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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

NVIDIA: PC é muito superior a qualquer console

Executivo da empresa revelou que não está muito animado com o lançamento dos consoles da nova geração


NVIDIA: PC é muito superior a qualquer console

Nas duas últimas semanas o grande assunto do mundo dos games foi o lançamento dos consoles Xbox One e PlayStation 4. Entretanto, para a NVIDIA, não há nenhuma novidade no ar que seja mais interessante do que o que os PCs são capazes de fazer.
De acordo com Matt Wright, gestor de vendas da NVIDIA, até mesmo os computadores menos potentes são uma alternativa aos consoles de nova geração. “O PC é muito superior a qualquer console e ainda tem todas as funcionalidades extras que um computador é capaz de desempenhar”, destacou.
Entretanto, ele reconheceu que existe de fato uma espécie de “medo” de alguns jogadores com relação à complexidade de um PC gamer. “Queremos tornar o PC gamer o mais simples possível e acreditamos que ele já está se tornando cada vez mais atraente para os jogadores casuais”, explicou Wright.
Como forma de demonstrar ainda a superioridade dos PCs, Matt destacou que o Steam tem mais usuários do que a Xbox Live e que nesta geração nasceram no PC títulos como Minecraft e World of Tanks. E você, concorda com essa afirmação da NVIDIA?


Safadinhos: Xbox One responde a "Sexbox" e PS4 a "BabeStation"

Reconhecimento de voz dos consoles pode ser acionado por combinações parecidas com seus nomes


Safadinhos: Xbox One responde a

Já estamos cansados de saber que os consoles da nova geração podem ouvir você chamá-los a qualquer momento. É possível pedir para executar games, fazer chamadas de vídeo e até trocar o canal da sua TV, no caso do Xbox One. Mas o que você não sabia é que esses sistemas de reconhecimento são muito mais “flexíveis” do que poderíamos imaginar.
De acordo com o Kotaku, o console da Microsoft pode ser chamado de “Sexbox” normalmente, o que ativa o controle de voz do Xbox One. Em seguida, ele vai perguntar a você o que deseja fazer. Não é necessário dizer que as funcionalidades mundanas do equipamento acabam por aí, certo?
Como se não fosse o bastante, o PS4 da Sony também não fica de fora. O aparelho, apesar de não ter um nome tão conveniente para a brincadeira como o seu concorrente, também responde a um comando de voz um tanto íntimo. Se você disser “BabeStation” para a sua PlayStation Camera, ela deve ativar os comandos de voz do PS4 e perguntar o que o usuário deseja. Caso você não saiba, em países de língua inglesa, a expressão “Babe” é usada como uma variação de “Baby”, no sentido de tratar alguém como sua namorada ou namorado de forma íntima.
Essa “descoberta” no PS4 foi publicada no Twitter pela conta @colosalblue e gerou bastante repercussão acerca das variantes dos comandos de voz dos novos consoles. Já que chegamos a esse nível, que tal tentar descobrir algumas novas formas de conversar com seu video game e compartilhar nos comentários algumas experiências?


Atualização de Sonic 2 no iOS oculta suporte a controle

Update da SEGA traz também a fase Hidden Palace Zone, que nunca foi jogável na íntegra

Atualização de Sonic 2 no iOS oculta suporte a controle

A SEGA disponibilizou recentemente uma nova atualização para Sonic 2 no iOS, e o game do ouriço ganhou belos updates! Agora, podemos considerar a nova versão como a portabilidade definitiva do jogo, tendo a fase Hidden Palace Zone absolutamente concluída – essa fase nunca antes foi jogável na íntegra.
Contudo, um comportamento “estranho” acompanhou a atualização: o suporte ao controle do iOS 7 não está listado em lugar algum na página do jogo ou na descrição do produto no iTunes. Isso, contudo, não impediu que testes fossem realizados com outros acessórios. Scott Stein, doCNET, relatou que um Powershell ou um Ace Power funcionam com o jogo.
O site Destructoid fez o teste e descobriu que, na verdade, há controles do iOS 7 nativamente suportados. Uma vez que Sonic 2 é basicamente um jogo de um botão só, o procedimento funciona perfeitamente.

