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sábado, 4 de janeiro de 2014

Pesquisa indica que donos de iPhone são mais inteligentes

Teste revelou que donos de aparelhos iOS se saem melhor na hora de responder questões, fazendo-o com mais velocidade que quem usa outros smartphones
Pesquisa indica que donos de iPhone são mais inteligentes

Uma nova pesquisa feita pela agência Ladbrokes promete gerar muita polêmica com relação ao conhecido debate entre as plataformas móveis. Segundo o Daily Mail, o estudo apontou que os donos de iPhones tendem a ser mais espertos que os outros, respondendo questões corretamente com mais velocidade que aqueles que utilizam outros aparelhos.
A pesquisa, feita com mil candidatos, consistiu em uma série de perguntas capciosas (as famosas “pegadinhas”), com questões como “Quantos meses possuem 28 dias?” — muitos tendem a responder apenas um, quando na verdade são todos eles. Para prosseguir, a pessoa devia responder corretamente.

As diferenças, em números


Os resultados mostraram uma diferença pequena mas clara entre os donos de cada tipo de aparelho. Em primeiro lugar, temos os proprietários de iPhones, que tiveram uma média de 94 segundos para responder, seguidos por quem utiliza os smartphones da linha Nexus, com apenas cinco segundos de diferença. Confira logo abaixo a média de tempo que os donos de cada modelo de celular levaram para terminar o teste:

  1. Apple: 94 segundos;
  2. Nexus: 99 segundos;
  3. Samsung: 103 segundos;
  4. HTC: 105 segundos;
  5. Nokia: 109 segundos;
  6. BlackBerry: 118 segundos.
Vale também notar que, apesar de a Apple ter a melhor média geral, o candidato com o melhor desempenho foi na verdade um consumidor da Samsung. Este conseguiu a façanha de terminar o teste em apenas 47 segundos – metade da média que os donos de aparelhos iOS levaram para responder as questões.
Agora, será que isso quer dizer que o iPhone deixa as pessoas mais espertas ou que os mais inteligentes preferem o iOS? Ou será mesmo que esses valores não têm nada a ver com o nível intelectual das pessoas? Deixe sua opinião nos comentários.


sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Samsung paga para difamar HTC

Samsung paga para difamar HTC na internet e é multada em US$ 340 mil

Uma investigação descobriu que usuários eram contratados para criticar a HTC em fóruns on-line


Reprodução

Às vezes, as empresas fazem coisas estúpidas para promover seus produtos. Um comercial bobo aqui, uma ação de marketing ridícula ali, tudo bem, mas às vezes passam do limite. Foi o que fez a Samsung, que acaba de ser multada em 340 mil dólares em Taiwan por pagar ilegalmente pessoas para detonar a HTC em fóruns.
A multa vem depois de a Comissão de Comércio Justo (FTC, sigla para Fair Trade Commission) de Taiwan abrir uma investigação sobre as práticas de marketing da Samsung em abril passado. A comissão estava examinando especificamente as denúncias de que a Samsung tinha usado um “grande número de escritores contratados e funcionários designados” para “destacar os defeitos de produtos concorrentes”, produtos estes que, por acaso, tinham todos um logo da HTC. Estas denúncias se confirmaram –até mesmo a Samsung admitiu– e agora a empresa vai ter que pagar.
O que é pior que o astroturfing descarado da Samsung é que eles parecem incapazes de largá-lo. Há algumas semanas, a Samsung foi pega subornandopessoas para falar sobre sua competição de desenvolvedores em fóruns online. Era de se esperar que eles tivessem descoberto com a trollagem de patentes constante que esses truques não funcionam.

sábado, 5 de outubro de 2013

benchmarks

LG, HTC e Asus também manipulam benchmarks – e isso está muito errado


anandtech benchmark cheat

A Samsung foi acusada de turbinar o Galaxy S4 e o Note 3 para fazê-los parecer melhores do que são em benchmarks. O Anandtech foi mais fundo, e descobriu que outras fabricantes também estão trapaceando. Isso está muito errado.
Os benchmarks de dispositivos móveis não foram feitos para medir seu desempenho máximo. Para que saber esse limite, se você não vai atingi-lo mesmo usando apps pesados? É algo totalmente artificial.
Pelo contrário, os benchmarks mostram algo muito mais útil: como o processador (ou chip gráfico) reage ao lidar com uma carga enorme de tarefas. Em vez de fornecer desempenho máximo o tempo inteiro, ele lhe dará algo mais equilibrado.
O exemplo mais claro disso está no gráfico abaixo, do AnandTech, que mostra o comportamento do Galaxy S4 rodando um benchmark de forma normal, sem forçar os núcleos a funcionar no máximo:

