatível.
Por falar em ecossistema, o iOS7 é… bem, é o iOS7. Mesmo que ele tenha uma tendência de ser meio lento em aparelhos mais antigos, isso não acontece aqui. Assim que você se acostuma com os novos ícones e com as animações de carregamento do app com o painel de controle e todos os novos truques que o iOS7 traz, você vai perceber que usar o iPad Air é 100% igual a usar qualquer outro iPad que veio antes. Sim, você tem novas flexibilidades para segurar a coisa, mas todas as melhorias no tamanho, espessura e velocidade não trazem mudanças realmente relevantes no uso do iPad ou de qualquer outro tablet de 10 polegadas. Assistir a filmes, ler livros e navegar na internet numa tela grande ainda é a mesma coisa. Pode não impressionar mais, mas continua confortável.

Gostei

O iPAd finalmente é bonito como nunca foi antes. A tela dele ainda é agradável de se olhar. O iPad Air é mais leve, mais rápido e menor – muito mais leve, rápido e menor que qualquer iPad que veio antes, mas miraculosamente isso não comprometeu o aparelho. Ele só é melhor, de qualquer maneira que importa e de muitas que realmente não importam.

Reprodução / Gizmodo

O iPad Air é de longe o melhor iPad para se segurar e o melhor para usar também.

Não gostei

A fineza absurda do iPad Air não vem sem seus inconvenientes. Ele não é exatamente frágil ou delicado, mas desperta a sensação de que você tem que ser mais cuidadoso com ele do que era com os anteriores. Eu nunca me senti desconfortável jogando um iPad na mochila, mas fiquei preocupado com o que poderia esbarrar nele. Eu me preocupo até com tropeçar.
Claro que parte disso é coisa da minha cabeça, mas esses medos não são completamente sem fundamento. O Air dá pequenos sinais de sua fragilidade em comparação com os outros. Ao contrário dos antecessores mais pesados, o iPad Air vai vibrar descontroladamente com o poder de seus próprios autofalantes. E tocar na tela do iPad é diferente de tocar na tela de qualquer outro tablet. Também há uma espécie de vazio nele. Do ponto de vista da engenharia, é incrível que essa coisa tenha conseguido segurar todo o hardware. Mas de uma perspectiva prática, há um mal-estar com o qual você tem que se acostumar. Quando você digita, você sente nos dedos a vibração dos outros dedos tocando a tela. É uma sensação única e enervante.
Eu deveria comprá-lo?
Se você quer um tablet de 10 polegadas e você gosta do iOS, então sim. Esse é o melhor tablet de 10 polegadas que a Apple já faz e o melhor tablet de 10 polegadas que há no mercado no momento. Com um preço inicial de R$ 1.749 você está pagando por algo premium, mas vale cada centavo.
A única questão é a mais importante: se você realmente quer um tablet de 10 polegadas. O iPad Mini com “tela retina” (ou seja, uma tela ajustada para que seu olho não perceba pixelização até certa distância) é mais barato e tem especificações parecidas. Sim, é uma tela menor, mas é preferível por vários motivos. Isso para não falar no mundo de tablets Android fantásticos como o Nexus 7 e o Kindle Fire HDX se Android (ou uma imitação de Android) não for um problema para você.
Da mesma forma, se você já tem um iPad 3 ou um iPad 4, você não precisa ter pressa para adquirir o mais novo. O corpo fino do iPad Air é muito bonito e o que ele faz é maravilhoso, mas não é melhoria o suficiente para que a troca valha a pena para a maioria das pessoas.
O iPad Air é uma maravilha da tecnologia. É mais fino, mais leve e melhor do que qualquer tablet do seu tamanho. Mas mais importante, ele mostra que o iPad é capaz de melhorar por dentro e por fora. Só que ele chegou numa época em que existem muitas outras opções, tanto da Apple quanto de outras marcas – muitas delas mais baratas e menores.