sábado, 5 de outubro de 2013

joystick oficial para iPhone

Este pode ser o primeiro joystick oficial para iPhone


logitech apple controle iphone

Esta imagem, postada pelo @evleaks – a perpétua máquina de bons rumores – mostra o que poderia ser o futuro controle da Logitech para jogos de iPhone. Esta pode ser uma das peças que faltavam para transformar a Apple TV em um console de jogos.
Dado que a Apple lançou designs de referência para esse joystick durante a WWDC deste ano, este vazamento parece bem legítimo. De fato, o suposto controle é idêntico a um dos designs que a Apple colocou na documentação do iOS 7 para desenvolvedores.
A imagem parece um controle padrão de Super NES: direcional na esquerda, botões ABXY na direita. Na parte superior, temos os botões L e R – também vistos no design de referência.

logitech apple controle iphone 2

O orifício para a câmera na parte traseira é um toque curioso. Você não usaria este case da Logitech o tempo todo, então para que tirar fotos enquanto você joga? Além disso, praticamente nenhum jogo usa a câmera do iPhone. Por outro lado, como isso não prejudica o case, não deve ser um problema.
Por que um case desses pode ser relevante? Pois um controle hoje pode significar uma Apple TV amanhã como uma plataforma de jogos. Até este ano, não havia uma API padronizada para joysticks; agora ela vale tanto para o iOS, como para o OS X. É uma forma de integrar jogos ao ecossistema da Apple, e a Apple TV parece uma ótima candidata para tanto.
Se este dispositivo for real, certamente o veremos em breve. Agora, só nos resta esperar – e, enquanto isso, jogar Infinity Blade III usando só a tela de toque. 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

GTA 5

GTA 5 chegará atrasado no Brasil


GTA 5 chegará atrasado no BrasilDepois de deixar fãs na expectativa pelo novo jogo da série GTA, a produtora informou que o jogo chegará ao Brasil apenas dois dias depois da previsão inicial. GTA V estará nas lojas brasileiras e disponível para download a partir do dia 19 de setembro deste ano, e não dia 17, quando ocorre o lançamento mundial.
A desenvolvedora não explica a razão do atraso e pede desculpas aos fãs que aguardam com ansiedade um dos jogos mais esperados do ano.
No início deste mês, a produtora havia animado fãs da série ao lançar trailer de como será a nova experiência de jogo.


sábado, 22 de junho de 2013

Xbox One

Primeiras impressões: Xbox One e quatro games do console

É possível testar o kinect e jogos exclusivos da Microsoft sob uma forte luz verde na E3, na Califórnia.

