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sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

LG G3 pode contar com leitor de impressões digitais

Smartphone e pulseira inteligente devem ser lançados juntos


LG G3 pode contar com leitor de impressões digitais

O sucessor do G2 da LG é esperado apenas para a segunda metade de 2013, mas os rumores sobre o aparelho já começaram a esquentar. Nesta semana, informações sobre a resolução da tela do aparelho indicavam o 2K, juntamente a um processador desenvolvido e fabricado pela própria LG. Agora, a exemplo do HTC One Max e iPhone 5S, o novo top de linha da coreana deve também trazer um leitor de impressões digitais. O sensor deve ficar posicionado na traseira do dispositivo, como no modelo da HTC.
De acordo com as fontes anônimas do Korea Herald, a decisão de incluir o componente de segurança no smartphone acabou de ser tomada pela fabricante e, por conta disso, os primeiros protótipos também acabaram de começar a serem testados. Não há mais detalhes sobre quais funções a empresa espera combinar com o leitor de digitais, além do desbloqueio de tela, mas é possível que haja algum app específico para tal.


Especificações esperadas para o LG G3 até o momento


  • Tela: tecnologia indefinida, mas com resolução 2560x1440 (2K ou Q-HD) e 5,5’’
  • Processador: octa-core de 2,2 GHz de fabricação própria da LG – LG Odin
  • Câmera: 16 MP (traseira)
  • Leitor de impressões digitais integrado
Acredita-se que a LG possa apresentar seu top de linha já na Mobile World Congress em fevereiro, mas, por se tratar de uma data muito próxima, essa pode ser considerada uma alternativa improvável porém possível.


quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

LG G3 também deve ser lançado com tela de resolução 2K

Aparelho pode aparecer na segunda metade de 2014

LG G3 também deve ser lançado com tela de resolução 2K

Depois de informações sobre a possível tela com resolução 2K ou Quad-HD do Galaxy S5, rumores sobre um LG G3 com tela com as mesmas características começaram a circular pela internet. O aparelho da LG teria resolução de 2560x1440, exatamente os mesmos números dos rumores sobre o GS5. Com isso, as duas gigantes coreanas estariam competindo de perto nesse segmento de smartphones com altíssima resolução. Ainda assim, os detalhes vazados sobre o próximo top de linha da LG não especificam o tamanho da tela em polegadas.
Mesmo com essa dúvida, é possível inferir que esse possível G3 da LG contaria com um display de 5,5’’, sendo que a fabricante apresentou uma tela desse tamanho com resolução 2K em agosto deste ano em caráter de teste.
O novo top de linha da LG, apesar de competir em resolução de tela com a rival conterrânea, será lançado bem depois do que é esperado para o Galaxy S5. Acredita-se que o modelo da Samsung seja apresentado já em fevereiro, antes da MWC 2014, para chegar às prateleiras em março. O G3, por sua vez, deve aparecer no mercado apenas na segunda metade do ano que vem.

Especificações esperadas para o LG G3

  • Tela: tecnologia indefinida, mas com resolução 2560x1440 (2K ou Q-HD) e 5,5’’
  • Processador: octa-core de 2,2 GHz de fabricação própria da LG – LG Odin
  • Câmera: 16 MP (traseira)



quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Comparativo Lumia 520, Optimus L4 II, Razr D1 ou Xperia

Lumia 520, Optimus L4 II, Razr D1 ou Xperia E: qual o melhor smartphone abaixo de R$500?

Os quatro smartphones de entrada se mostraram interessantes, mas o Lumia 520 oferece o melhor custo benefício

Reprodução / Manual do Usuário

O mercado brasileiro está recheado de smartphones para todos os gostos e bolsos. De modelos de ponta (e caríssimos) até os valentes celulares de entrada, que sofrem para rodar o pouco que oferecem, a variedade nunca foi tão grande por aqui. 
Infelizmente não é todo mundo que pode se dar ao luxo de comprar um iPhone ou um Galaxy S. Na medida em que o preço cai, as especificações dos aparelhos definham também e chega um ponto onde as frustrações que eles geram no uso ultrapassam o tolerável. Qual é esse ponto? Difícil dizer, mas estimo que a faixa dos R$ 400 a R$ 500 seja uma boa aposta.
Com isso em mente, ou seja, pagar o mínimo possível por uma experiência aceitável, surgiu a ideia de realizar esse comparativo. O Natal se aproxima, logo, creio que será importante também para quem está em busca de um novo celular, próprio ou para dar de presente, que não comprometa o décimo terceiro. Espero que seja útil.
(Rápido parênteses: cadê a Samsung? Desde o início a minha intenção era ter cinco celulares neste comparativo. Faltou um, da Samsung, que mesmo após insistentes pedidos meus não se dispôs a enviar um Galaxy Young Duos para testes. A resposta da assessoria foi: eles não enviam aparelhos dessa faixa de preço para a imprensa. Uma pena.)

Os competidores


Reprodução / Manual do Usuário


O comparativo envolve quatro aparelhos:
• Lumia 520, da Nokia.
• Optimus L4 II, da LG.
• RAZR D1, da Motorola.
• Xperia E, da Sony.
Todos foram usados por mim, usando um SIM card da Claro — à exceção do Lumia 520, testado na rede da TIM. São três Androids e um Windows Phone e tentei diminuir ao máximo os desvios que a mudança de plataforma poderia ocasionar. Como? Usando os mesmos apps (ou similares) em todos eles, definindo configurações idênticas (como brilho da tela) e outros pequenos ajustes visando a paridade.
Não é um teste científico, não rodei benchmarks, nem cronometrei ações nos aparelhos. Não é essa minha ideia, porque não acho que tal abordagem tenha tanta importância no mundo real. Por exemplo: o Optimus L7 II, testado recentemente aqui, tem menos RAM que o RAZR D1, que integra esse testes, mas nem de longe é um aparelho inferior. Faria sentido dizer o contrário baseado em um mero número, ignorando completamente a experiência de uso? Eu acho que não.
Antes de colocar nossos competidores em choque, é válido dar uma passada por cada um deles — em ordem alfabética.

