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sábado, 4 de janeiro de 2014

Pesquisa indica que donos de iPhone são mais inteligentes

Teste revelou que donos de aparelhos iOS se saem melhor na hora de responder questões, fazendo-o com mais velocidade que quem usa outros smartphones
Pesquisa indica que donos de iPhone são mais inteligentes

Uma nova pesquisa feita pela agência Ladbrokes promete gerar muita polêmica com relação ao conhecido debate entre as plataformas móveis. Segundo o Daily Mail, o estudo apontou que os donos de iPhones tendem a ser mais espertos que os outros, respondendo questões corretamente com mais velocidade que aqueles que utilizam outros aparelhos.
A pesquisa, feita com mil candidatos, consistiu em uma série de perguntas capciosas (as famosas “pegadinhas”), com questões como “Quantos meses possuem 28 dias?” — muitos tendem a responder apenas um, quando na verdade são todos eles. Para prosseguir, a pessoa devia responder corretamente.

As diferenças, em números


Os resultados mostraram uma diferença pequena mas clara entre os donos de cada tipo de aparelho. Em primeiro lugar, temos os proprietários de iPhones, que tiveram uma média de 94 segundos para responder, seguidos por quem utiliza os smartphones da linha Nexus, com apenas cinco segundos de diferença. Confira logo abaixo a média de tempo que os donos de cada modelo de celular levaram para terminar o teste:

  1. Apple: 94 segundos;
  2. Nexus: 99 segundos;
  3. Samsung: 103 segundos;
  4. HTC: 105 segundos;
  5. Nokia: 109 segundos;
  6. BlackBerry: 118 segundos.
Vale também notar que, apesar de a Apple ter a melhor média geral, o candidato com o melhor desempenho foi na verdade um consumidor da Samsung. Este conseguiu a façanha de terminar o teste em apenas 47 segundos – metade da média que os donos de aparelhos iOS levaram para responder as questões.
Agora, será que isso quer dizer que o iPhone deixa as pessoas mais espertas ou que os mais inteligentes preferem o iOS? Ou será mesmo que esses valores não têm nada a ver com o nível intelectual das pessoas? Deixe sua opinião nos comentários.


quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Novas telas da Apple podem ser as melhores do mercado

Empresa está desenvolvendo desde 2012 uma nova tecnologia de emissão de luz que pode revolucionar os smartphones

Novas telas da Apple podem ser as melhores do mercado

Se antes o display do iPhone 5S não era um diferencial frente aos smartphones rivais com telas em full HD, hoje a Appleinsider mostrou que a empresa está estudando uma nova tecnologia que pode mudar a situação atual no seu produto no mercado. Um pedido de patente registrado pela Apple mostrou que a companhia está desenvolvendo desde 2012 uma maneira de mostrar imagens cada vez mais vivas nas telas do iPhone.
A grande novidade envolve a utilização de pontos quânticos para a reprodução precisa de cores. Estes pontos são praticamente nanocristais feito com vários materiais semicondutores, sendo menores que um vírus biológico e com excelentes propriedades de emissão luminosa. Eles podem ser manufaturados para exibir uma faixa muito estreita dos espectros da luz, tornando as cores mais vívidas e precisas no visor do smartphone.
Não se sabe, no entanto, se a nova tecnologia estará presente nos próximos produtos da Apple, como o futuro iPhone 6. Mas, ao lado do scanner de retina e dos novos conceitos para a tela e os sensores, os novos produtos da companhia podem fazer inveja aos concorrentes no mercado.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

iPad Air: maior e ainda melhor

Com um design mais bonito do que as versões anteriores, novo tablet da Apple se destaca pela rapidez, mas esbarra em opções melhores e mais baratas do mercado


Reprodução / Gizmodo

É difícil acreditar que só se passaram três anos desde que o iPad original foi lançado, uma vez que os tablets se tornaram parte do nosso cotidiano. Já existiam tablets antes, mas eles não eram iguais aos que conhecemos hoje. O iPad modificou a ideia de computador pessoal para sempre, mas os modelos mais recentes tinham mudado pouco. Pelo menos até agora.

O que é

O iPad foi o tablet dominante desde que foi criado. Sim, há os concorrentes. Surfaces, Fires, Tabs e o Nexii vieram e foram embora, mas nenhum deles foi capaz de tirar o trono do iPad como principal tablet de 10 polegadas. O que explica, em parte, porque o iPad passou por quatro gerações sem mudar muito. Ele não tinha nada de errado, então a Apple seguiu a filosofia de “não mexer em time que está vencendo”.

Reprodução / Gizmodo

A concorrência verdadeira do iPad, ao que parece, veio de um grupo de tablets menores – incluindo o próprio mini da Apple. Todos os membros do grupo das sete polegadas são menores, mais leves e mais baratos que um iPad. E são as questões da portabilidade e do design que estão sendo respondidas pelo iPad Air. Com o Air, a Apple começa a brigar com o Fire HD, o Nexus 7 e até mesmo com o design absurdamente limpo e fino do iPad Mini.

Design

Até agora, o maior triunfo do iPad era sua funcionalidade. Trata-se de um tablet de 10 polegadas com um excelente ecossistema e uma tela brilhante que simplesmente funciona. Mas o design dos iPads nunca tinha sido particularmente bonito, com as monstruosas bordas em volta da tela monstruosas e a traseira curvada e feiosa. Era um design que a cada dia parecia mais datado e permaneceu intocado, com a Apple se ocupando mais do software do que de tornar o exterior mais bonito.
O iPad Air funciona como um belo corretivo para esses três anos de estagnação. Com suas elegantes e finas bordas laterais e o chanfrado prateado que nós aprendemos a amar com o iPhone, o Air é sem dúvida o tablet mais bonito que a Apple já fez até hoje. Como um iPad Mini, mas maior, e com uma tela para a qual vale a pena olhar.