Especificações

- Sistema operacional: iOS 7
- CPU: A7 processor
- Tela: 9.7 polegadas, 2048 x 1526, 264 PPI

- Memória RAM: 1GB
- Capacidade de armazenamento: 16 GB

- Câmera: 1.2 MP 720p HD front, 5.0 MP rear

- Bateria: 8,827 mAh

- Preço: R$1749 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

iPad Mini com tela Retina: um colírio para os olhos

original

O iPad mini lançado no ano passado era quase perfeito em todos os sentidos, exceto onde você realmente precisava que ele fosse. Sua tela era decepcionante em comparação à Retina do seu irmão maior iPad, e até mesmo em relação a outros tablets pequenos concorrentes. Este ano? As coisas estão bem diferentes.

O que é

É tentador – e não totalmente incorreto – colocar o iPad Mini na mesma categoria de outros tablets pequenos do mundo, como os Kindle Fires e o Nexus 7. Você não deveria fazer isso. São máquinas diferentes com potencia diferente.
O iPad Mini deve ser comparado com ele mesmo. Ou melhor, com o modelo do ano passado, uma excelente peça de hardware comprometida por uma tela fraca. Era um carro de luxo com um volante feito de gelatina, um Rolex com balas no lugar de engrenagens.
Então o novo iPad Mini é, acima de tudo, uma correção. Com a adição da tela Retina e entranhas poderosas, ele elimina todos os quase do modelo do ano passado. Este é um tablet que você vai querer comprar.

Por que ele importa?

Deixe de lado por um momento a corrida armamentista envolvendo tablets do Google, Apple e Amazon para conquistar corações e mentes. É verdade que há muito espaço para cada uma dessas empresas; o futuro da computação pertence aos tablets e, mais especificamente, às plataformas ligadas a eles. Mas isso é problema deles.
O iPad Mini Retina importa porque o modelo do ano passado representou a primeira vez em muito tempo em que a Apple simplesmente não era competitiva em uma categoria que ela – e você – se importa muito. Se você comprou um, pagou muito por algo que não era tão bom em diversos pontos, e você poderia pagar menos por algo ainda melhor. Este não é o caso do novo iPad Mini.

Design

O novo iPad Mini parece idêntico ao do ano passado. E é verdade. Ele não foi modificado por fora, exceto por estar um pouco mais pesado e grosso para acomodar a tela Retina e as entranhas necessárias para a sua potência. Você não vai nem perceber, e, se perceber, não vai se importar.
Se você não conhece o Mini do ano passado – ou o novo iPad Air, que é um iPad Mini depois de pegar um cogumelo do Super Mario – o resumo que você precisa saber é que ele ainda é um tablet extremamente atraente.
O iPad Mini Retina agora é uma grande placa com moldura fina e adoravelmente chanfrada. Você poderia facilmente confundi-lo com um carregador por indução, ou servir chá em cima dele. É um monólito de 2001: Uma Odisseia no Espaço no tamanho ideal para formigas.
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Além do que você consegue perceber ao olhar para uma imagem, o iPad Mini também é bem firme e balanceado. A finura da moldura ainda é um pouco arrepiante, a traseira anodizada é aderente o suficiente para você andar por aí segurando ele com uma mão sem se preocupar em deixá-lo cair no chão.
Um problema que persiste no design é o posicionamento dos speakers. Eles ainda estão embaixo do dispositivo, próximos ao conector lightning, e o som baixo emitido por eles é coberto quando você coloca a sua mão por lá para segurá-lo no modo paisagem. Se você quiser assistir filmes ou jogar alguma coisa, o jeito é usar fones de ouvido, ou então procurar uma posição estranha para segurá-lo sem prejudicar a saída de som.
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A única outra mudança estética em relação ao modelo do ano passado é que o iPad Mini agora vem nas cores prateado e cinza espacial em vez de preto. Eu prefiro cinza espacial – é bem divertido falar esse nome.

Usando

O primeiro dia que tive que usar óculos foi traumático por razões sociais, mas revelador já que finalmente eu conseguia ver folhas individualmente em árvores no quarteirão onde morava. É mais ou menos essa a mudança da tela do iPad Mini do ano passado para esse novo modelo.
Os textos que eram borrados no modelo passado agora são nítidos e claros (apesar de ainda serem pequenos por padrão). Vídeos que eram borrados e suaves se tornaram imersivos. Quadrinhos, anteriormente praticamente ilegíveis, ainda sofrem um pouco, mas é possível aproveitá-los agora.