Lumia 520, da Nokia


Reprodução / Manual do Usuário


De todos, o Lumia 520 é o que tem mais cara de produto superior. O acabamento, a exemplo dos demais, é de plástico, mas aquele de toque mais suave característico de alguns aparelhos da Nokia. 
Este smartphone se beneficia da rigidez que a Microsoft impõe a quem decide usar o Windows Phone. O SoC é um Snapdragon S4 Plus, com processador dual core de 1 GHz e GPU Adreno 305. Não é um foguete, mas segura bem as aplicações do sistema.
O que compromete um pouco é a memória disponível, apenas 512 MB, limitação que cobra seu preço na multitarefa: espere ver com alguma frequência a tela “Retomando…” ao voltar a algum app aberto recentemente. A sensação de lerdeza é amenizada pela interface fluída do Windows Phone; você sabe que demora, mas a espera parece menos dolorosa com as transições suaves e bonitas do sistema.
O Windows Phone dá uma força em outra área: a tela. Com 4 polegadas e resolução de 480×800, ela se distancia das demais testadas neste comparativo, mas ainda assim fica longe das melhores do mercado. O padrão visual fortemente angular e a tipografia grandona do sistema da Microsoft ajudam bastante a ocultar as deficiências da tela — que, em outros aspectos, como brilho, ângulos de visão e cores, é bem competente para essa faixa de preço.

Optimus L4 II, da LG

Reprodução / Manual do Usuário


De longe, o mais curioso. Não bastasse ter sinal de TV digital (como o RAZR D1, aliás), esse modelo intermediário da linha Optimus L, da LG, aceita três SIM cards simultaneamente. Não um, não dois; três!
O corpo gordinho não é muito mais grosso que os demais, mas passa a sensação de que sim. Ele também parece ser meio “achatado”, a ponto de deixar em dúvida a proporção da tela — seria esse um filhote do bizarro Vu, também da LG, o phablet com proporção de tela 4:3? Não é o caso. Aqui, temos uma tela de 3,8 polegadas e resolução de 320×480. O L4 II tem a tela com menor densidade de pixels de todos os modelos testados e isso afeta a percepção do usuário, mas mesmo em um equipamento tão barato e simples a LG colocou um bonito (e destoante) painel IPS.
No que diz respeito ao desempenho, temos um SoC single core de 1 GHz da Mediatek, combinado com 512 MB de RAM. As mesmas deficiências apresentadas pelo Xperia E, que compartilha uma configuração similar, são vistas aqui: os apps mais simples até abrem relativamente bem, mas gerenciar dois já sobrecarrega o sistema.

RAZR D1, da Motorola

Reprodução / Manual do Usuário


O simpático aparelho da Motorola é mais poderoso do que se poderia imaginar. Lançado junto ao D3 no primeiro semestre, chamou a atenção pelo custo-benefício e ainda hoje é uma compra muito boa no cenário abaixo dos R$ 500.
Embora não seja fator determinante, quando as outras características empatam com celulares nessa faixa de preço, a RAM dele se destaca. Dos modelos testados aqui, é o único com 1 GB disponível, característica impressionante para um smartphone de entrada.
A favor também está o Android (4.1.2 Jelly Bean) praticamente intacto que a Motorola usou aqui. Há pequenas alterações, a maioria útil, que não comprometem a saborosa experiência de usar o sistema como concebido pelo Google.
De ponto fraco, a tela talvez seja o maior. Ela tem 3,5 polegadas e resolução de 320×480, o que dificulta a leitura de textos menores e deforma ícones mais delicados, como os da barra de notificações.

Xperia E, da Sony

Reprodução / Manual do Usuário

Cada aparelho dos testados herda algumas características de modelos mais avançados de suas respectivas marcas. No caso do Xperia E, o que se destaca é o botão de liga/desliga e desbloqueio da tela reforçado. Seria legal se todo celular tivesse esse detalhe, já que sendo algo usado o dia todo, é um do tipo que faz diferença.
A tela do Xperia E é a mais esquisita, com reflexos além do aceitável, um aspecto meio lavado e pouco brilho mesmo com essa configuração no máximo. A personalização da Sony, que já é de se questionar nos Xperias maiores, é particularmente ruim para a tela de 3,5 polegadas desse modelo. O app drawer, por exemplo, exibe poucos ícones por página e as alterações estéticas, que visam dar um ar mais sofisticado ao Android, são meio cafonas em um aparelho de entrada nada sofisticado.


Comparando detalhes
A batalha dos chips

Reprodução / Manual do Usuário

Dar suporte a mais de um SIM card está virando padrão em smartphones low-end e mid-range. Nossos competidores não fazem feio e, com exceção do Lumia 520, todos conversam com mais de uma operadora ao mesmo tempo — o L4 II, com três! O Lumia 520, aliás, é o único dos quatro a trabalhar com micro SIM.

Câmeras

Aqui é briga de foice para ver quem se sai menos pior. Com aparelhos tão comprometidos em tantas áreas, era de se esperar que as câmeras não fizessem maravilhas na hora de registrar momentos.
Nas amostras que fiz, as câmeras do Xperia E e L4 II não demoraram a se revelarem ruins. As outras duas agradam, dentro das limitações da situação. A do D1 é bastante saturada, mas tem boa definição. Já a do Lumia 520, apesar de um ou outro estouro ocasional em áreas claras, é a mais fiel em cores e entrega, na média, resultados bem legais. Veja esse primeiro comparativo em ambiente externo com bastante luz natural:

Reprodução / Manual do Usuário


Em ambiente interno com iluminação natural a discrepância foi menor. LG e Sony parecem aplicar um pós-processamento mais pesado, algo perceptível na parte sombreada do Droid, abaixo. A definição da câmera do L4 II ficou surpreendentemente boa nesse exemplo, mas não sem sacrificar a qualidade — há um ruído perceptível naquela área.