Reprodução / Gizmodo


Os ângulos mais marcados, mas ainda arredondados, do iPad Air parecem mais deliberados. Pela primeira vez, o corpo do iPad parece ter um senso de propósito como se o design tivesse sido feito para ser bonito por direito próprio, em vez de ser somente um esqueleto para segurar as peças necessárias para que a tela funcione. O iPad Air é um tablet grande que é tão bonito desligado quanto ligado, algo que até agora só o Surface tinha feito do jeito certo.

Reprodução / Gizmodo

E como o nome sugere, o iPad Air é leve. Muito, muito leve. Quase magicamente leve. Com menos de meio quilo, ele é muito mais leve que os iPads anteriores, o Surface 2 e o Nexus 10. É uma diferença relativamente pequena, mas ao segurá-lo isso é perfeitamente perceptível. Considere o seguinte: o iPad Air tem um peso mais próximo ao do iPad Mini que aos dos iPads da quarta geração.

Reprodução / Gizmodo

O iPAd Air também é incrivelmente pequeno, ao menos para algo tão grande. Ele é fino. Imperceptivelmente mais fino que o iPhone 5S. E com as enormes bordas da tela dos iPads antigos minimizadas assim como no iPad Mini, ele consegue ser grande e pequeno ao mesmo tempo. Isso por si só faz com que seja prazeroso segurar o iPad, usá-lo, admirá-lo. É uma contradição deliciosa que é discreta o suficiente para ficar em segundo plano, até que você comece a percebê-la.

Usando

Mas o iPad Air é mais do que um rostinho bonito. Embora seu design esbelto seja um feito em si mesmo, ele também serve para que o uso do iPad seja melhor em quase todos os cenários possíveis.
Você pega o iPad Air e pensa “É isso?”. Não é a primeira vez que a Apple faz esse truque, mas ele nunca foi tão impressionante, especialmente num dispositivo desse tamanho. Claro que não é só um truque, embora seja um bom truque: também é útil.

Reprodução / Gizmodo

Segurar o iPad Air por longos períodos de tempo em uma só mão se tornou mais prático do que nunca. Se você segurar o iPad horizontalmente, ainda vai sentir alguma dificuldade para mantê-lo equilibrado, como os modelos antigos, mas se você o segura em modo retrato (de pé, como se fosse uma revista), vai poder andar para lá e para cá ele e seu pulso será capaz de aguentar.
Eu me vi caminhando pela cozinha, checando o jantar e voltando ao sofá, tudo isso sem precisar largar a antologia de Lovecraft que eu estava lendo através do aplicativo do Kindle. Isso é algo que eu faço o tempo inteiro com o Nexus 7, mas na tela do novo iPad é uma nova extravagância e tão natural que você nem percebe que faz isso até depois do fazê-lo. E de repente você só vai perceber quando estiver andando com ele ao ar livre. Porque é possível ler na tela do iPad Air até mesmo debaixo de uma fraca luz do sol se o brilho dela estiver maximizado, mas não é aconselhável. Pode ser difícil se concentrar quando você olha na tela e também consegue ver o reflexo do seu cabelo.
Segurar pelas bordas agora mais estreitas é mais fácil do que parece; como acontecia com o iPad Mini antes, o iPad Air (com o iOS7) é muito bom em mostrar se seu polegar está tentando clicar em algo ou não. Pegando pela beirada, você pode acabar deslizando os polegares da borda para a tela, para segurar o iPad com mais firmeza, e acabará clicando na tela do Twitter ou num episódio de uma série, mas nada disso irá interromper o que está acontecendo na tela. Isso pode parecer um pouco estranho, é como se fosse um erro a seu favor.
O que não parece estranho – finalmente! – é digitar com os dois polegares no modo horizontal. Com o tamanho reduzido das laterais do Air, isso não é apenas possível, mas também confortável. Isso vale muito quando você está tentando mexer no Facebook.

Reprodução / Gizmodo

Tudo já seria suficientemente impressionante se o iPAd Air simplesmente se igualasse em desempenho com seus antecessores, mas não. Com o A7, o iPad Air é absurdamente rápido, mesmo com uma tela gigante cheia de pixels para levar nas costas. Os apps carregam num piscar de olhos. Passear entre as telas é um prazer. Fazer várias coisas ao mesmo tempo, trocando do Twitter para o Gmail e depois para o Netflix pode apresentar um pequeno delay sem os zooms nos ícones do iOS7 para disfarçar o carregamento, mas uma vez que seus apps estão carregados na memória, eles trocam muito rapidamente. E mesmo jogos pesados como Dead Trigger vão rodar com o tipo de perfomance que faz com que você esqueça que existe uma coisa chamada perfomance para se preocupar.
Levando todas essas coisas em consideração, você provavelmente nem precisa do poder de processamento que  o chip A7 oferece, mas o desempenho rápido do iPad Air é um pequena extravagância, mesmo que seja o tipo de coisa da qual você não sentiria falta se ela não estivesse ali.
E de alguma forma, em meio a toda essa coisa de ficar mais fino e mais rápido, o tempo de bateria do iPad conseguiu se manter forte. Há uma capacidade de mais de dez horas de reprodução de vídeo. Isso é impressionante por si só, mas em termos mas práticos, é fácil usar o iPad Air – com frequência, como um heavy user – por vários dias sem ter que colocá-lo para carregar. Eu usei o iPad Air para todo o meu uso de internet para distração e para assistir vídeos no Youtube por todo um fim de semana e acabei com 45% de bateria sobrando.
Além da leveza e de ser fino, o iPad Air oferece alto-falantes estéreo, pela primeira vez para um tablet grande. Infelizmente, eles ficam próximos demais um do outro, separados apenas pela entrada para o cabo do carregador.
Eles oferecem um som um pouco melhor do que o dos iPads anteriores, mas não muito. Eles não são molambentos, mas não têm comparação com o som do Kindle Fire HDX, por exemplo. Também é um pouco desagradável o fato de que eles ficam do mesmo lado quando você está assistindo algo no modo paisagem e mais incômodo ainda o fato de que é praticamente impossível não cobri-los com as mãos.
Com todas as mudanças no iPad Air, há algumas pendências. A tela é muito boa, mas você já sabia disso. Ela tem o mesmo display 2048×1526 com 264 PPI que tem estado em todos os iPads nos últimos dois anos. Não dá pra dizer que a tela já ficou velha – ela ainda é bonita e mais do que suficiente para o aparelho –, mas já não é a líder que costumava ser antes. Há outras opções, como o Kindle Fire HDX 8.9 que está para chegar e elas estão começando a bater a tela do iPad, mas ele ainda tem a vantagem de ser um aparelho esteticamente melhor com um ecossistema que é imbatível.
Por falar em ecossistema, o iOS7 é… bem, é o iOS7. Mesmo que ele tenha uma tendência de ser meio lento em aparelhos mais antigos, isso não acontece aqui. Assim que você se acostuma com os novos ícones e com as animações de carregamento do app com o painel de controle e todos os novos truques que o iOS7 traz, você vai perceber que usar o iPad Air é 100% igual a usar qualquer outro iPad que veio antes. Sim, você tem novas flexibilidades para segurar a coisa, mas todas as melhorias no tamanho, espessura e velocidade não trazem mudanças realmente relevantes no uso do iPad ou de qualquer outro tablet de 10 polegadas. Assistir a filmes, ler livros e navegar na internet numa tela grande ainda é a mesma coisa. Pode não impressionar mais, mas continua confortável.

