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quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Instagram terá versão para Windows Phone

Windows Phone terá versão oficial do Instagram (e vários outros apps)

Flipboard e Vine estão entre os aplicativos que chegarão em breve à plataforma

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O Instagram vai finalmente chegar ao Windows Phone, começando pelos Nokia Lumias. O app para compartilhamento de fotos estreará na plataforma nas “próximas semanas”.
Claro, os usuários do Windows Phone já podiam postar no Instagram há tempos, usando o 6tag ou o Hipstamatic. Mas isso às vezes era suscetível a problemas: lembra quando o Instagram apagou fotos enviadas por apps não-oficiais? Foi um acidente, já que o objetivo era combater spam, mas é melhor poder evitar isso usando o app oficial.
Windows Phone também receberá Flipboard, Vine, Vyclone Pro, Plex, Temple Run 2, Talking Tom, entre outros. Ainda não há data de lançamento: todos chegarão em breve.

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Facebook sem segurança

Facebook remove opção de privacidade e agora qualquer um pode encontrar seu perfil

Com isso, qualquer usuário não bloqueado pode acessar sua linha do tempo usando a busca

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Em breve, usuários do Facebook que você não bloqueou vão poder fazer buscas pelo seu nome e encontrar seu perfil da rede social. É o Google para pessoas e você é apenas um resultado. Mas ninguém perceberia que isso é uma grande mudança ao ler a descrição feita pelo Facebook em seu blog oficial. O chefe da área de privacidade da rede social, Michael Richter, disse apenas que está “finalizando a remoção de uma antiga configuração de pesquisa.”
Eis como as coisas funcionavam: na configuração “Quem pode observar sua linha do tempo com o seu nome?” usuários conseguiam controlar por quem eles poderiam ser encontrados escolhendo Todos, Amigos, ou Amigos de Amigos. Mas, no ano passado, o Facebook removeu a opção alegando que as pessoas não usavam o recurso – apenas uma pequena porcentagem dos quase 1,2 bilhões de usuários marcava a opção.

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O Facebook argumenta que as pessoas não usavam porque isso não importa para elas. Mas fica claro a partir da própria descrição do Facebook que parte do motivo das pessoas não exercerem essa opção de privacidade ocorre porque é muito difícil de entender. Veja a linguagem. “Quem pode observar a sua linha do tempo com o seu nome” não deixa claro o que você está protegendo de outros usuários.
De acordo com Richter:
"A opção foi criada quando o Facebook era um simples diretório de perfis e era bem limitado. Isso não evitava, por exemplo, das pessoas navegarem na sua linha do tempo ao clicar no seu nome em um post no Feed de Notícias, ou a partir da linha do tempo de algum amigo em comum […]"
"A configuração também fez o recurso de busca do Facebook ficar incompleto algumas vezes. Pessoas nos diziam, por exemplo, que achavam confuso quando buscavam alguém que conheciam pessoalmente e não conseguiam encontrar nos resultados da busca, ou quando duas pessoas estavam em um grupo do Facebook e não podiam se encontrar pela busca."
Para piorar a invasão de privacidade, o Facebook apresenta essa mudança como um passo adiante para mais controles de privacidade:
"Hoje, as pessoas também podem pesquisar no Facebook usando a Busca Social (por exemplo, “Pessoas que vivem em Seattle”), tornando ainda mais importante o controle de privacidade das coisas que você compartilha em vez de quais pessoas podem chegar à sua linha do tempo."
Então, basicamente, o Facebook colocou o ônus sobre seus usuários. Em cada foto ou atualização de status ou comentário que você compartilhar, você precisa pensar bem em quais pessoas poderão encontrá-las agora que a busca por elas envolve toda a sua história na rede social. Mas vamos ser realistas – quem vai fazer isso?
No TechCrunch, Josh Constine chamou de “ação sábia”:
"Manter essa opção de privacidade disponível deu às pessoas uma falsa sensação de segurança. Por esse motivo, é esperto o Facebook em removê-la. Mas deveria ser oferecido um controle ainda mais forte e universal de privacidade para remover o nome das buscas, e não apenas enfraquecer o que já existe."
Constine então emprega um adorável eufemismo para descrever o ato de equilíbrio entre os lucros e a proteção de conteúdo que usuários não sabiam que seriam procurados quando foram postados:
"Para quem tem stalkers, no entanto, o Facebook pode ter ficado um pouco mais perigoso. O Facebook me diz que o jeito de evitar que uma pessoa específica visite seu perfil ou veja qualquer conteúdo seu é bloqueando ela. Mas e se o seu stalker criar uma conta nova com um nome falso? Então ele pode procurar e encontrar seu perfil."
"Este é o ponto de atrito onde a missão do Facebook para conectar o mundo e a sua responsabilidade de fazer dinheiro para seus investidores, além do dever de manter a privacidade das pessoas, entram em conflito."