Reprodução / Manual do Usuário


Neste último comparativo, vemos o detalhe de uma placa. Aqui, as câmeras da LG e Sony mostram, novamente, que são fracas e acabam recorrendo a correções incapazes de equiparar os resultados aos das câmeras da Nokia e Motorola. Este exemplo também evidencia a inclinação da Motorola por imagens mais quentes e saturadas.

Reprodução / Manual do Usuário


No geral, fiquei bem dividido entre as câmeras do Lumia 520 e do RAZR D1. A do smartphone da Nokia tem um tiquinho a mais da minha preferência por ser mais fiel em cores, sem puxar tanto para as quentes, ou saturá-las, como as do D1 — que, a seu favor, leva vantagem em definição.
Note que, como dito no início, aqui o objetivo não é encontrar a melhor câmera, mas a menos ruim. É relativamente difícil conseguir boas fotos com qualquer uma das quatro.


Bateria
Todos os quatro têm baterias modestas, suficientes para passar um dia longe da tomada desde que não se exagere no uso dos recursos. A do Lumia 520 é a menor de todas, com capacidade de apenas 1300 mAh — os demais giram em torno de 1700. Na prática, o Windows Phone parece ser menos gastão e a autonomia não difere tanto quanto essa diferença numérica sugere.
É difícil encontrar smartphones com baterias que se destacam. Quando acontece, geralmente a própria fabricante ressalta isso — como no RAZR MAXX, da Motorola, ou o Honor, da Huawei. Ainda que bem próximos dos preços de dumbphones mais elaborados, no quesito bateria os smartphones de entrada são parecidos com modelos mais caros. O que, nesse caso, é uma pena.

Acabamento

Plástico, plástico para todo lado! Mas alguns bons, especialmente o do Lumia 520. Ele se sobressai e ganha, sem muita dificuldade, o título de celular mais bonito deste comparativo. A ergonomia também é bacana (é o maior dos quatro), com bordas arredondadas atrás e um acabamento suave na tampa traseira.
O Xperia E também aposta em um tipo de plástico diferente, com uma textura rugosa que dá firmeza no uso. Além da ergonomia, o design dele dá uma valorizada estética ao conjunto. Fica em segundo lugar nesse critério.

Reprodução / Manual do Usuário

L4 II e D1 usam um plástico mais simples, pouco inspirado. As tampas traseiras são levemente texturizadas, mas de forma ruim ou indiferente. O D1 imita o acabamento em Kevlar dos RAZR mais caros, mas é plástico mesmo e dos mais simples.
Desempenho
A exemplo da câmera, aqui também a briga é feia. Todos eles te fazem esperar para abrir apps, todos se enrolam na multitarefa, nenhum tem desempenho capaz de distanciá-lo dos demais. Adquirir um smartphone por menos de R$ 500 é, antes de qualquer coisa, um exercício constante de paciência.
O RAZR D1 leva vantagem pela RAM extra, mas é uma vantagem que se mostra mais em situações de uso atípicas. É notadamente mais rápido que os outros dois Androids, mas na maior parte do tempo ter mais RAM que os outros não impacta tanto assim — o Android capenga bastante com 512 MB, mas não faz muito melhor com o dobro disso e um SoC ruim.
O Lumia 520 tem a vantagem do Windows Phone: ele transita pela tela com mais harmonia, passando a sensação de ser mais ágil que os concorrentes com Android e é efetivamente mais rápido que os outros. Mas, no geral, é só sensação mesmo: em um teste direto, abrindo apps similares simultaneamente nos quatro logo após reiniciá-los, o tempo de carregamento foi muito parecido em todos, com o smartphone da Motorola levando uma ligeira vantagem na maioria das vezes e o Lumia 520 vindo logo atrás.
Nessa disputa, desempenho é um fator que não pesa tanto na hora da escolha — todos são, infelizmente, fracos. Considere outras coisas na hora de decidir pelo seu.

E o vencedor é…
De cara, pelo acabamento, desempenho e outros detalhes já citados, Optimus L4 II e Xperia E ficaram pelo caminho. O páreo foi duro, porém, entre o Lumia 520 e o RAZR D1. São dois aparelhos que não parecem custar o que custam dada a qualidade que oferecem. Verdadeiras pechinchas que servem muito bem o usuário sensível a preços.
No fim, feitos mais testes e gasto mais tempo refletindo, ganhou a minha preferência o aparelho da Nokia. Na faixa entre R$ 400 e R$ 500, o Lumia 520 é a nossa indicação.

Reprodução / Manual do Usuário


O Lumia 520 levou pelo acabamento, muito mais premium que os demais, a tela, a maior fisicamente e com resolução mais alta de todos, e o Windows Phone, que em modelos de entrada está em melhor forma que o Android — cenário que pode mudar com a chegada do KitKat – e já não sofre tanto da escassez de apps, um problema crônico até ano passado. É disparado o Lumia que a Nokia mais vende, e dá para entender o porquê: é um smartphone e tanto.