andebench

Veja que a frequência aumenta e diminui aos poucos até chegar no máximo. É isso que seu smartphone fará todo dia ao lidar com tarefas pesadas – ele não ficará sempre no limite.
Mas ei, talvez você queira saber qual é o limite máximo do seu smartphone! Então que as fabricantes deem a opção de rodar benchmarks com (ou sem) as otimizações ocultas que elas colocam, sem aviso, nos seus produtos. A falta de transparência também é um erro.
E, infelizmente, é um erro que muitas fabricantes cometem. Após testes extensos, o AnandTech conclui:
Com exceção da Apple e Motorola, literalmente toda fabricante com quem já trabalhamos vende (ou vendeu) pelo menos um dispositivo que usa essa otimização de CPU… É um problema sistêmico que parece ter surgido nos últimos dois anos, e que se estende muito além da Samsung.
Na tabela intitulada “Eu não acredito que tive que fazer essa tabela“, eles listam os gadgets e os benchmarks nos quais eles trapaceiam. Os mentirosos são: HTC One, HTC One mini, LG G2, Samsung Galaxy Tab 3 10.1, Samsung Galaxy Note 10.1 (2014 Edition) e ASUS Padfone Infinity. Vale notar que eles não mentem em todos os benchmarks, mas alguns (como AnTuTu e Vellamo) são os maiores alvos.
E quem não trapaceia? O Moto X, o Razr i, o NVIDIA Shield e a linha Nexus – já que ela roda Android padrão, sem truques para manipular benchmarks.
É interessante notar que, segundo o AnandTech, manipular benchmarks é uma escolha da fabricante do gadget, não do processador. “Eu sei que, internamente, a Intel se opõe bastante a essa prática”, dizem eles. (O Tab 3 10.1 roda processador da Intel.) Sim, Nvidia, Intel e AMD já foram acusadas de turbinar benchmarks no passado – mas nem por isso a atitude é correta.
E o pior é que, segundo o AnandTech, na maioria das vezes o ganho em manipular benchmarks é mínimo, variando entre 0% e 5%. Imaginar que as fabricantes estão se esforçando para mentir nos testes de desempenho – em vez de otimizar seu software direito, por exemplo – mostra como elas estão perdendo tempo com algo inútil.
Então, fabricantes, parem com isso – ou pelo menos sejam mais transparentes a respeito. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

HTC One Max&Galaxy Note 3

HTC One Max faz o Galaxy Note 3 parecer pequeno

Foto vazada do suposto novo aparelho mostra a diferença de algumas polegadas.

Reprodução

O especulado concorrente da HTC para o Samsung Galaxy Note, o One Max com 5.9 polegadas, deve ser bem grande – mas fotos vazadas mostram que ele é tão grande que faz seu rival parecer pequeno.
As imagens, vazadas na rede social chinesa Sina Weibo, mostram o Galaxy Note de 5.7 polegadas próximo a um suposto One Max. O HTC faz o Note parecer bastante pequeno, o que é uma façanha. Quem compra essas coisas realmente precisa de um bolso muito grande.
Vazamentos anteriores sugeriam que ele teria uma tela 1080p, bateria de 3.300 mAh e um processador Snapdragon 800. Mas este novo vazamento sugere que o pacote acompanhará um Snapdragon 600, o mesmo do One padrão. Junto com o seu corpo de plástico, como o HTC One Mini, isso significa que ele pode custar mais ou menos o mesmo que o HTC One – isso se realmente chegar ao mercado.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

HTC One

HTC One

HTC One – Smartphone do Ano?


A HTC conseguiu dar a volta por cima de todos os projectos fracassados nos últimos anos com o lançamento do HTC One, considerado por muitos o melhor smartphone lançado até hoje no mercado.
Será que este HTC One é assim tão fantástico como “o pintam”? Nada melhor que uma análise do ponto de vista de utilizador!
Desde que foi lançado no mercado o HTC One fez agitar todos os blogs e sitesdedicados às tecnologias móveis, surgindo dezenas de análises e opiniões, onde foi possível observar uma grande lista de adjectivosque no geral acabaram por descrever este novo HTC como “genialmente construído”.