Gostei

O iPAd finalmente é bonito como nunca foi antes. A tela dele ainda é agradável de se olhar. O iPad Air é mais leve, mais rápido e menor – muito mais leve, rápido e menor que qualquer iPad que veio antes, mas miraculosamente isso não comprometeu o aparelho. Ele só é melhor, de qualquer maneira que importa e de muitas que realmente não importam.

Reprodução / Gizmodo

O iPad Air é de longe o melhor iPad para se segurar e o melhor para usar também.

Não gostei

A fineza absurda do iPad Air não vem sem seus inconvenientes. Ele não é exatamente frágil ou delicado, mas desperta a sensação de que você tem que ser mais cuidadoso com ele do que era com os anteriores. Eu nunca me senti desconfortável jogando um iPad na mochila, mas fiquei preocupado com o que poderia esbarrar nele. Eu me preocupo até com tropeçar.
Claro que parte disso é coisa da minha cabeça, mas esses medos não são completamente sem fundamento. O Air dá pequenos sinais de sua fragilidade em comparação com os outros. Ao contrário dos antecessores mais pesados, o iPad Air vai vibrar descontroladamente com o poder de seus próprios autofalantes. E tocar na tela do iPad é diferente de tocar na tela de qualquer outro tablet. Também há uma espécie de vazio nele. Do ponto de vista da engenharia, é incrível que essa coisa tenha conseguido segurar todo o hardware. Mas de uma perspectiva prática, há um mal-estar com o qual você tem que se acostumar. Quando você digita, você sente nos dedos a vibração dos outros dedos tocando a tela. É uma sensação única e enervante.
Eu deveria comprá-lo?
Se você quer um tablet de 10 polegadas e você gosta do iOS, então sim. Esse é o melhor tablet de 10 polegadas que a Apple já faz e o melhor tablet de 10 polegadas que há no mercado no momento. Com um preço inicial de R$ 1.749 você está pagando por algo premium, mas vale cada centavo.
A única questão é a mais importante: se você realmente quer um tablet de 10 polegadas. O iPad Mini com “tela retina” (ou seja, uma tela ajustada para que seu olho não perceba pixelização até certa distância) é mais barato e tem especificações parecidas. Sim, é uma tela menor, mas é preferível por vários motivos. Isso para não falar no mundo de tablets Android fantásticos como o Nexus 7 e o Kindle Fire HDX se Android (ou uma imitação de Android) não for um problema para você.
Da mesma forma, se você já tem um iPad 3 ou um iPad 4, você não precisa ter pressa para adquirir o mais novo. O corpo fino do iPad Air é muito bonito e o que ele faz é maravilhoso, mas não é melhoria o suficiente para que a troca valha a pena para a maioria das pessoas.
O iPad Air é uma maravilha da tecnologia. É mais fino, mais leve e melhor do que qualquer tablet do seu tamanho. Mas mais importante, ele mostra que o iPad é capaz de melhorar por dentro e por fora. Só que ele chegou numa época em que existem muitas outras opções, tanto da Apple quanto de outras marcas – muitas delas mais baratas e menores.

Especificações

- Sistema operacional: iOS 7
- CPU: A7 processor
- Tela: 9.7 polegadas, 2048 x 1526, 264 PPI

- Memória RAM: 1GB
- Capacidade de armazenamento: 16 GB

- Câmera: 1.2 MP 720p HD front, 5.0 MP rear

- Bateria: 8,827 mAh

- Preço: R$1749 

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

iPad Mini com tela Retina: um colírio para os olhos

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O iPad mini lançado no ano passado era quase perfeito em todos os sentidos, exceto onde você realmente precisava que ele fosse. Sua tela era decepcionante em comparação à Retina do seu irmão maior iPad, e até mesmo em relação a outros tablets pequenos concorrentes. Este ano? As coisas estão bem diferentes.

O que é

É tentador – e não totalmente incorreto – colocar o iPad Mini na mesma categoria de outros tablets pequenos do mundo, como os Kindle Fires e o Nexus 7. Você não deveria fazer isso. São máquinas diferentes com potencia diferente.
O iPad Mini deve ser comparado com ele mesmo. Ou melhor, com o modelo do ano passado, uma excelente peça de hardware comprometida por uma tela fraca. Era um carro de luxo com um volante feito de gelatina, um Rolex com balas no lugar de engrenagens.
Então o novo iPad Mini é, acima de tudo, uma correção. Com a adição da tela Retina e entranhas poderosas, ele elimina todos os quase do modelo do ano passado. Este é um tablet que você vai querer comprar.