Reprodução / Manual do Usuário

O RAZR D1 fica em segundo, mas por uma cabeça de distância. Mais especificamente, por uma tela ruim. Para quem prefere a multiplicidade de apps do Android ou o sistema em si (com a promessa de atualização para o começo de 2014), porém, é a melhor pedida. Trata-se de um smartphone bem competente para o que custa, com uma experiência próxima à do Android puro e extras técnicos interessantes em relação ao Lumia, como suporte a dois SIM cards e TV digital.
O D1 tem, agora, um grande concorrente doméstico, o Moto G. Apesar do preço sugerido de R$ 649, na Black Friday diversas lojas venderam a variante de entrada por R$ 550 e não será surpresa se já no Natal esse valor se repetir, ou cair ainda mais. Entre os dois, a disputa é covardia. Vá de Moto G sem pensar meia vez – o Gizmodo Brasil já mostrou em um review que o novo aparelho da Motorola é o cara quando o assunto é custo-benefício. Mas, caso você pense no Moto G, não esqueça da conclusão do review: o modelo de 8GB não tem entrada para MicroSD (o D1 tem, pelo menos) e você terá algumas limitações.
É bem provável que o varejo brasileiro empurre os preços desses modelos ainda mais para baixo nas festas de fim de ano. O bom é que, hoje, quem tem pouco para investir em celular não fica tão comprometido quanto alguém há dois anos com o equivalente a esse valor de hoje — comentamos isso em um podcast, aliás. O avanço das configurações e o uso de tecnologias antes de ponta em celulares de entrada gera esse benefício na ponta de baixo da tabela e, no fim, ganha todo mundo.

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

LG smartphone curvado

Um olhar mais de perto no smartphone curvado da LG

O modelo G Flex tem uma telona de 6 polegadas e câmera de 13 megapixels

The Verge

O jornalista Federico Ini teve acesso ao G Flex, smartphone curvado da LG, e entregou fotos do aparelho ao The Verge.
Federico mostra o aparelho com tela de 6 polegadas e curvada no eixo vertical. Ele não revelou nenhum truque de software pensado para o novo formato; no Samsung Galaxy Round, também curvado, é possível conferir notificações, data/hora e nível de bateria ao pressionar uma das bordas inclinadas.
Ele diz, no entanto, que a telona poderia ser melhor para assistir vídeos, tal qual as telas de cinema – e, em menor grau, as TVs curvadas. O jornalista deixa claro que, como sabíamos, o G Flex não é flexível.
Além da tela, temos aqui um botão de volume e liga/desliga na traseira, abaixo da câmera de 13 megapixels – tudo bem semelhante ao LG G2.
Ele também comenta ao The Verge que o aparelho será lançado em novembro, apenas na Coreia do Sul; ele não está previsto para os EUA, Europa, nem América Latina. Ou seja, não o espere no Brasil tão cedo. 

The Verge

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

LG smartphone curvado

Será este o novo smartphone curvado da LG?


Aparelho com tela flexível no eixo vertical, como telefones antigos, teve imagens vazadas


Engadget

Há basicamente duas maneiras de curvar um smartphone. A Samsung fez isso no eixo horizontal em seu Galaxy Round. E, de acordo com esta imagem vazada pelo Engadget, a LG resolveu curvar o eixo vertical. É como os telefones de antigamente!
Ainda sabemos pouco sobre este aparelho: ele deve se chamar “G Flex”, ter uma bateria curvada e usar a nova tecnologia OLED flexível da LG. Trata-se de um display de 6 polegadas feito de plástico, em vez de vidro, o que o torna mais resistente.
Neste aparelho, a tela é totalmente curvada, ao contrário do Nexus S ou Galaxy Nexus, cujo display era plano – só a camada de vidro era levemente inclinada na parte inferior.
O novo smartphone não é flexível, é claro. Mesmo assim, parece bacana. Mas no início do ano, vimos um protótipo da Samsung no qual a tela se dobrava em uma das bordas, exibindo notificações nessa área. Isso era ainda mais bacana.
Será que essas curvas da LG realmente valem a pena? Nós vamos descobrir em breve: rumores dizem que o G Flex será lançado no início de novembro. A LG disse ao Wall Street Journal que planeja lançá-lo até o final deste ano.

Engadget

domingo, 13 de outubro de 2013

apps para smartphones

Estes sãos os primeiros apps para smartphones com benefício fiscal

As empresas beneficiadas devem oferecer aplicativos nacionais com os aparelhos. Veja aqui a lista completa

Reprodução

Em abril, o governo concedeu uma isenção fiscal às fabricantes de smartphones, para reduzir o preço dos aparelhos no Brasil. No entanto, com o benefício veio uma série de exigências: uma delas é a presença de apps nacionais nos smartphones. Quais? O Ministério das Comunicações divulgou a lista.
A seleção varia entre as fabricantes, e inclui uma boa gama de opções: guias de turismo, apps de ônibus e táxi, controle de finanças e mais. Eles podem ser úteis! Mas como eles serão oferecidos aos usuários?
Há três opções: pré-instalar os apps, criar um app que reúna os apps nacionais, com link para download; ou dar a opção de instalar apps só durante a configuração inicial do aparelho. Isso depende de cada fabricante; esperamos que elas não adotem o pior método.
Nove empresas terão que oferecer esses apps: Apple, CCE (Digibrás), Huawei, LG, Motorola, Nokia, Positivo, Samsung e Sony. Eles só estarão presentes nos smartphones que receberem a isenção fiscal: ou seja, aparelhos fabricados no Brasil, com 3G, Wi-Fi, um sistema operacional que permita apps de terceiros e que custem menos de R$ 1.500.
A partir desta semana, todo smartphone que receber isenção de PIS/Cofins precisa sair de fábrica com pelo menos cinco apps nacionais. E a exigência vai aumentando: a partir de janeiro de 2014, serão 15 apps nacionais; a partir de junho, 30 apps; e a partir de dezembro, 50 aplicativos brasileiros.
Por que tantos? Com a medida, o governo quer fomentar o desenvolvimento de apps nacionais. Na lista de 88 apps, alguns são de grandes empresas, outros são do governo, porém a maioria é de outros desenvolvedores – incluindo até pessoas físicas.
E se você estava preocupado que os apps seriam, na verdade, inúteis, boa notícia: os apps escolhidos até que são bacanas! Sim, há algumas escolhas questionáveis: a LG colocou basicamente um app que faz propaganda para as TVs dela; e a Samsung encheu a lista com passatempos da Coquetel. Torcemos que apps ruins não entrem na listagem, o que pode ser difícil – ela vai crescer muito até o final do ano que vem.