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É uma tela maravilhosa. É também a tela que o iPad Mini deveria ter desde o primeiro modelo, e uma que é tão boa – e maior – do que a encontrada no Kindle Fire HDX e no Nexus 7 2013. Ao mesmo tempo que foi uma ótima adição, não devemos esquecer que a Apple deveria ter colocado isso no iPad Mini antes.
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Um problema do novo iPad Mini é o uso externo. Assim como a tela do modelo antigo, a nova é bastante refletiva. Mesmo sentado debaixo de sombra, com o brilho no máximo, eu via mais do meu próprio rosto do que o artigo que tinha guardado no Instapaper. Não é um problema grave, mas considerando que o iPad Mini é bastante portátil, é triste ter tanta dificuldade para olhar para a tela dele sentado em um banco no parque.
Os muitos pixels a mais exigem também muito mais potência, e o chip A7 do novo iPad Mini dá conta do recado. Mas ele não vai muito além disso – ele não é perceptivelmente mais rápido do que o modelo anterior, apesar das entranhas atualizadas (o M7 de movimento está lá também, mas você não vai perceber a sua presença a não ser que use o Mini para jogos). E por mais que ele seja perfeitamente adequado para o uso diário, quem usa muito a multitarefa vai perceber alguns engasgos. Consegui jogar Dead Trigger 2 bem, mas percebi algumas travadas leves em algumas partes.
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A boa notícia é que o iPad Mini tem um tamanho bem mais natural para jogos; seus dedos não precisam se esticar para alcançar a tela como no iPad Air. Os gráficos, portabilidade e facilidade para usar para jogos faz com que ele pareça mais um videogame portátil do que um tablet.
E agora parece um bom momento para falar da seleção de apps. Se estamos falando estritamente em tablets – e, neste caso, obviamente estamos – a Apple é a que tem mais apps e conteúdo. Você pode até tentar contestar isso, mas estará errado. A seleção de apps de tablet do Android ainda não é muito forte, e muitas das opções são apenas apps de smartphones esticados. Comprar na App Store é como visitar um shopping com milhares de opções de lojas. Comprar na Google Play Store é como andar em uma feira de rua 20 minutos antes do fim dela.
Deixei a câmera para o fim, já que é uma coisa que você não vai dar muita atenção neste dispositivo. Ela é boa? É. Não como no iPhone 5S – abaixo, crops lado a lado das duas câmeras – e certamente muito mais estranha de se usar, mas ela consegue tirar fotos que vão ficar boas quando enviadas para a web.

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Gostei

O iPad Mini do ano passado era quase perfeito, exceto por um ponto – a tela. O modelo novo não apenas corrigiu essa falha como também acompanha o iOS 7, um sistema operacional que, apesar de qualquer coisa que você possa pensar dele, é maravilhoso em telas retina.

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E as pequenas coisas que faziam o iPad Mini tão bom no ano passado foram mantidas. O aspecto 4:3 – o mesmo de uma folha de papel – faz ele ser ideal para leitura e navegação casual na web; o Kindle Fire HDX e o Nexus 7 não se saem tão bem nesse ponto. A bateria é ainda melhor do que o prometido pela Apple, aguentando mais de 11 horas de uso contínuo e pesado.
Estranhamento, gostei muito de não ter o TouchID aqui. Provavelmente aumentaria o preço de um dispositivo que não precisa disso.
Acima de tudo, eis aqui uma segunda tela perfeita.