Por que ele importa?

Deixe de lado por um momento a corrida armamentista envolvendo tablets do Google, Apple e Amazon para conquistar corações e mentes. É verdade que há muito espaço para cada uma dessas empresas; o futuro da computação pertence aos tablets e, mais especificamente, às plataformas ligadas a eles. Mas isso é problema deles.
O iPad Mini Retina importa porque o modelo do ano passado representou a primeira vez em muito tempo em que a Apple simplesmente não era competitiva em uma categoria que ela – e você – se importa muito. Se você comprou um, pagou muito por algo que não era tão bom em diversos pontos, e você poderia pagar menos por algo ainda melhor. Este não é o caso do novo iPad Mini.

Design

O novo iPad Mini parece idêntico ao do ano passado. E é verdade. Ele não foi modificado por fora, exceto por estar um pouco mais pesado e grosso para acomodar a tela Retina e as entranhas necessárias para a sua potência. Você não vai nem perceber, e, se perceber, não vai se importar.
Se você não conhece o Mini do ano passado – ou o novo iPad Air, que é um iPad Mini depois de pegar um cogumelo do Super Mario – o resumo que você precisa saber é que ele ainda é um tablet extremamente atraente.
O iPad Mini Retina agora é uma grande placa com moldura fina e adoravelmente chanfrada. Você poderia facilmente confundi-lo com um carregador por indução, ou servir chá em cima dele. É um monólito de 2001: Uma Odisseia no Espaço no tamanho ideal para formigas.
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Além do que você consegue perceber ao olhar para uma imagem, o iPad Mini também é bem firme e balanceado. A finura da moldura ainda é um pouco arrepiante, a traseira anodizada é aderente o suficiente para você andar por aí segurando ele com uma mão sem se preocupar em deixá-lo cair no chão.
Um problema que persiste no design é o posicionamento dos speakers. Eles ainda estão embaixo do dispositivo, próximos ao conector lightning, e o som baixo emitido por eles é coberto quando você coloca a sua mão por lá para segurá-lo no modo paisagem. Se você quiser assistir filmes ou jogar alguma coisa, o jeito é usar fones de ouvido, ou então procurar uma posição estranha para segurá-lo sem prejudicar a saída de som.
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A única outra mudança estética em relação ao modelo do ano passado é que o iPad Mini agora vem nas cores prateado e cinza espacial em vez de preto. Eu prefiro cinza espacial – é bem divertido falar esse nome.

Usando

O primeiro dia que tive que usar óculos foi traumático por razões sociais, mas revelador já que finalmente eu conseguia ver folhas individualmente em árvores no quarteirão onde morava. É mais ou menos essa a mudança da tela do iPad Mini do ano passado para esse novo modelo.
Os textos que eram borrados no modelo passado agora são nítidos e claros (apesar de ainda serem pequenos por padrão). Vídeos que eram borrados e suaves se tornaram imersivos. Quadrinhos, anteriormente praticamente ilegíveis, ainda sofrem um pouco, mas é possível aproveitá-los agora.

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É uma tela maravilhosa. É também a tela que o iPad Mini deveria ter desde o primeiro modelo, e uma que é tão boa – e maior – do que a encontrada no Kindle Fire HDX e no Nexus 7 2013. Ao mesmo tempo que foi uma ótima adição, não devemos esquecer que a Apple deveria ter colocado isso no iPad Mini antes.
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Um problema do novo iPad Mini é o uso externo. Assim como a tela do modelo antigo, a nova é bastante refletiva. Mesmo sentado debaixo de sombra, com o brilho no máximo, eu via mais do meu próprio rosto do que o artigo que tinha guardado no Instapaper. Não é um problema grave, mas considerando que o iPad Mini é bastante portátil, é triste ter tanta dificuldade para olhar para a tela dele sentado em um banco no parque.
Os muitos pixels a mais exigem também muito mais potência, e o chip A7 do novo iPad Mini dá conta do recado. Mas ele não vai muito além disso – ele não é perceptivelmente mais rápido do que o modelo anterior, apesar das entranhas atualizadas (o M7 de movimento está lá também, mas você não vai perceber a sua presença a não ser que use o Mini para jogos). E por mais que ele seja perfeitamente adequado para o uso diário, quem usa muito a multitarefa vai perceber alguns engasgos. Consegui jogar Dead Trigger 2 bem, mas percebi algumas travadas leves em algumas partes.
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A boa notícia é que o iPad Mini tem um tamanho bem mais natural para jogos; seus dedos não precisam se esticar para alcançar a tela como no iPad Air. Os gráficos, portabilidade e facilidade para usar para jogos faz com que ele pareça mais um videogame portátil do que um tablet.
E agora parece um bom momento para falar da seleção de apps. Se estamos falando estritamente em tablets – e, neste caso, obviamente estamos – a Apple é a que tem mais apps e conteúdo. Você pode até tentar contestar isso, mas estará errado. A seleção de apps de tablet do Android ainda não é muito forte, e muitas das opções são apenas apps de smartphones esticados. Comprar na App Store é como visitar um shopping com milhares de opções de lojas. Comprar na Google Play Store é como andar em uma feira de rua 20 minutos antes do fim dela.
Deixei a câmera para o fim, já que é uma coisa que você não vai dar muita atenção neste dispositivo. Ela é boa? É. Não como no iPhone 5S – abaixo, crops lado a lado das duas câmeras – e certamente muito mais estranha de se usar, mas ela consegue tirar fotos que vão ficar boas quando enviadas para a web.

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Gostei

O iPad Mini do ano passado era quase perfeito, exceto por um ponto – a tela. O modelo novo não apenas corrigiu essa falha como também acompanha o iOS 7, um sistema operacional que, apesar de qualquer coisa que você possa pensar dele, é maravilhoso em telas retina.