Apple
Transporte: Easy Taxi (chama táxi em grandes cidades brasileiras); Vai Rio (aplicativo de trânsito do jornal O Globo); Onde está meu ônibus? (traz informações sobre linhas de ônibus em São Paulo)
Utilitários: Kekanto (opiniões sobre restaurantes, hotéis, bares e outros); Organizze (controle finaceiro); Tecnonutri (acompanha seu consumo de calorias)
Educação: ENEMQuiz (simulado de ENEM); Concursos (videoaula e simulado para concurso público e OAB)
Esportes: Pitaco (bolão de futebol); Seleção (app oficial da Seleção Brasileira de Futebol); Esporte Interativo Ao Vivo (canal de esportes por US$ 4,99 ao mês)
Do governo: Pessoa Física (consulta de Imposto de Renda); Câmbio Legal (mapa de locais para comprar e vender moeda estrangeira); Calculadora do Cidadão (calculadora financeira do Banco Central); Infraero (consulta horários de voos e informações de aeroportos); Viajantes (app da Receita Federal para viajantes no exterior)
Outros: Coowl (fotografia e lomografia); Dujour (app de moda); Turma da Galinha Pintadinha (para crianças; reúne os vídeos da Galinha Pintadinha); Bookshelf do Doki (livros interativos e de atividades para crianças); Handy Talk (para pessoas com problemas de fala)
Samsung
Turismo: 1001 Atrações Culturais; 1001 Lugares; 1001 Praias; 1001 Sabores; Guia das cidades-sede (do Guia Quatro Rodas); Guia de Viagem Argentina e Chile; Orlando; Compras em NY, Miami e Orlando; Colômbia (guias turísticos)
Jogos: Perfil 4 (jogo de tabuleiro da Grow); Coquetel Bomba; Coquetel Caça-Palavras; Coquetel Jogo dos Erros; Coquetel Pirâmide; Coquetel Torto; Jogos Coquetel
Outros: Guia do Torcedor (para a Copa do Mundo); Parental Control (controla acesso quando uma criança estiver usando o aparelho)
Nokia
Finanças: Caderninho de Gastos (controle de gastos para Windows Phone); Canarinho (controle de gastos para Symbian); Fuel (compara preço de gasolina e álcool); Loterias (não-oficial, reúne resultados de loterias)
Utilitários: Keeper (gerenciador de senhas); Agentto (emite pedido de socorro para seus contatos caso você esteja em perigo); BR9 (insere dígito 9 na agenda de contatos do Symbian); CPF (verifica se número de CPF ou CNPJ é válido)
Saúde: Dieta e Saúde (acompanha calorias consumidas e peso); Vamos beber água (avisa o usuário para beber água durante o dia); Vacinas (calendário de vacinação brasileiro)
Outros: Terra; Placar UOL; Climatempo; Apontador (mapas); Chuver (jogo)
LG: Kekanto; LG Smart Poker; LG Smart Truco; LG Showroom (mostra a linha de TVs da LG); Crime Maps (mapa com crimes na sua cidade); Afinador Cifra Club (afina instrumentos de corda); Metrônomo Cifra Club (para medir o ritmo musical); Palco MP3 (800 mil músicas para ouvir e baixar); Carango (acompanha uso e manutenção do carro)
Motorola: Kekanto; Apontador; Dieta & Saúde; Meu Carrinho (lista de compras); Boa Lista (cria lista de compras e oferece comparação de preços); iPostal (envia cartões postais impressos por R$ 3,99)
Sony: Track ID; Toque e Envie; Moby Stock; Walkmate (contador de passos); Smart Key (dá mais funções ao botão no seu fone de ouvido); Tricky Shot (jogo de futebol)
Huawei: Kekanto; Boa Lista; MeuCarrinho; SaveMe (compra coletiva); FreeZone Wi-Fi (busca hotspots gratuitos); Hotel ASAP (faz reserva de hotéis); Belezuca (oferece pontos ao visitar lojas, que podem ser trocados por recompensas); Play Kids TV (serviço premium de vídeos infantis)
Positivo: Antifurto Droid SMS; Minhas Economias; Ponto por Ponto Dieta; Operadora DDD; Churrascômetro (ajuda a fazer as compras para fazer churrasco); Positivo Recarga (recarrega créditos do celular usando cartão de crédito) 
CCE: Buscapé; Saraiva Reader; SaveMe; Hotel ASAP; MeuCarrinho; Cuponeria (oferece cupons de desconto); Moda It (blog de moda); Recomind (recomenda profissionais que outras pessoas avaliaram)

sábado, 5 de outubro de 2013

benchmarks

LG, HTC e Asus também manipulam benchmarks – e isso está muito errado


anandtech benchmark cheat

A Samsung foi acusada de turbinar o Galaxy S4 e o Note 3 para fazê-los parecer melhores do que são em benchmarks. O Anandtech foi mais fundo, e descobriu que outras fabricantes também estão trapaceando. Isso está muito errado.
Os benchmarks de dispositivos móveis não foram feitos para medir seu desempenho máximo. Para que saber esse limite, se você não vai atingi-lo mesmo usando apps pesados? É algo totalmente artificial.
Pelo contrário, os benchmarks mostram algo muito mais útil: como o processador (ou chip gráfico) reage ao lidar com uma carga enorme de tarefas. Em vez de fornecer desempenho máximo o tempo inteiro, ele lhe dará algo mais equilibrado.
O exemplo mais claro disso está no gráfico abaixo, do AnandTech, que mostra o comportamento do Galaxy S4 rodando um benchmark de forma normal, sem forçar os núcleos a funcionar no máximo:

andebench

Veja que a frequência aumenta e diminui aos poucos até chegar no máximo. É isso que seu smartphone fará todo dia ao lidar com tarefas pesadas – ele não ficará sempre no limite.
Mas ei, talvez você queira saber qual é o limite máximo do seu smartphone! Então que as fabricantes deem a opção de rodar benchmarks com (ou sem) as otimizações ocultas que elas colocam, sem aviso, nos seus produtos. A falta de transparência também é um erro.
E, infelizmente, é um erro que muitas fabricantes cometem. Após testes extensos, o AnandTech conclui:
Com exceção da Apple e Motorola, literalmente toda fabricante com quem já trabalhamos vende (ou vendeu) pelo menos um dispositivo que usa essa otimização de CPU… É um problema sistêmico que parece ter surgido nos últimos dois anos, e que se estende muito além da Samsung.
Na tabela intitulada “Eu não acredito que tive que fazer essa tabela“, eles listam os gadgets e os benchmarks nos quais eles trapaceiam. Os mentirosos são: HTC One, HTC One mini, LG G2, Samsung Galaxy Tab 3 10.1, Samsung Galaxy Note 10.1 (2014 Edition) e ASUS Padfone Infinity. Vale notar que eles não mentem em todos os benchmarks, mas alguns (como AnTuTu e Vellamo) são os maiores alvos.
E quem não trapaceia? O Moto X, o Razr i, o NVIDIA Shield e a linha Nexus – já que ela roda Android padrão, sem truques para manipular benchmarks.
É interessante notar que, segundo o AnandTech, manipular benchmarks é uma escolha da fabricante do gadget, não do processador. “Eu sei que, internamente, a Intel se opõe bastante a essa prática”, dizem eles. (O Tab 3 10.1 roda processador da Intel.) Sim, Nvidia, Intel e AMD já foram acusadas de turbinar benchmarks no passado – mas nem por isso a atitude é correta.
E o pior é que, segundo o AnandTech, na maioria das vezes o ganho em manipular benchmarks é mínimo, variando entre 0% e 5%. Imaginar que as fabricantes estão se esforçando para mentir nos testes de desempenho – em vez de otimizar seu software direito, por exemplo – mostra como elas estão perdendo tempo com algo inútil.
Então, fabricantes, parem com isso – ou pelo menos sejam mais transparentes a respeito. 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Análise: smartphone LG Optimus L5 II

Um modelo com bom custo-benefício para quem quer ter um aparelho com Android sem gastar muito.




Recentemente, nós analisamos o LG Optimus L4 II, um aparelho considerado de “entrada”, ou seja, com uma configuração mais modesta e preço mais acessível.
Sem dúvida, a LG é uma das companhias que mais tem investido nesse segmento de mercado no Brasil, oferecendo diversos smartphones com essas características.
Dessa vez, colocamos as mãos no modelo logo acima desse: o LG Optimus L5 II. Com componentes um pouco mais potentes, este gadget proporciona uma rotina online ainda mais agradável e, o que é melhor, sem cobrar tanto a mais por isso (em média, ele custa R$ 600).

Especificação

Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] 


    Testes de desempenho


    A experiência que tivemos com o Optimus L5 II mostrou que, de uma maneira geral, ele possui um desempenho satisfatório. Nossa rotina em contato com o smartphone da LG aconteceu ao longo de dois dias, navegando pela web, reproduzindo músicas e vídeos, acessando redes sociais e muito mais — tudo ao mesmo tempo.
    Pouquíssimas vezes o aparelho apresentou lentidão na transição de telas e não travou em nenhum momento. Apesar de sabermos que ele não possui um processador e uma GPU de grande potencial, executamos alguns jogos para averiguar sua capacidade de entretenimento.
    O resultado não deixou a desejar, embora não chegue perto de modelos mais “parrudos”. Em suma, o Optimus L5 II foi capaz de rodar games mais simples, como Temple Run 2, até títulos um pouco mais elaborados, incluindo o CSR Racing.
    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo]
     Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo]
    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo]

    Nos gráficos acima, você confere a performance deste dispositivo em testes realizados por benchmarks conceituados: Vellamo e AnTuTu. Basicamente, o desempenho do Optimus L5 II foi compatível com a sua configuração de hardware. Em uma comparação com um de seus concorrentes diretos, o Motorola Razr D1, o produto da LG perdeu em duas das três análises realizadas, mas com marcas bastante próximas.

    Aprovado

    Leve como uma pluma


    Após tirarmos o LG Optimus L5 II da caixa, a primeira coisa que nos chamou atenção ao segurarmos o produto foi o seu peso. Os 100 gramas do aparelho mal são capazes de fazer você senti-lo na mão. Isso significa que o smartphone não pesará no seu bolso, e é bem possível que você esqueça que ele está lá. Outro ponto positivo disso é que, mesmo quando utilizado por longos períodos, o aparelho não fará você cansar de segurá-lo ou até mesmo sentir dores nas mãos.

    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] 


    Ergonomia garantida

    No sentido ergonômico, a empresa sul-coreana fez um bom trabalho e o Optimus L5 apresentou dimensões bastante agradáveis. Tanto a sua largura como a sua altura promovem uma pegada “firme”, evitando possíveis quedas, mas sem exigir que você precise tensionar demasiadamente as mãos e os dedos para isso.