Não gostei

O iPad Mini ficou mais caro do que seu antecessor. No Brasil, o aumento ficou entre R$ 150 e R$ 200, dependendo de especificações e conectividade. É mais do que eu me sinto confortável pagando por um aparelho desses. Nos Estados Unidos, ele custa US$ 70 a mais do que o modelo anterior, e quase o dobro do que o Kindle Fire HDX e o Nexus 7 custam – lá fora eles saem por US$ 230, enquanto o iPad Mini custa a partir de US$ 400. E esses US$ 170 de diferença podem ser usados para muitas outras coisas.
Além da questão de custo, minhas outras reclamações são pequenas ou apenas preferência pessoal. Os speakers não são excelentes e estão mal posicionados. Ele engasga para carregar algumas coisas mais pesadas, mas não o suficiente para incomodar. A tela reflete demais para ser usada em um ambiente aberto. O aspecto 4:3 é ótimo para leitura, mas as faixas pretas incomodam na hora de assistir vídeos.
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E é isso. Alguns problemas que não atrapalham e não prejudicam tanto o desempenho geral do aparelho.

Devo comprá-lo?

Os únicos motivos para não comprar um iPad Mini – considerando que você gostaria de comprar um tablet – são questões de preferência pessoal e custo. Você pode gasta R$ 1.749 (vamos ser francos, 16GB não é o bastante, e o modelo de 32GB é um pouco mais caro) em uma segunda tela? Você prefere tablets menores aos modelos maiores devido à portabilidade? Você já mergulhou no ecossistema do iOS? Se você respondeu sim para tudo isso, vá em frente.
Não acho que seja o meu caso. Uso meu iPad para assistir filmes quando viajo, ler revistas e checar emails quando estou com preguiça de me levantar e caminhar até o computador. Gosto de ter mais espaço, uma tela maior para brincar. E se eu quisesse uma opção menor, iria de Kindle HDX, já que também gosto bastante do ecossistema da Amazon.
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O mais importante deste novo iPad Mini é que ele enfim se tornou uma opção verdadeiramente viável. Quer um iPad menor? É este aqui. Quer um maior? Vá de iPad Air. Não quer um produto da Apple? Você pode ir de Nexus 7 ou Kindle Fire HDX. Windows? Surface. O fato é que agora temos tablets para todos os gostos. O iPad Mini era a peça final deste quebra-cabeça – e ele fecha com bastante competência.

Especificações técnicas

  • Sistema operacional: iOS 7
  • CPU: Processador A7
  • Tela: 7.9 polegadas 2048 x 1536 IPS
  • RAM: 1GB
  • Armazenamento: 16 GB, 32GB, 64GB, 128GB (não disponível no Brasil)
  • Câmera: 5MP, 1080p traseira; 720p, 1.2MP frontal
  • Bateria: 6471 mAh
  • Preço: A partir de R$ 1.499




sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Novos iPads

Os novos iPads da Apple podem ser assim

Fotos mostram que o tablet ficou menor e mais semelhante com a versão Mini

Sonny Dickson

Já vimos alguns vazamentos de peças que supostamente aparecerão no novo iPad da Apple. Mas agora o conhecido vazador de informações da Apple Sonny Dickson juntou esses componentes para nos dar uma ideia de como pode ser a próxima geração de iPads.
As imagens lembram bastante um vídeo que vazou na semana passada. Assim, a estrutura do tablet é mais estreita do que em modelos anteriores, graças a uma moldura mais fina como a encontrada no iPad mini. As imagens também mostram os dispositivos sem a parte de plástico encontrada em alguns iPads e que abrigam a antena de rádio do dispositivo.
Já as imagens do que deve ser o novo iPad mini mostram um aparelho praticamente idêntico ao que está sendo vendido atualmente. E, aparentemente, a Apple colocou o modelo maior do iPad em uma dieta, já que ele parece mais leve.
Não esperamos ver os novos iPads no evento marcado pela Apple para amanhã – mas nunca sabemos o que esperar. Mesmo que não sejam anunciados amanhã, não deve demorar muito para a Apple apresentar os novos iPads.

Sonny Dickson


sábado, 7 de setembro de 2013

Phablets estão em alta

Phablets estão em alta. Seria a hora da Apple olhar para esse mercado?