Xbox One

Em um dia cheio de conferências e anúncios, a Microsoft convocou os felizes visitantes dos EUA e de todo o mundo, que estavam em Los Angeles em busca de novos jogos, para sentar, tomar umas bebidas e testar publicamente, em primeira mão o Xbox One. Também tinha uma luz verde bem forte no lugar todo.
O mais importante é: todo mundo ficou cara-a-cara (literalmente, se você quisesse mesmo) com o novo console da Microsoft. Ele é mais bonito ao vivo, mas mais alto, também. Apesar disso, o acabamento brilhoso e as linhas simples fazem com que ele combine bem com as salas de estar por aí.
Xbox One - E3
O Kinect, igualmente graúdo, parece funcionar como vende a propaganda da MS: mesmo em situações nada ideais (principalmente pela pouca luz), o sensor consegue captar a posição de várias pessoas e representar, com precisão, os seus movimentos e orientação dos membros do corpo. Ele até reconhece se você estiver colocando pressão nas pernas, por exemplo, e se você está feliz ou triste. É levemente assustador e uma bela peça de hardware.
Assim como o controle. O novo joystick do Xbox One é bem parecido com o Xbox 360. Mas é menor, de modo geral, tanto o molde quanto os botões, principalmente os dois bumpers (LB e RB), que ficaram mais simples de se apertar, já que você não precisa se forçar tanto a esticar os dedos e também os dois gatilhos. Uma demo no local mostrava como funcionava o novo sistema de vibração no controle: as tremidinhas agora são independentes, em cada metade, e tanto o LT quanto o RT também vibram, o que pode deixar o seu jogo de tiro potencialmente mais imersivo. Nenhum dos games presentes usava o recurso a esse nível de detalhe.
E por falar em jogos, vamos a eles.
À primeira vista, o novo projeto da Crytek parecia um God of War bem menos interativo, mais linear e menos inspirado. Mas a impressão passa, assim que você começa a controlar o tal Filho de Roma.
Ryse é mais parecido com os Batman mais recentes do que com God of War, na verdade. A sequência é a mesma mostrada durante o a conferência pré-E3 da Microsoft: você é um comandante romano e você precisa liderar os seus soldados em um desembarque a la Dia D em uma praia repleta de bárbaros, depois ordenando que as suas catapultas derrubem uma torre do inimigo.
E apesar do comandante não ter capa alguma, a dinâmica das batalhas é quase igual à do Homem-Morcego: com um botão você ataca e, com o outro, apara investidas dos inimigos. O Y serve para acionar uma escudada violenta, boa para atordoar inimigos que estejam desviando do fio da sua espada ou afastar alguém, quando há muita gente ao mesmo tempo tentando te pegar. Pancadas o suficiente depois, surgem as oportunidades de execução, via Quick Time Event. Segundo um representante da Microsoft, são 120 “Fatalities” diferentes, dependendo da situação – todos eles, se a demo servir de exemplo, bem sangrentos.
Ryse é bonito e tem aquela pretensão de ser épico o tempo todo (o que cansa um pouco). Mas, dependendo de como for a estrutura do game, ele pode ser uma boa surpresa.

Xbox One - E3

Xbox One - E3

O que nasceu como uma experiência meio esquisita, para Xbox 360 e Kinect, hoje virou um outro game, para Xbox One e só “com suporte” à câmera do console. Mas, mais importante que isso, agora ele é um sucessor digno de Panzer Dragoon não só no nome do criador.
A experiência de “nave sobre trilhos” pela qual muita gente se apaixonou no Sega Saturn (e que se consagrou com Star Fox, no Super NES) é a mesma: você controla seu dragão com um direcional, a mira com o outro e atira em qualquer coisa que passar na sua frente enquanto tenta escapar de coisas que atiram em você. A fórmula tradicional é essa e ela foi bem respeitada.
Mas o jogo, pela demo, está bem simples. Por exemplo: em Panzer Dragon Orta, do Xbox Original, você podia trocar a visão do seu dragão das costas para a frente ou os lados, e isso era necessário porque os inimigos vinham de todos os lados. Em Crimson Dragon, ele só dançam na sua frente.
Isso não quer dizer que ele seja necessariamente ruim. Só mais simples. E, se for lançado por um preço amigo, não ha problema algum nisso.

Project Spark
Durante a demonstração da conferência pré-E3, Project Spark deixou a impressão de ser um equivalente de LittleBigPlanet da Microsoft. Não pelos meninos-saco, mas sim pela pretensão de ser uma ferramenta para as pessoas criarem suas próprias aventuras.
A construção de terrenos já tinha sido mostrada na apresentação e é bem simples: na tablet, você passa o dedo pelo cenário para criar depressões e elevações e também para transformar isso em rios e montanhas. Em cima de tudo isso, há pontes, casas e monstros para serem posicionados – tudo graças ao poder da pedra que anda junto do personagem que serve como o centro do seu mundo.
Xbox One - E3
Mas a parte principal da experiência parecem ser os “Cérebros”, um tipo simplificado de linguagem de programação com conjuntos de instruções que você pode dar para cada elemento do seu mundo.
Tudo funciona em uma estrutura de “Se __” e “Faça ___”. Você pode programar, por exemplo, “Se Localizar Jogador” e “Se aproxime” na mesma linha. Isso faz com que um goblin posicionado no mapa, por exemplo, venha correndo na direção do seu herói quando ele se aproximar. Esses comandos são representados com botões grandes, coloridos e com algum desenho, para deixar tudo fácil de se reconhecer. E o jogo vai filtrando as opções para cada condição, para evitar confusões.
Então, essa sequência simples pode virar, no final: “Se o personagem se aproximar, sorteie um número de 1 a 3. No 1 o inimigo dança, no 2, sorri e, no 3, cumprimenta”. Nada mal.