    A tela dá conta do recado

    O Optimus L5 II foge da tendência de smartphones com telas cada vez maiores — até mesmo pelo fato de o aparelho ter um foco de ser mais econômico, e quanto maior o display mais caro será o seu custo.
    Porém, as 4 polegadas de tela oferecidas pelo modelo da LG são suficientes para que você navegue na web, veja as atualizações das suas redes sociais e converse com seus amigos de maneira agradável.
    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] (Fonte da imagem: Divulgação/LG)
    Além disso, esse tamanho é bacana por não fazer com que você tenha que esticar os dedos para alcançar toda a área útil do display. Isso também é resultado do bom uso do espaço destinado para a tela na carcaça, deixando bordas finas em suas laterais.
    No tocante a desempenho, a tela do Optimus L5 II se mostrou bem responsiva aos multitoques — o que é muito importante para uma experiência de uso precisa, algo imprescindível para jogos, por exemplo.
    Em contrapartida, o display não é muito eficiente quando o assunto é bloquear o reflexo de luzes que incidem diretamente nele. Com isso, lâmpadas e a luz do sol podem dificultar a visualização do que está sendo exibido. Por fim, achamos as cores reproduzidas um tanto quanto “apagadas”, mas nada que chegue a afetar significativamente o uso do smartphone.

    Adaptações do Android

    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)
    Uma peculiaridade do Optimus L5 II é a presença de diversas adaptações no Android. Mais do que apenas a troca de ícones e de planos de fundo (algo bastante comum entre as fabricantes), o aparelho apresenta mudanças na estrutura do menu de opções e das animações das transições de tela, inclusive das homescreens.
    Tais alterações proporcionam um visual mais moderno e descolado para a interface do sistema operacional móvel da Gigante das Buscas, além de facilitar o encontro de funções e configurações que geralmente ficam mais “escondidas” na plataforma original.

    Exclusividades

    Para não ser apenas mais um gadget nas prateleiras, o Optimus L5 II possui como diferencial um aplicativo chamado Quick Memo, com o qual é possível capturar uma imagem daquilo que está sendo exibido na tela do aparelho e escrever ou desenhar sobre ela. Você consegue inclusive ver as anotações salvas enquanto acessa outras funções do SO.
    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] (Fonte da imagem: Divulgação/LG)
    Ao final, você ainda pode compartilhar a sua obra de arte com seus amigos via email ou redes sociais. E tudo o que você precisa para realizar essas criações é pressionar um botão (acima dos de regulagem de volume) e a ponta dos seus dedos.
    E isso não é tudo. Outro atrativo exclusivo deste modelo é a função de foto chamada Cheese Shot. Por meio dela, você pode executar a captura de uma imagem apenas dizendo palavras pré-determinadas pelo software da câmera, como “cheese”, “smile”, “whisky” e “LG”.

    Bateria para horas e mais horas

    Uma das críticas gerais aos smartphones é a duração da bateria. Nesse sentido, o Optimus L5 II não decepcionou. Efetuamos um teste no qual ele executou um vídeo em tela cheia com a iluminação da tela no máximo, que resultou em uma estimativa de reprodução multimídia contínua de 5 horas (um valor bem elevado).
    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] (Fonte da imagem: Reprodução/Tecmundo)
    Na prática, a bateria de 1.700 mAh deste dispositivo provou aguentar uma rotina bastante exigente. Durante nossa análise, rodamos vários benchmarks, permanecemos conectados à internet, acessamos diversas redes sociais e páginas da web, reproduzimos músicas, entre outros, e a carga de energia do gadget da LG não precisou ser reestabelecida mesmo após esse expediente pesado.

    Reprovado

    Visual sem grandes atrativos

    As fabricantes têm investido pesado na aparência dos seus produtos, pretendendo ganhar os clientes pelos olhos. Contudo, parece que essa não foi uma das principais preocupações da LG com o Optimus L5 II.
    Não podemos afirmar que ele é um smartphone feio, mas também não é possível dizer que ele seja bonitão e se destaque em meio a tantos outros aparelhos. O modelo não possui nada que chame a atenção de quem passa pela vitrine.
    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] 

    Além disso, a tampa traseira é produzida com um plástico que dá uma sensação de muita fragilidade e que fica marcado com a oleosidade natural dos dedos e das mãos com muita facilidade — isso sem contar que ela mostrou dificuldade para ser aberta, o que pode atrapalhar você na hora de manipular bateria, chips ou cartões de memória.
    Embora o Optimus L5 II não seja um dispositivo que se destaque pela beleza, ele possui um acabamento qualificado, não tendo rebarbas grosseiras ou filamentos de pareçam descascar com leves arranhões.

    Câmera limitada

    Como era de se esperar de um modelo de entrada, a câmera do Optimus L5 II não é das melhores. Apesar dos seus 5 megapixels, ela não possui uma resolução de imagem satisfatória para quem pretende tirar muitas fotos e utilizá-las para embelezar sua mesa com cenas impressas, por exemplo.

    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo]

    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] 

    Quando o ambiente de captura possui baixa iluminação a coisa fica ainda pior, pois as fotografias ficam extremamente granuladas e desfocadas. A lente adotada por este smartphone da LG pode até servir para capturas convencionais, mas não espere usá-lo no lugar da sua câmera digital.

    Melhor não escutar tão alto


    O sistema de áudio do Optimus L5 II é outra característica que possui suas limitações. Quando o volume foi elevado ao máximo, foi possível perceber distorções na reprodução de agudos. Em alguns casos, que exigiam mais dos graves, também identificamos alguns pequenos chiados.
    Por outro lado, quando usados fones de ouvido, o aparelho apresentou uma reprodução de perspectiva tridimensional qualificada — um fato relevante na hora de assistir a vídeos e executar jogos mais elaborados. O gadget ainda possui um mecanismo de segurança que avisa você para não ouvir conteúdos em volumes muito altos, pois pode causar danos à sua audição.


    Pouco espaço de armazenamento


    Se você gosta de carregar suas músicas, acervo de fotos e vídeos, pode se preparar para comprar um cartão de memória micro SD junto com o Optimus L5 II. Os 4 GB de armazenamento interno, reduzindo o espaço reservado para o sistema operacional e seus recursos, podem ficar cheios em pouquíssimo tempo — ainda mais rápido com a popularização de conteúdos em alta definição, o que torna os seus arquivos mais pesados.