Phablets


Um novo relatório da IDC apontou que dispositivos com telas entre 5 e 7 polegadas, mais conhecidos como phablets, ultrapassaram as vendas de computadores portáteis e tablets na região da Ásia-Pacífico no segundo trimestre de 2013. Isso nos faz pensar... Será que está na hora da Apple investir nesse tipo de gadget?
A notícia indica que o mercado de dispositivos móveis criou uma nova categoria intermediária entre smartphones e tablets, explorada pela primeira vez em 2010 pela Dell e seu smartphone de 5 polegadas, o Dell Streak, e posteriormente aproveitado pela Samsung e seu Galaxy Note.
No segundo trimestre deste ano, os fabricantes despacharam 25,2 milhões de phablets para a região da Ásia-Pacífico (exceto Japão), em comparação com 12,6 milhões de tablets e 12,7 milhões de computadores portáteis no mesmo período. Os phablets praticamente representaram a soma das duas outras categorias.
Como se esse número não fosse convincente o suficiente, os embarques de phablets aumentaram 100% no trimestre, e 620% na comparação anual, conforme informações do CNET. A Samsung é quem detém a maior fatia desse mercado, com 50% do domínio da venda de phablets na região Ásia-Pacífico.
Recentemente, a Samsung anunciou o lançamento de seu Galaxy Mega, um dispositivo com tela de 6,3 polegadas, e deve anunciar o Galaxy Note 3 durante a IFA 2013, que acontece nos próximos dias em Berlim. Todos esse números mostram que uma categoria que há algum tempo parecia uma ideia maluca (telefones gigantes ou tablets com dimensões reduzidas) agora parece ser uma evolução natural do smartphone ou do tablet. 
E onde a Apple entra nessa história? Se pensarmos que a empresa oferece o iPhone 5 com uma tela de 4 polegadas e o iPad Mini com 7,9 polegadas, conseguimos enxergar uma lacuna em sua linha de dispositivos se levarmos em conta os padrões dos dispositivos atuais. Enquanto a empresa não manifesta interesse nesse mercado, esperamos algumas atualizações ainda este ano para o iPad Mini e talvez um iPhone 6 com uma tela maior para o próximo ano.

sábado, 3 de agosto de 2013

iPad Mini no Brasil

Os preços do iPad Mini no Brasil


Preço inicial do tablet em lojas de varejo online é R$ 1.169,10.

Divulgação

Oito meses depois de ser lançado nos EUA, o iPad Mini chega ao Brasil. Disponível nas operadoras e no varejo online, o pequeno tablet da Apple pesará um pouco no bolso: ele custa a partir de R$ 1.299.
Estes são os preços oficiais do iPad Mini para os modelos Wi-Fi e 3G, nas cores branca e preta. Vale lembrar que o iPad Mini não tem suporte ao 4G brasileiro.
  • iPad Mini 16GB + Wi-Fi: R$ 1.299
  • iPad Mini 32GB + Wi-Fi: R$ 1.549
  • iPad Mini 64GB + Wi-Fi: R$ 1.799
  • iPad Mini 16GB + Wi-Fi e 3G: R$ 1.649
  • iPad Mini 32GB + Wi-Fi e 3G: R$ 1.899
  • iPad Mini 64GB + Wi-Fi e 3G: R$ 2.149
O iPad Mini está disponível em lojas do varejo online – como Americanas, Submarino, Ponto Frio, Extra, Fnac e Fast Shop - e várias delas oferecem desconto no pagamento à vista. Nesse caso, o preço inicial do tablet é de R$ 1.169,10.
As operadoras também terão o iPad Mini. Este é o preço do modelo 3G de 16GB:
  • Claro: R$ 1.799 já com plano mensal de 1 GB, parcelado em doze vezes de R$ 149,90; não será vendido de forma avulsa (sem plano de dados) pela operadora.
  • TIM: R$ 1.560 para quem contratar o plano de dados Liberty Web Tablet (800 MB por R$49,90 mensais); R$ 1.649 no pré-pago, mesmo preço do varejo.
Vivo e Oi ainda não divulgaram os detalhes. E por enquanto, a Apple Store não oferece o iPad Mini; atualizaremos o post quando ele aparecer por lá.
Por que o iPad Mini demorou tanto para chegar ao Brasil? Provavelmente por ser montado localmente. Acredita-se que a Apple só venderá unidades do iPad Mini fabricadas no país – caso importasse, ele não seria competitivo, dados os altos impostos. A versão nacional só recebeu autorização da Anatel no início de abril.
Vale a pena?
Em reviews, o iPad Mini se destaca pelo design, grande seleção de apps e alta duração de bateria. A tela, no entanto, é alvo de críticas: além de não ser Retina, sua densidade de pixels é menor que a da concorrência. (Teremos nosso review em breve.)
E há a principal questão: o preço. Nós torcíamos que ele, por ter as mesmas especificações do iPad 2 (de dois anos atrás!), custasse menos que isso. Os concorrentes do Mini custam abaixo de R$999, como o Samsung Galaxy Tab 2 7.0 e o Asus FonePad. (O Nexus 7 já esgotou no Brasil.)
Nos EUA, o iPad Mini custa a partir de US$ 329 (cerca de R$ 730). Vale notar que, se você comprar os modelos que custam abaixo de US$ 500, não é preciso pagar imposto na alfândega. Pela disparidade no preço, se você tiver a opção de comprar o iPad Mini no exterior, esta é obviamente a melhor opção.
Isso, é claro, se você não se preocupar em comprar um modelo que logo será da geração passada. A Apple já deve trabalhar na próxima versão do seu pequeno tablet, que poderia chegar – talvez com tela Retina! – em outubro.