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E as pequenas coisas que faziam o iPad Mini tão bom no ano passado foram mantidas. O aspecto 4:3 – o mesmo de uma folha de papel – faz ele ser ideal para leitura e navegação casual na web; o Kindle Fire HDX e o Nexus 7 não se saem tão bem nesse ponto. A bateria é ainda melhor do que o prometido pela Apple, aguentando mais de 11 horas de uso contínuo e pesado.
Estranhamento, gostei muito de não ter o TouchID aqui. Provavelmente aumentaria o preço de um dispositivo que não precisa disso.
Acima de tudo, eis aqui uma segunda tela perfeita.

Não gostei

O iPad Mini ficou mais caro do que seu antecessor. No Brasil, o aumento ficou entre R$ 150 e R$ 200, dependendo de especificações e conectividade. É mais do que eu me sinto confortável pagando por um aparelho desses. Nos Estados Unidos, ele custa US$ 70 a mais do que o modelo anterior, e quase o dobro do que o Kindle Fire HDX e o Nexus 7 custam – lá fora eles saem por US$ 230, enquanto o iPad Mini custa a partir de US$ 400. E esses US$ 170 de diferença podem ser usados para muitas outras coisas.
Além da questão de custo, minhas outras reclamações são pequenas ou apenas preferência pessoal. Os speakers não são excelentes e estão mal posicionados. Ele engasga para carregar algumas coisas mais pesadas, mas não o suficiente para incomodar. A tela reflete demais para ser usada em um ambiente aberto. O aspecto 4:3 é ótimo para leitura, mas as faixas pretas incomodam na hora de assistir vídeos.
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E é isso. Alguns problemas que não atrapalham e não prejudicam tanto o desempenho geral do aparelho.

Devo comprá-lo?

Os únicos motivos para não comprar um iPad Mini – considerando que você gostaria de comprar um tablet – são questões de preferência pessoal e custo. Você pode gasta R$ 1.749 (vamos ser francos, 16GB não é o bastante, e o modelo de 32GB é um pouco mais caro) em uma segunda tela? Você prefere tablets menores aos modelos maiores devido à portabilidade? Você já mergulhou no ecossistema do iOS? Se você respondeu sim para tudo isso, vá em frente.
Não acho que seja o meu caso. Uso meu iPad para assistir filmes quando viajo, ler revistas e checar emails quando estou com preguiça de me levantar e caminhar até o computador. Gosto de ter mais espaço, uma tela maior para brincar. E se eu quisesse uma opção menor, iria de Kindle HDX, já que também gosto bastante do ecossistema da Amazon.
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O mais importante deste novo iPad Mini é que ele enfim se tornou uma opção verdadeiramente viável. Quer um iPad menor? É este aqui. Quer um maior? Vá de iPad Air. Não quer um produto da Apple? Você pode ir de Nexus 7 ou Kindle Fire HDX. Windows? Surface. O fato é que agora temos tablets para todos os gostos. O iPad Mini era a peça final deste quebra-cabeça – e ele fecha com bastante competência.

Especificações técnicas

  • Sistema operacional: iOS 7
  • CPU: Processador A7
  • Tela: 7.9 polegadas 2048 x 1536 IPS
  • RAM: 1GB
  • Armazenamento: 16 GB, 32GB, 64GB, 128GB (não disponível no Brasil)
  • Câmera: 5MP, 1080p traseira; 720p, 1.2MP frontal
  • Bateria: 6471 mAh
  • Preço: A partir de R$ 1.499




quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Apple corta produção do iPhone 5C

Apple corta em um terço a produção do iPhone 5C

Segundo o Wall Street Journal, desempenho abaixo do esperado fez com que a companhia diminuísse pedidos de componentes relacionados ao aparelho
Apple corta em um terço a produção do iPhone 5C

Confirmando rumores divulgados anteriormente, o Wall Street Journal divulgou que a Apple deve cortar em um terço a quantidade de iPhones 5C produzidos no próximo trimestre fiscal. Segundo analistas de mercado, isso é reflexo de um desempenho abaixo do esperado pela companhia, especialmente em locais como a China.
A publicação afirma que a companhia entrou em contato com a Pegatron Corp e com a Hon Hai Precision Industry Co. para afirmar que a quantidade de componentes necessários para fabricar o dispositivo seria cortada. A Pegatron, responsável por fabricar dois terços dos smartphones desse tipo que chegam ao mercado, supostamente vai reduzir em 20% sua fabricação.
Embora no passado o CEO da Apple, Tim Cook, tenha afirmado que a diminuição no número de pedidos a uma fornecedora não seja indicativo do desempenho de um aparelho, nesse caso a quantidade de relatos surgidos até o momento não deixam dúvidas sobre o que está acontecendo. Em contraponto, a empresa está testemunhando uma boa fase com o iPhone 5S, que está vendendo mais do que o previsto inicialmente.
Segundo o Wall Street Journal, isso fez com que a empresa aumentasse o número de pedidos de componentes necessários para fabricar seu mais recente smartphone flagship. Essas mudanças refletem o comportamento dos consumidores visto após o lançamento dos novos produtos: enquanto o 5C pode ser encontrado facilmente em diversas cores, é preciso enfrentar filas para conseguir o 5S (especialmente o modelo dourado).

domingo, 13 de outubro de 2013

apps para smartphones

Estes sãos os primeiros apps para smartphones com benefício fiscal

As empresas beneficiadas devem oferecer aplicativos nacionais com os aparelhos. Veja aqui a lista completa