Real Racing 3

Real Racing 3 é o melhor jogo de corrida sério que você pode ter em um dispositivo mobile

Game lançado para iOS e Android evoluiu muito desde a última versão e tem gráficos dignos de um console poderoso.

Jalopnik Brasil

Das duas, uma: ou os jogos mobile de corrida são bobos ou têm visual de PlayStation 2. Não dá para fugir muito disso. Ou melhor: não dava. Os chips de tablets e smartphones chegaram a um nível de desenvolvimento tão avançado que estão conseguindo renderizar gráficos muito próximos dos consoles modernos como Xbox 360 e PS3.
A evolução da jogabilidade e do visual de Real Racing 3, em comparação com seu antecessor, é um ótimo exemplo disso. E diferentemente dos consoles, ele não demorou cinco anos para dar um enorme salto de qualidade — fez isso na metade do tempo. E ainda não contamos a maior novidade de todas: agora o jogo é grátis! Veja como foi a nossa avaliação.
Como em qualquer jogo de corrida para dispositivos móveis, tudo começa com um tutorial bem chatinho: o carro acelera sozinho, freia sozinho e até vira sozinho! Quando o jogo inicia de verdade, é hora de escolher entre um Nissan Silvia e um Ford Focus RS — basicamente uma seleção entre tração traseira e dianteira, não que isso faça uma diferença enorme na performance. Para ajudar na escolha, há a tradicional indicação gráfica de velocidade máxima, aceleração, frenagem e aceleração lateral.
Na prática, os veículos com as melhores especificações não ficam tão à frente assim dos outros, o que nos leva a uma triste primeira impressão: Real Racing 3 ainda não chegou ao nível dos simuladores de console.
Se você escolheu o carro e ficou triste porque ainda não deu para pegar aquele seis-em-linha ou V8, relaxe, pois logo você terá dinheiro para comprar outros carros. A lista de modelos, apesar de pequena, é bem interessante: temos BMW, Dodge, Ford, Nissan, Porsche e agora Chevrolet, só para citar algumas. Sim, agora temos Chevrolet, que chegou numa expansão grátis (inicialmente, Real Racing 3 não tinha carros da marca). Numa atualização posterior, ganhamos um Cobalt SS e um Camaro ZL1. Você ainda precisa comprá-los com dinheiro do jogo, mas só isso.

Jogos mostrados na E3

Os jogos mostrados na E3 que chegam sabe-se lá quando


Os jogos mostrados na E3 que chegam sabe-se lá quando - 1 (© Kingdom Hearts III Divulgação)

A E3 é um excelente momento para mostrar jogos novos, ideias e trailers. Boa parte dos jogos são anunciados com um lançamento breve, como você pode ver aqui e aqui. Outros precisam de melhorias a adaptações, principalmente por causa da mudança de geração dos consoles, e chegarão apenas em 2014. 
E, além de tudo isso, há alguns jogos que, por diversos motivos, não têm o lançamento marcado. Veja a seguir os games que tiveram seus trailers exibidos durante a E3 2013, em Los Angeles, mas ainda não têm datas marcadas para chegar às lojas.

Os jogos mostrados na E3 que chegam sabe-se lá quando - 1 (© Kingdom Hearts III Divulgação)
Crimson Dragon

Os jogos mostrados na E3 que chegam sabe-se lá quando - 1 (© Kingdom Hearts III Divulgação)
DayZ Standalone

Os jogos mostrados na E3 que chegam sabe-se lá quando - 1 (© Kingdom Hearts III Divulgação)
Final Fantasy XV

Os jogos mostrados na E3 que chegam sabe-se lá quando - 1 (© Kingdom Hearts III Divulgação)
Metal Gear Solid V: The Phantom Pain