Uma pérola para qualquer designer

HTC OneComo já vinha sendo um bom costume nos modelos lançados anteriormente pela HTC, a apresentação exterior dos seus smartphones sempre foi uma prioridade. Neste novo HTC One foi revelado claramente o objectivo de subir ainda mais a fasquia do design em dispositivos móveis construindo o seu novo topo de gama a partir de umaúnica “folha” de alumínio.
Durante o seu manuseamento o utilizador consegue ter uma quase imediata percepção do quão cuidada foi a construção do One, tendo apenas 9,40 milimetros de espessura e 142 gramas de peso e revelando um nível ergonómico a cima da média.
Actualmente o HTC One apresenta-se no mercado em 3 cores – cinzento metalizado, preto e vermelho – sendo que a última foi disponibilizada recentemente. No principio do mês de Agosto surgiram também alguns rumores na internet de que até ao final do ano poderá surgir um HTC One em tonalidades azuis.
Tanto as linhas de construção como o posicionamento e aspecto visual dos botões oferecem ao utilizador o “casamento perfeito” entre estética e funcionalidade. No HTC One existem apenas dois botões físicos (botão de energia e botão de volume) que integram na perfeição todo o visual encantador do HTC One. Ambas as câmaras, sensores e colunas estão perfeitamente embutidas na “folha” de alumínio de que é construído este HTC.

O verdadeiro poder está escondido!

Muitos fãs de smartphones e especificamente do sistema Android ficaram instantaneamente apaixonados pelo HTC One quando as primeiras fotografias foram reveladas, mas para muitos, a verdadeira surpresa foi quando foram reveladas as suas especificações!
Preparado para fazer frente a qualquer smartphone de 2013 e provavelmente a muitos de 2014, o HTC One vem equipado com um processador Qualcomm quad-core 1.7GHz, que quando testado na famosa aplicação de benchmark Quadrant obtendo valores a rondar os9300 pontos e ganhando destaque num dos tópicos mais cobiçados da actualidade, as multifunções.
Ainda escondido pela “folha” de alumínio temos 2GB de memória RAM e uma nova abordagem ao sistema de som utilizado. Com a parceria entre a HTC e a “Beats by Dr. Dre”este HTC One traz-nos a recém criada tecnologia Boom Sound, aliada a duas colunas estéreo que foram incorporadas na zona frontal do dispositivo.
Um dos pontos onde poderá pecar é o facto de não oferecer a opção de expandir a memória através de cartão microSD (pelo menos na versão Europeia e Americana).  Contudo, com os dois modelos disponíveis – 32GB e 64GB – não deverá ser uma dor de cabeça para a grande maioria dos utilizadores quando utilizado em conjunto com algumas excelentes opções dearmazenamento Cloud existentes para Android.
HTC One

Como as imagens ganham vida

Através de um ecrã LCD de 4,7 polegadas (1080p) os seus utilizadores vão poder em qualquer altura desfrutar de uma qualidade de imagem fantástica, com cores vivas e contrastes acentuados que quase dão vida às suas fotografias e vídeos.
Neste campo podemos analisar o desempenho do HTC One relativamente aos seus concorrentes directos, onde ele consegue bater os principais (ou todos) alcançando unsfantásticos 468ppi (densidade de píxeis por polegada), enquanto o Galaxy S4 e o iPhone 5 atingem valores de 441 e 326 ppi respectivamente.

Uma nova experiência com o Sense 5.0

HTC OneAquando do seu lançamento o HTC One veio equipado com oAndroid 4.2 Jelly Bean, mas tal como a grande maioria dos dispositivos da fabricante, a “vestir” a versão pura do Android vem a sua própria inferface Sense, na sua última versão – Sense 5.0.
Muito foi  falado sobre este novo Sense 5.0 antes do lançamento público do HTC One, com as criticas e expectativas a ficaram bastante divididas. Depois de algum tempo de utilização o veredicto é um pouco ambíguo mas relativamente fácil de descrever, pois esta é umainterface bastante simples de utilizar e com vários extras que se podem revelar extremamente úteis no dia a dia. Mas, como quase tudo no Android, a opinião final irá sempre depender da utilização dada por cada utilizador.
O Sense 5.0 tem como uma das suas principais novidades o Blinkfeed, que oferece uma lista de tópicos actualizados em tempo real de vários eventos, tal como redes sociais, eventos de calendário ou notícias.
Deve ser ainda referida outra funcionalidade que teve a sua estreia no novo HTC, desta vez um software aplicado à câmara fotográfica chamado Zoe. Esta nova funcionalidade permite captar fotografias “especiais”, onde em cada fotografia são capturados alguns segundos de imagem para que depois possa escolher o frame ideal.