    Análise: smartphone LG Optimus L5 II [vídeo] 


    Vale a Pena?


    A companhia sul-coreana não informa um preço sugerido para o Optimus L5 II. Pesquisamos em sites comparativos de preços e encontramos valores, em lojas confiáveis, para este modelo que variam de R$ 550 a R$ 650. Com isso, ele é vendido em média por R$ 600.
    Levando isso e a sua configuração em consideração, este smartphone da LG entra em uma briga direta com o Motorola Razr D1, o Samsung Galaxy Young Duos e o Sony Xperia J. Entre os pontos que pesam a seu favor, estão a sua leveza, o fornecimento de alguns recursos exclusivos, a bateria de longa duração e algumas felizes adaptações do Android.
    Embora tenha apresentado um desempenho satisfatório em relação ao seu poder de processamento, inclusive ao rodar games de complexidade mediana, o Optimus L5 II não é indicado para quem procura por uma opção de gadget para tirar fotos ou obter a melhor experiência audiovisual.
    Caso você não tenha um desses focos, vale a pena colocar este modelo na sua lista de comparação — ainda mais por ele ter, em linhas gerais, uma performance melhor do que o Galaxy Young Duos e um preço mais em conta do que o do Xperia J. A concorrência mais forte fica entre ele e o Razr D1, que são bastante parecidos tanto em custo quanto em desempenho.


    sexta-feira, 6 de setembro de 2013

    LG Optimus L5

    Conheça osmartphones LG Optimus L5  E615


    Design incrível e muitas ferramentas à sua disposição

    celular desbloqueado LG Optimus L5 Branco E615Procurando um smartphone completo, eficiente e incrivelmente veloz? Pois esse é o LG Optimus L5 E615. Além de compacto e muito sofisticado, traz mais praticidade no seu dia a dia. O sistema operacional é o Android 4.0, repleto de aplicativos e capaz de assegurar uma navegação de enorme fluidez. A tela sensível ao toque assegura muita precisão na hora realizar comandos. Com o wi-fi e a tecnologia 3G, você pode se conectar facilmente à internet e conferir sites e e-mails à vontade. O celular é compatível com Bluetooth, o que também possibilita o compartilhamento de arquivos com rapidez. Graças à câmera embutida, você poderá tirar fotos e filmar todos os momentos mais incríveis do dia. O produto traz umslot que aceita cartões de até 32GB de memória. Aproveite o MP3 player e o recurso de rádio FM para se divertir a qualquer hora do dia. A configuração dual chip ainda proporciona muita economia para você, que poderá utilizar as promoções de diferentes operadoras de telefonia.

    celular desbloqueado LG Optimus L5 Branco E615 detalhe

    Dois chipsMuita economia

    Além de garantir mais eficiência para você, o LG Optimus L5 E615 proporciona muita economia. Ele aceita até dois chips de operadoras diferentes, permitindo que você experimente promoções e vantagens em dobro.

    Música para vocêMP3 e rádio

    A diversão é garantida com o LG Optimus L5 E615. Além de rádio FM, ele possui MP3 player para que você possa curtir sua biblioteca musical.

    Tela de qualidade
    Imagens incríveis e muita precisão

    A tela do LG Optimus L5 E615 é sensível ao toque e garante que você tenha muita precisão para aproveitar os recursos do smartphone. Isso sem falar na enorme qualidade de imagens geradas.

    Sistema Android
    Aplicativos muito úteis

    Equipado com uma quantidade enorme de aplicativos muito úteis, o sistema Android 4.0 torna ainda mais prática a experiência com o LG Optimus L5 E615. O sistema operacional ainda se destaca pela fluidez de navegação


    celular desbloqueado LG Optimus L5 Branco E615 espessuraConexão assegurada
    Wi-fi e 3G

    Ao selecionar um plano junto à operadora de telefonia, você poderá aproveitar a vantagem da conexão 3G e navegar de qualquer lugar com o LG Optimus L5 E615. Ele ainda traz wi-fi, que possibilita o acesso à internet sempre que houver uma rede disponível por perto.


    celular desbloqueado LG Optimus L5 Branco E615 câmeraCâmera embutida
    Fotos e vídeos

    Com o LG Optimus L5 E615, você poderá registrar todos os momentos do dia. O smartphone possui uma câmera embutida de 5MP capaz de filmar e fotografar.


    quinta-feira, 29 de agosto de 2013

    LG Optimus 3D

    Foto do LG Optimus 3D P920
    LG Optimus 3D P920, tudo sobre o celular aqui no Fórum Celular: caracteristicas principais, recursos disponíveis no LG Optimus 3D P920, funcionalidades, especificações técnicas, videos, fotos, notícias, comentários, avaliações, reviews, preços novo e usado e muito mais.
    LG Optimus 3D P920 foi lançado em 2011/1(ano/trimestre) e possui o sistema operacional Android OS, v2.2 (Froyo), upgradable to v2.3
    Sua tela é do tipo 3D LCD capacitive touchscreen tem a dimensão de 4,3 polegadas com a resolução de 480 x 800 e possui 16M cores.
    No que se trata de entreterimento podemos destacar internet, câmera. Acâmera tira fotos com resolução de até 5 Megapixels e ainda grava vídeos.
    Além disso, sua memória interna é de 8 GB storage, 512 MB RAM que pode ser expandida usando cartão de memória.
    O peso do LG Optimus 3D P920 é de 168 gramas que é considerado muito pesado, entretanto devemos considerar suas dimensões que são de 128.8 x 68 x 11.9 mm.
    No quesito conectividade este modelo apresenta excelentes opções são elas: Bluetooth, Wifi, USB, 3G.
    Confira todos os detalhes do LG Optimus 3D P920 nas abas abaixo, também é possível fazer a comparação com mais de 4800 modelos.