sábado, 27 de julho de 2013

Dominam o Mercado

Samsung e Apple continuam a dominar mercado de smartphones, mas outras fabricantes ganham espaço

LG e Lenovo venderam mais que o dobro de aparelhos em relação ao ano passado.

Montagem

Há algum tempo, o cenário dos smartphones continua quase o mesmo: Samsung na frente, vendendo o dobro de smartphones que a Apple, e o restante da concorrência bem atrás. Nos últimos trimestres, isso vem basicamente se repetindo.
Mas no último trimestre, algo começou a mudar: as concorrentes cresceram muito, retirando market share da Samsung e Apple. Concorrência!
Segundo a IDC, enquanto LG e Lenovo venderam mais que o dobro de smartphones em relação ao ano passado, a ZTE teve aumento de quase 60%. As empresas que não aparecem no top 5, somadas, tiveram um incremento de 60% nas vendas. Com isso, a participação de mercado delas ainda é pequena – mas aumentou.
Enquanto isso, a participação de mercado da Samsung caiu para 30,4%, mesmo com o lançamento do Galaxy S4; e a empresa avisou que as vendas de smartphones devem se expandir menos no trimestre que vem. A Apple, por sua vez, caiu para 13,1%: é o nível mais baixo dos últimos três anos, mesmo após vender uma quantidade recorde de iPhones (se comparado ao mesmo trimestre dos anos anteriores).
IDC
Samsung e Apple não estão exatamente em apuros: juntas, elas continuam dominando quase metade do mercado global de smartphones. Mas à medida que os telefones inteligentes ficam mais maduros, o espaço para crescer se reduz. Felizmente, mesmo assim estamos vendo a concorrência ganhar espaço.
Isto não significa que todas as empresas estão bem, é claro: o lucro da HTC vem minguando, a Motorola continua a dar prejuízo, e a BlackBerry está em uma situação preocupante. Mas outras empresas – incluindo a Nokia – estão conseguindo abrir espaço nessa área fortemente dominada por Samsung e Apple. Mais concorrência sempre é bom, certo?

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Novidades apresentadas pela Apple

WWDC 2013: veja as novidades apresentadas pela Apple

WWDC 2013: veja as novidades apresentadas pela Apple - 1 (© iOS 7)

Uma revolução no iOS 7, a esperada atualização no Mac OS X, novos modelos de MacBook Air e finalmente um tapa (e que tapa!) no Mac Pro. Os principais anúncios da Apple no WWDC (Apple Worldwide Developers Conference), seu evento para desenvolvedores que teve início em 10 de junho e que acontece até dia 14 de junho em São Francisco, nos Estados Unidos. Nas próximas páginas, veja em mais detalhes quais foram as grandes novidades que a empresa mostrou, incluindo um novo serviço de streaming de música.