Reprodução

Em abril, o governo concedeu uma isenção fiscal às fabricantes de smartphones, para reduzir o preço dos aparelhos no Brasil. No entanto, com o benefício veio uma série de exigências: uma delas é a presença de apps nacionais nos smartphones. Quais? O Ministério das Comunicações divulgou a lista.
A seleção varia entre as fabricantes, e inclui uma boa gama de opções: guias de turismo, apps de ônibus e táxi, controle de finanças e mais. Eles podem ser úteis! Mas como eles serão oferecidos aos usuários?
Há três opções: pré-instalar os apps, criar um app que reúna os apps nacionais, com link para download; ou dar a opção de instalar apps só durante a configuração inicial do aparelho. Isso depende de cada fabricante; esperamos que elas não adotem o pior método.
Nove empresas terão que oferecer esses apps: Apple, CCE (Digibrás), Huawei, LG, Motorola, Nokia, Positivo, Samsung e Sony. Eles só estarão presentes nos smartphones que receberem a isenção fiscal: ou seja, aparelhos fabricados no Brasil, com 3G, Wi-Fi, um sistema operacional que permita apps de terceiros e que custem menos de R$ 1.500.
A partir desta semana, todo smartphone que receber isenção de PIS/Cofins precisa sair de fábrica com pelo menos cinco apps nacionais. E a exigência vai aumentando: a partir de janeiro de 2014, serão 15 apps nacionais; a partir de junho, 30 apps; e a partir de dezembro, 50 aplicativos brasileiros.
Por que tantos? Com a medida, o governo quer fomentar o desenvolvimento de apps nacionais. Na lista de 88 apps, alguns são de grandes empresas, outros são do governo, porém a maioria é de outros desenvolvedores – incluindo até pessoas físicas.
E se você estava preocupado que os apps seriam, na verdade, inúteis, boa notícia: os apps escolhidos até que são bacanas! Sim, há algumas escolhas questionáveis: a LG colocou basicamente um app que faz propaganda para as TVs dela; e a Samsung encheu a lista com passatempos da Coquetel. Torcemos que apps ruins não entrem na listagem, o que pode ser difícil – ela vai crescer muito até o final do ano que vem.

Apple
Transporte: Easy Taxi (chama táxi em grandes cidades brasileiras); Vai Rio (aplicativo de trânsito do jornal O Globo); Onde está meu ônibus? (traz informações sobre linhas de ônibus em São Paulo)
Utilitários: Kekanto (opiniões sobre restaurantes, hotéis, bares e outros); Organizze (controle finaceiro); Tecnonutri (acompanha seu consumo de calorias)
Educação: ENEMQuiz (simulado de ENEM); Concursos (videoaula e simulado para concurso público e OAB)
Esportes: Pitaco (bolão de futebol); Seleção (app oficial da Seleção Brasileira de Futebol); Esporte Interativo Ao Vivo (canal de esportes por US$ 4,99 ao mês)
Do governo: Pessoa Física (consulta de Imposto de Renda); Câmbio Legal (mapa de locais para comprar e vender moeda estrangeira); Calculadora do Cidadão (calculadora financeira do Banco Central); Infraero (consulta horários de voos e informações de aeroportos); Viajantes (app da Receita Federal para viajantes no exterior)
Outros: Coowl (fotografia e lomografia); Dujour (app de moda); Turma da Galinha Pintadinha (para crianças; reúne os vídeos da Galinha Pintadinha); Bookshelf do Doki (livros interativos e de atividades para crianças); Handy Talk (para pessoas com problemas de fala)
Samsung
Turismo: 1001 Atrações Culturais; 1001 Lugares; 1001 Praias; 1001 Sabores; Guia das cidades-sede (do Guia Quatro Rodas); Guia de Viagem Argentina e Chile; Orlando; Compras em NY, Miami e Orlando; Colômbia (guias turísticos)
Jogos: Perfil 4 (jogo de tabuleiro da Grow); Coquetel Bomba; Coquetel Caça-Palavras; Coquetel Jogo dos Erros; Coquetel Pirâmide; Coquetel Torto; Jogos Coquetel
Outros: Guia do Torcedor (para a Copa do Mundo); Parental Control (controla acesso quando uma criança estiver usando o aparelho)
Nokia
Finanças: Caderninho de Gastos (controle de gastos para Windows Phone); Canarinho (controle de gastos para Symbian); Fuel (compara preço de gasolina e álcool); Loterias (não-oficial, reúne resultados de loterias)
Utilitários: Keeper (gerenciador de senhas); Agentto (emite pedido de socorro para seus contatos caso você esteja em perigo); BR9 (insere dígito 9 na agenda de contatos do Symbian); CPF (verifica se número de CPF ou CNPJ é válido)
Saúde: Dieta e Saúde (acompanha calorias consumidas e peso); Vamos beber água (avisa o usuário para beber água durante o dia); Vacinas (calendário de vacinação brasileiro)
Outros: Terra; Placar UOL; Climatempo; Apontador (mapas); Chuver (jogo)
LG: Kekanto; LG Smart Poker; LG Smart Truco; LG Showroom (mostra a linha de TVs da LG); Crime Maps (mapa com crimes na sua cidade); Afinador Cifra Club (afina instrumentos de corda); Metrônomo Cifra Club (para medir o ritmo musical); Palco MP3 (800 mil músicas para ouvir e baixar); Carango (acompanha uso e manutenção do carro)
Motorola: Kekanto; Apontador; Dieta & Saúde; Meu Carrinho (lista de compras); Boa Lista (cria lista de compras e oferece comparação de preços); iPostal (envia cartões postais impressos por R$ 3,99)
Sony: Track ID; Toque e Envie; Moby Stock; Walkmate (contador de passos); Smart Key (dá mais funções ao botão no seu fone de ouvido); Tricky Shot (jogo de futebol)
Huawei: Kekanto; Boa Lista; MeuCarrinho; SaveMe (compra coletiva); FreeZone Wi-Fi (busca hotspots gratuitos); Hotel ASAP (faz reserva de hotéis); Belezuca (oferece pontos ao visitar lojas, que podem ser trocados por recompensas); Play Kids TV (serviço premium de vídeos infantis)
Positivo: Antifurto Droid SMS; Minhas Economias; Ponto por Ponto Dieta; Operadora DDD; Churrascômetro (ajuda a fazer as compras para fazer churrasco); Positivo Recarga (recarrega créditos do celular usando cartão de crédito) 
CCE: Buscapé; Saraiva Reader; SaveMe; Hotel ASAP; MeuCarrinho; Cuponeria (oferece cupons de desconto); Moda It (blog de moda); Recomind (recomenda profissionais que outras pessoas avaliaram)

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Google anuncia 3 Chromebooks

Google anuncia 3 Chromebooks e uma Chromebox com processadores da Intel

Chromebooks chegam nos próximos meses e serão produzidos pela HP, Acer, Asus e Toshiba. Processadores Haswell estão na Chromebox.