terça-feira, 27 de agosto de 2013

10 sinais

man_computer

10 sinais de que você passa muito tempo na Internet


Actualmente, é normal que fiquemos um tanto ou quanto viciados nas novas tecnologias principalmente na Internet.
Afinal podemos realizar milhões de tarefas à distãncia de um único clique, mas chega uma determinada hora que todo o viciado em Internet atinge o seu ponto máximo e resolve fechar o seu computador.
Confira alguns sinais expressivos de quem passa muito tempo na Internet.
1 – Você começa a ouvir sons de aviso de chats de conversação, mesmo quando se encontra longe do computador.
up-dogs
2 – Você se tornou muito territorial com o seu computador.
supernatural-computer
3 – Você envia mensagens no Facebook para alguém que se encontra na mesma sala do que você.
the-simpsons
4 – Você fica nervoso só de pensar que vai para um lugar que não tenha wifi.
thats-so-raven
5 – Você sente uma sensação de alívio toda a vez que deixa um lugar que não tenha wifi.
crying-computer
6 – Você começa a fazer referências a expressões faciais, como se fossem de conhecimento universal.
ian-somerhalder
7 – Quando você planeia uma viagem, a primeira coisa que faz é investigar onde é que terá wifi.
the-internship
8 – Você perde dias olhando para o seu computador.
secret-window
9 – Você está sempre á espera de actualizações para o seu smartphone que se torna numa compulsão.
honey-boo-boo
10 – O seu maior medo é uma tela preta e um carregador perdido.
modern-family
E você, já esteve em algumas destas situações?

Governos pediram ao Facebook

Governos pediram dados de 38 mil usuários do Facebook até junho

Segundo documento, autoridades brasileiras solicitaram dados de 857 usuários e foram atendidas em um terço das vezes.

Governos pediram dados de 38 mil usuários do Facebook até junhoGovernos de 74 países solicitaram informações sobre cerca de 38 mil usuários de Facebook nos seis primeiros meses de 2013, informa um relatório inédito divulgado pela rede social nesta terça-feira.
De acordo com o chamado Relatório Global de Requisições de Autoridades, no caso do Brasil, foram 715 solicitações do governo a respeito de 857 usuários do site.
Os EUA foram autores da maioria das requisições: pediram dados de entre 20 mil e 21 mil usuários da rede social (o número exato não foi divulgado por conta de restrições legais).
A Índia, o segundo país a pedir mais informações, fez solicitações sobre 4.144 usuários. A Grã-Bretanha, o terceiro, solicitou dados de 2.337 mil usuários.
O Facebook também detalhou revelou a porcentagem dos pedidos de informação que foram atendidos pela empresa - no caso do Brasil, 33%; no dos EUA, 79%.
Motivos
O relatório engloba seis meses até 30 de junho, e é a primeira vez que o Facebook divulga dados dessa natureza.
'Esperamos que esse relatório seja útil para todos os envolvidos nos debates constantes sobre requisições de informações por parte das autoridades em investigações oficiais', diz o relatório do Facebook, assinado pelo advogado Colin Stretch, alegando que a empresa tem 'processos rígidos' para lidar com as solicitações oficiais e liberar informações.
'Acreditamos que esses mecanismos protegem os dados das pessoas que usam o nosso serviço e fazem com que as autoridades precisem cumprir diversos requisitos legais em cada uma das requisições a fim de receber informações sobre nossos usuários. (...) Contestamos muitas dessas requisições quando encontramos deficiências legais ou quando identificamos requisições amplas ou vagas.'
A empresa disse que espera publicar relatórios semelhantes a cada semestre a partir de agora.
A rede social não deu detalhes sobre os motivos por trás de cada requisição oficial, revelando apenas que 'a vasta maioria dessas requisições é relacionada a casos criminais, como roubos ou desaparecimentos.'
'Em muitos desses casos, essas requisições referem-se a informações básicas, tais como nome e extensão do serviço. Outras requisições podem também buscar endereços IP ou informações sobre a conta.'
Países em turbulência
Uma coisa que chama a atenção no relatório é o número de solicitações oficiais em países que foram recentemente palco por distúrbios civis.
Na Turquia - que, como o Brasil, viveu uma onda de protestos -, por exemplo, houve 96 solicitações relacionadas a 173 usuários, das quais 45 geraram dados. Oficialmente, porém, as solicitações são relacionadas a 'proteção infantil' e questões legais 'emergenciais'.
Segundo o relatório, nenhuma solicitação foi feita pelas autoridades egípcias, que também estão diante de uma ampla convulsão social.
O grupo de defesa da privacidade Privacy International elogiou a publicação do relatório do Facebook, mas cita preocupações maiores.
'Ante a crescente presença do Facebook na vida das pessoas ao redor do mundo, elogiamos a empresa por (publicar) um relatório há muito tempo aguardado', diz o grupo.
'Mas resta uma sensação perturbadora quanto ao gesto do Facebook, e que tem pouco a ver com o Facebook em si. Desde que documentos vazados por Edward Snowden (ex-técnico da CIA) foram analisados, nos demos conta de uma terrível realidade - a de que os governos não necessariamente precisam de intermediários como Facebook, Google e Microsoft para obter dados sobre nós.'
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sábado, 3 de agosto de 2013