WWDC 2013: veja as novidades apresentadas pela Apple - 1 (© iOS 7)

Rumores falavam de um design plano, mas Jony Ive surpreendeu com algo muito mais complexo do que uma minimalização de design em preto-e-branco.

WWDC 2013: veja as novidades apresentadas pela Apple - 1 (© iOS 7)

A tela do smartphone se adapta melhor ao ambiente, inclusive adquirindo profundidade conforme dados do acelerômetro. Além de mudar de acordo com a luminosidade, ícones e plano de fundo se ajustam para melhorar sua legibilidade. 

WWDC 2013: veja as novidades apresentadas pela Apple - 1 (© iOS 7)

Os aplicativos próprios foram redesenhados. Além da nova fonte, Helvetica Neue Ultra Light, que substituirá a Helvetica original, os ícones ficaram mais simples e coloridos. 


iPad Mini

iPad Mini chega ao Brasil em 25 de junho

Segundo rumores, modelo mais simples do tablet custará entre R$ 1.000 e R$ 1.100.

Divulgação

Lançado em outubro do ano passado, o iPad Mini enfim ganha data para chegar ao Brasil, pelo menos de acordo com a Fnac: a loja diz em seu site que o pequeno tablet da Apple estará “disponível em 25 de junho”.
Já em novembro, o iPad Mini foi homologado pela Anatel e recebeu autorização para ser fabricado no Brasil com o benefício fiscal da Lei de Informática. Então por que a demora? 
Segundo rumores, a Apple só venderá unidades do iPad Mini fabricadas no Brasil – caso importasse, ele não seria competitivo, dados os altos impostos. No entanto, ele precisa de autorização da Anatel para ser comercializado por aqui – o que só aconteceu no início de abril. (Até então, só as versões importadas tinham homologação.)
Ou seja, o motivo do atraso provavelmente é a produção nacional. Ela garante redução de impostos, o que pode ajudar a baixar o preço. No entanto, ele não deve ser exatamente barato: segundo rumores, ele custará entre R$ 1.000 e R$ 1.100 no seu modelo básico, com 16GB e Wi-Fi. 
O iPad Mini foi elogiado em reviews, principalmente pelo grande catálogo de apps feitos para tablet, além do design superior e alta duração de bateria. As críticas se concentraram na tela: além de não ser Retina, sua densidade de pixels é menor que a da concorrência. O preço maior também é algo a se levar em conta. 
Isso também vale no Brasil: o iPad 2 custa R$1.349 (menos, à vista), e espera-se que um tablet menor e com as mesmas especificações (de dois anos atrás!) custe menos. E os concorrentes do Mini custam abaixo de R$999, como o Samsung Galaxy Tab 2 7.0 e o Asus FonePad. 
Caso o preço fique acima desse patamar, talvez seja bem difícil justificar a compra. Até porque a Apple já deve trabalhar na próxima geração dele; e caso siga um ciclo anual de lançamentos, um novo Mini – talvez com tela Retina! – deve chegar em outubro. Teremos que esperar até a próxima terça-feira para saber se o preço vale a pena… ou não.  

domingo, 16 de junho de 2013

iPad 4

iPad 4 estreia no Brasil custando até R$300 mais caro que geração anterior

Gadgets da Apple têm valor acima do esperado.