Divulgação

Até agora, os Chromebooks não eram conhecidos por sua potência, mas o Google quer mudar isso. Três novos Chromebooks e uma Chromebox foram anunciados hoje e eles rodam a quarta geração de processadores da Intel, Haswell.
O anúncio foi feito durante uma keynote do Intel Developers Forum que acontece em San Francisco. O vice-presidente da Intel, Doug Fisher, e o chefe da divisão de Android e Chrome do Google, Sundar Pichai, falaram um pouco sobre as novas máquinas.
Os Chromebooks serão produzidos por três diferentes OEM: HP, Acer e Toshiba (que pela primeira vez produz um aparelho em parceria com o Google). Os detalhes sobre a potência de cada um dos aparelhos são poucos, mas Fisher prometeu 15% mais bateria e 50% mais potência nos Chromebooks com Haswell em relação aos antigos com processadores Atom. A Asus também vai fazer a sua estreia no mundo do Chrome OS com uma Chromebox (a Samsung também já produziu uma Chromebox). Data de lançamento, preço? Nada disso foi anunciado – o Google só diz que eles chegam “nos próximos meses”.
Agora com Asus e Toshiba ao seu lado, o Google se orgulha de ter seis das principais fabricantes de laptops do mundo produzindo aparelhos com o Chrome OS. O mais importante disso tudo, no entanto, é que o Chrome OS agora vai equipar máquinas potentes – até agora, ele aparece apenas em laptops low-end e alguns dispositivos malucos como o Chromebook Pixel, normalmente rodando processadores ARM ou Intel Atom. Junte a isso os Chrome Apps escapando da prisão do navegador e já temos um Chrome OS bem mais atraente do que antes – apesar de ainda precisar melhorar muito para competir com Microsoft e Apple. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

iPhone 5C: conheça os detalhes


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Este é o novo iPhone 5C: conheça os detalhes do novo smartphone popular da Apple


E ele é oficial: o celular da foto acima é o iPhone 5C, anunciado hoje pela Apple durante evento nos EUA (que estamos cobrindo ao vivo!). Como todos os vazamentos e rumores indicavam, trata-se de um aparelho mais barato, baseado no iPhone 5, e as coisas são bem coloridas por aqui, em policarbonato.
Tim Cook, CEO da Apple, anunciou que o iPhone 5 será substituído por dois designs e Phil Schiller subiu ao palco para mostrar os primeiros detalhes do iPhone 5C. Do mundo preto e branco dos iPhones, a Apple agora apostará na diversidade de cores: verde, branco, azul, vermelho e amarelo foram algumas das cores exibidas.
iphone5c
Pelas imagens, é aquilo que imaginávamos antes: um iPhone 5 feito de plástico – ou policarbonato, se você quiser ser mais preciso. Ou seja, o iPhone 5C terá o novo processador da Apple, o A6, tela de 4 polegadas Retina, e bateria de “longa duração”, segundo a Apple. A câmera terá 8 megapixels, com lente de cinco camadas e sensor retroiluminado. Craig Federighi, da Apple, também disse que o aparelho terá uma gama enorme de bandas de LTE, e estamos apurando se, enfim, teremos um iPhone com 4G que funcione no Brasil.
Além do aparelho, a Apple fez questão de falar muito sobre a nova capinha do iPhone 5C, que custará US$29 e tem um visual… curioso: elas são coloridas como os aparelhos, mas na traseira trazem buracos para que a cor da capa se misture com a cor do aparelho. Criando um grande carnaval.
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O preço? US$99 pelo modelo de 16GB e US$199 pelo modelo de 32GB, em um contrato de 2 anos. O preço do aparelho desbloqueado será US$549 e US$649, respectivamente. Assim, o iPhone 5C fica no meio da cadeia: o iPhone 4S continuará existindo (apenas o modelo de 8GB, e saindo de graça num contrato de 2 anos nos EUA); o iPhone 5C será o aparelho do meio, substituindo o iPhone 5; e o iPhone 5S, que também foi anunciado hoje, será o novo topo de linha.
A pré-venda do 5C começa dia 13 de setembro, nos EUA. Ele chega em mais 20 países no dia 20 de setembro, mas o Brasil não está na lista. Em dezembro, ele chega em mais 100 países – estamos apurando se o Brasil estará nesta leva.

sábado, 7 de setembro de 2013

Phablets estão em alta

Phablets estão em alta. Seria a hora da Apple olhar para esse mercado?