Twitter se une à guerra

Twitter se une à guerra contra a pedofilia na web usando tecnologia da Microsoft

PhotoDNA analisa imagens e compara estas com um banco de assinaturas de figuras pré-determinadas. Saiba mais.

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Pedofilia é assunto sério. Líder em denúncias de crimes virtuais no Safernet, a pornografia infantil é combatida por esses e outros órgãos, além das próprias empresas que fornecem serviços populares na Internet. Elas também estão atentas e procuram combater a prática. A última a anunciar medidas para barrar a distribuição foi o Twitter. 
Até o fim do ano o Twitter implementará a tecnologia PhotoDNA, da Microsoft, para impedir a disseminação de conteúdo pedófilo em seus domínios. Essa tecnologia compara todas as imagens enviadas a um serviço a um banco de assinaturas de imagens pré-determinadas e é capaz de detectá-las e bloqueá-las mesmo se tiverem sofrido alterações. A novidade coincide com o anúncio de uma grande iniciativa anti-pornografia infantil no Reino Unido, embora não tenha sido isso o que motivou diretamente o Twitter a implantar esse sistema.
O PhotoDNA foi desenvolvido em parceria com o National Center for Missing and Exploited Children (NCMEC) e o Dartmouth College, é usado em alguns serviços da Microsoft como Outlook.com, SkyDrive e Bing, e desde 2011 também pelo Facebook, que licenciou a tecnologia.
Enquanto o sistema não entra em ação, o Twitter mantém uma página com orientações sobre o que fazer caso alguém se depare com imagens pedófilas na rede. A seguinte parte merece atenção:
"OBSERVAÇÃO: NÃO tweete, retweete ou republique conteúdo com exploração sexual infantil por nenhum motivo. Denuncie imediatamente enviando um e-mail para cp@twitter.com para que sejam seguidas as etapas para removê-lo."
Retuitar uma imagem do tipo só a fortalece. O ideal é seguir as orientações, que consistem em: 1) denunciar ao endereço de email que o Twitter fornece exclusivamente para esse tipo de assunto (cp@twitter.com); e 2) denunciar ao NCMEC, que poderá dar um retorno dizendo se a denúncia já havia sido feita ou não. No Brasil, o Safernet também pode e deve ser acionado, através do formulário disponível no site da empresa. 
Além da Microsoft, recentemente o Google também anunciou uma ferramenta que agirá de forma similar ao PhotoDNA, combinando informações sites que combatem a pedofilia, órgãos governamentais e ONGs. Ela deve começar a funcionar em junho de 2014.