iPad 4

Sem avisar ninguém, a Apple lança hoje o iPad 4 no Brasil: está lá na Apple Store o “novo iPad Retina” com suas poucas novidades. Infelizmente, os preços vazados pela Saraiva não estavam corretos: houve um aumento de R$200 a R$300 em todos os modelos.  
Estes são os preços do iPad 4 no Brasil:
 •iPad Wi-Fi 16GB: R$1.749 (aumento de R$200)
 •iPad Wi-Fi 32GB: R$1.999 (aumento de R$250)
 •iPad Wi-Fi 64GB: R$2.249 (aumento de R$250)
 •iPad Wi-Fi + Cellular 16GB: R$2.099 (aumento de R$250)
 •iPad Wi-Fi + Cellular 32GB: R$2.349 (aumento de R$300)
 •iPad Wi-Fi + Cellular 64GB: R$2.499 (aumento de R$200)
Você já encontra o iPad 4 na Apple Store. Ele também está disponível em lojas online, como Submarino, Americanas, Walmart e Fast Shop, que oferecem desconto no pagamento à vista.
E o iPad Mini? Por enquanto, nada de iPad Mini. Ele já foi homologado, mas não deu as caras por aqui. Ele deve ficar mesmo para 2013.
O aumento
Todos os modelos tiveram aumento em relação aos preços iniciais do iPad 3 no Brasil. Mas, como argumentamos ontem, isso não é uma surpresa tão grande.
O preço do iPad depende da cotação do dólar: afinal, as primeiras unidades devem ser importadas; e mesmo quando for montado no Brasil, as peças vêm de fora. Só que o dólar subiu desde que o iPad 3 foi lançado.
Antes do lançamento, a cotação raramente se aproximava de R$1,90, e em geral ficava bem abaixo disso. Em maio, ela já começava a aumentar. Hoje, o dólar está a quase R$2,10. É um aumento em torno de 10%. Os preços do iPad aumentaram basicamente nessa mesma porcentagem.
Cotação do Dólar
Mas a Foxconn não vai receber benefícios fiscais para fabricá-lo no Brasil? Sim, mas você já sabe como o efeito dos benefícios demora para aparecer nos preços – quando aparece.

E há dois fatores que talvez impeçam a baixa dos preços. Primeiro, o iPad 4 é relativamente barato no Brasil, se comparado aos preços nos EUA: ele custa cerca de 60% a mais por aqui. (Para referência, nosso imposto de importação é de 60%.) Enquanto isso, para outros produtos, a Apple costuma cobrar cerca de 100% a mais no Brasil.
E em segundo lugar, a demanda. Para que baixar o preço, se muitos se dispõem a pagar mais? É algo que funcionou com o iPhone 5: apesar do preço alto, centenas de pessoas fizeram fila para comprar.
Por tudo isso, esperávamos um aumento de preço no iPad 4. Mas um leve aumento, de R$100. O preço vai cair quando a Foxconn passar a produzir o iPad 4 no Brasil? Ou os preços altos vieram para ficar? É a pergunta que fica para os próximos meses. [via MacMagazine]
BÔNUS: Até o iPad 2 ficou mais caro! Ontem, o modelo Wi-Fi era vendido por R$1.299 na Apple Store. Hoje, ele sai a R$1.349. Em outras lojas, você o encontra pelo preço antigo.

Primeira imagem por MacMagazine

Apple tem um novo iPad 4

A Apple tem um novo iPad 4 guardado na manga?

Rumores indicam novo iPad 4 de 128GB.

iPad

Pedaços de evidências estão aparecendo pela internet, então o 9to5mac afirma que, possivelmente, a Apple está preparando uma atualização para o iPad.
O 9to5Mac diz que desenvolvedores estão encontrando códigos no iOS 6.1, que está para ser lançado, que apontam para um novo dispositivo, com 128GB de armazenamento. Para colocar mais lenha na fogueira surgiu uma suposta lista de estoque de uma “grande varejista dos Estados Unidos” que fala em uma versão “ultimate” do iPad:
iPad
No passado, a Apple se referia às opções de armazenamento como “Bom”, “Melhor” e “Ótimo”, então o uso do “Ultimate” sugere que uma versão premium do iPad está a caminho – potencialmente oferecendo os 128GB de armazenamento especulados.
É possível, então, que a Apple esteja adicionando um modelo extra à linha atual de iPads – para consumidores especiais ou para uso interno, considerando a grande capacidade, que torna o dispositivo caro e não se encaixa na atual tendência de migração para a nuvem. Outra possibilidade é que a Apple está preparando uma pequena atualização para toda a linha de iPads – o que parece menos provável.
A opção final, é claro, é que todas as especulações não cheguem a nada. Vamos ter que esperar para ver.