Phablets


Um novo relatório da IDC apontou que dispositivos com telas entre 5 e 7 polegadas, mais conhecidos como phablets, ultrapassaram as vendas de computadores portáteis e tablets na região da Ásia-Pacífico no segundo trimestre de 2013. Isso nos faz pensar... Será que está na hora da Apple investir nesse tipo de gadget?
A notícia indica que o mercado de dispositivos móveis criou uma nova categoria intermediária entre smartphones e tablets, explorada pela primeira vez em 2010 pela Dell e seu smartphone de 5 polegadas, o Dell Streak, e posteriormente aproveitado pela Samsung e seu Galaxy Note.
No segundo trimestre deste ano, os fabricantes despacharam 25,2 milhões de phablets para a região da Ásia-Pacífico (exceto Japão), em comparação com 12,6 milhões de tablets e 12,7 milhões de computadores portáteis no mesmo período. Os phablets praticamente representaram a soma das duas outras categorias.
Como se esse número não fosse convincente o suficiente, os embarques de phablets aumentaram 100% no trimestre, e 620% na comparação anual, conforme informações do CNET. A Samsung é quem detém a maior fatia desse mercado, com 50% do domínio da venda de phablets na região Ásia-Pacífico.
Recentemente, a Samsung anunciou o lançamento de seu Galaxy Mega, um dispositivo com tela de 6,3 polegadas, e deve anunciar o Galaxy Note 3 durante a IFA 2013, que acontece nos próximos dias em Berlim. Todos esse números mostram que uma categoria que há algum tempo parecia uma ideia maluca (telefones gigantes ou tablets com dimensões reduzidas) agora parece ser uma evolução natural do smartphone ou do tablet. 
E onde a Apple entra nessa história? Se pensarmos que a empresa oferece o iPhone 5 com uma tela de 4 polegadas e o iPad Mini com 7,9 polegadas, conseguimos enxergar uma lacuna em sua linha de dispositivos se levarmos em conta os padrões dos dispositivos atuais. Enquanto a empresa não manifesta interesse nesse mercado, esperamos algumas atualizações ainda este ano para o iPad Mini e talvez um iPhone 6 com uma tela maior para o próximo ano.

Apple testa telas de até seis polegadas para iPhone

Apple testa telas de até seis polegadas para iPhone, diz jornal


IPhone: phablet



A Apple está testando telas de 4.8 a 6 polegadas para o iPhone, de acordo com uma reportagem do The Wall Street Journal. A nova geração do smartphone, que deve ser apresentada na próxima terça-feira (10/09), no entanto, não terá dimensões diferentes das do iPhone 5. Mas, no futuro, a Apple pode entrar no mercado dos chamados"phablets".

O jornal informa que a empresa pode estar considerando uma linha de aparelhos com telas maiores para as próximas gerações do celular. O WSJ diz que a Apple pode oferecer iPhones com tamanhos diferentes para que os consumidores escolham os que mais se adaptam ao dia a dia de cada um.

Atualmente, o mercado de phablets é dominado pela Samsung, concorrente da Apple no mundo móvel, que oferece um vasto portfólio de aparelhos com cinco ou mais polegadas, como é o caso da linha Galaxy Note. Recentemente, a Samsung anunciou o Galaxy Note 3, que tem 5.7 polegadas.

Entretanto, o ciclo de inovações "radicais" da Apple não segue um padrão claro, ao analisarmos a história da empresa, apesar de ter um ciclo de lançamentos definido. Por isso, assim como o iPhone de baixo custo que é especulado há anos pela imprensa mundial somente chegará ao mercado neste ano, o iPhone 5C, conforme indicam diversas reportagens. A Apple também já fez diversos testes que acabaram não chegando aos consumidores, sendo apenas parte do trabalho de pesquisa e desenvolvimento.

Entre as inovações mais indicadas por diversas fontes em todo o mundo, o iPhone 5S, que será a geração topo de linha do smartphone, terá um processador A7, com velocidade 31% acima do A6 do iPhone 5, e um sensor de impressão digital para desbloquear o aparelho.


terça-feira, 3 de setembro de 2013

iOS 7 com iBeacons

iOS 7 pode ter novo conceito em localização com iBeacons

Sistema funciona como uma espécie de GPS de maior precisão, ideal para locais fechados

Getty Images

O novo iPhone pode ter uma novidade muito mais interessante do que suas novas cores: um novo sistema de microlocalização no iOS 7.
O iBeacons é uma criação do Bluetooth Low Energy (BLE) que permite uma localização precisa para uso nos aplicativos do iOS 7. Já há, inclusive, empresas criando hardware e softwares para tirar proveito dos novos recursos geográficos que o dispositivo terá.
O sistema existe no iPhone 4S e no 5, tal como em iPads, computadores Mac e nos Androids mais sofisticados. O dispositivo móvel do iBeacon é tanto um gerador de sinal quanto um sensor. Quando o BLE estiver ligado no iOS 7, será possível receber mensagens com a localização específica, com base na proximidade das redes locais de iBeacons. E o telefone pode agir como um iBeacon por si próprio, transmitindo mensagens para outros dispositivos.
O desafio para os anunciantes é assegurar de que as mensagens serão chamativas e relevantes, para que o sistema não encontre rejeição e os usuários simplesmente o desliguem.
O sistema BLE será especialmente útil em lugares onde dados de GPS podem estar indisponíveis, como, por exemplo, dentro de um shopping center. O sensor do dispositivo, que atingirá um raio de aproximadamente 50m, será melhor do que a triangulação de GPS e WiFi.
O sistema permite emitir e receber conteúdo. Com isso, é possível haver comunicação entre empresas, redes BLE de baixo custo e os usuários, o que leva a uma poderosa e valiosa rede de comunicação móvel.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Dois novos iPhones

Apple iniciará distribuição de dois novos iPhones em setembro


iPhone 5S e 5C

Como todas as centenas de rumores recentes apontam, a Apple realmente lançará dois novos modelos do iPhone em setembro. Um de baixo custo e outro seguindo a linha original. Ou seja, os aparelhos que conhecemos por iPhone 5C e iPhone 5S.

A informação vem direto do Wall Street Journal informando que a Apple pediu para sua fabricante Hon Hai, que controla as fábricas Foxconn, para começar a produção e distribuição desses dois novos iPhones em setembro.

Parece que os fornecedores da Apple começaram a produzir componentes para dois modelos de smartphones já em junho. Um com chassis normal de metal como o do iPhone 5 e outro mais barato.

O que isso tudo quer dizer? Primeiramente, a confirmação tanto do iPhone 5S como a do iPhone 5C. Também que a Apple começara a distribuição dos novos aparelhos já em setembro, o que não é uma grande surpresa sendo que a maça costuma disponibilizar seus novos aparelhos pouco tempo depois de seu anúncio oficial.

Esperamos que os novos iPhones sejam anunciados oficialmente no dia 10 de setembro. Ao que tudo indica, teremos também uma versão dourada do iPhone 5S.