Ultra píxeis ou Ultra marketing?

HTC OneEsta foi outro dos trunfos utilizados pela HTC durante todo o mistério criado em torno do lançamento do HTC One, a sua câmara inovadora que com o objectivo de enfrentar os 13 mega pixels do Galaxy S4 nos trouxe uns nunca antes conhecidos 4 Ultra pixels.
Foi referido em várias publicações da HTC que os sensores presentes nesta câmara são duas vezes maiores do que na maioria dos smartphones, e com isso no resultado final permite a captura de fotos em condições de pouca luz com muito melhor qualidade.
Houve já quem dissesse que este conceito de “Ultra pixels” não foi mais do que umaestratégia de marketing da HTC a tentar “vender o seu peixe”. Em termos de resultado final, ficamos um pouco divididos pois são conseguidos excelentes resultados em ambientes de baixa luz, e resultados menos bons (quando comparado com a concorrência) em ambientes ditos normais.

Conclusões finais

Definitivamente o HTC One encontra-se no top 3 dos melhores smartphones de sempre, mas será o número 1? É bem possível que sim!
Sem dúvida um smartphone imaginado e concebido com um equilibrio fantástico, juntando quase tudo que existia de destaque no mercado em apenas um dispositivo, desde o seu aspecto externo até à sua fantástica performance. Claro que tal como qualquer dispositivo tem os seus pontos menos fortes, mas nada que o distancie em demasia da concorrência.
Qualquer um dos leitores da TecheNet que desejar adquirir um smartphone é sempre aconselhado a testar pelo menos dois equipamentos diferentes antes de uma decisão final, mas pode ter a certeza que não irá ficar minimamente desiludido com toda a performance do HTC One!

Visual
Performance
Ecrã
Interface
Som & Fotografia
Considerações finais
Este é um sério concorrente a Smartphone do Ano (2013) e vai muito provavelmente continuar a competir com muitos dos smartphones lançados em 2014! O HTC One é uma das jóias da coroa quando se fala em dispositivos móveis!
Nota final4.7Magnífico!

sábado, 24 de agosto de 2013

HTC One Max

HTC One Max?


O HTC One Max chegará para bater de frente com o Galaxy Note?


Caso você ainda ache que não temos smartphones gigantescos em quantidade suficiente ainda, há indícios de que a HTC está planejando uma vesão de 6 polegadas com tela Full HD do seu aclamado One.
O Mobile Geek informa que fontes revelaram que o até agora chamado One Max pode vir com um SoC Snapdragon 800 quad-core de 2,3 GHz, 2 GB de RAM, até 64 GB de espaço interno e bateria de 3200 mAh — além daquela super tela.
Se (e este é um grande e pesado se) os rumores estiverem corretos, é difícil prever o que pode vir nesse monstruoso One. Suporte a stylus? Reconhecimento de escrita a mão? Quem sabe. A notícia sugere que o foblet pode ser anunciado já em setembro, então se for o caso não esperaremos tanto assim. Vale notar, também, que se a data (e tudo mais) estiver correto ela deve coincidir com a que se imagina será a do lançamento do Galaxy Note 3, da Samsung.
Fora isso, o Mobile Geeks repete rumores antigos sobre o HTC One Mini, com processador dual-core de 1,4 GHz, tela de 4,3 polegadas e resolução HD (720p) e 16 GB de espaço interno. Mas vai além, e sugere que esse pode chegar nas próximas duas semanas, então… fique de olho. [Mobile Geeks via Verge]

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Motorola Moto X

Motorola Moto X: esqueça as especificações técnicas, este smartphone é incrível

Aparelho tem processadores separados para cada função, tela de 4,7 polegadas e vem com Android 4.2.2.smartphones,

Gizmodo

O Moto X não era segredo nenhum. Já sabíamos muitas coisas sobre ele antes do seu lançamento. Mas agora ele está entre nós! É o primeiro smartphone feito em parceria entre a Motorola e o Google. Passamos um tempo mexendo nele, e eis as nossas primeiras impressões.
Design
Podemos dizer que a Motorola não apostou tanto em design nos últimos anos. Ao menos não do ponto de vista dos consumidores médios: a linha Droid tem um grande apelo para geeks. Ela tem ângulos retos, traseira em Kevlar, e olhos assustadores de robôs. Mas isso aqui é diferente. É incrivelmente suave, mesmo com a tela de vidro curvada sobre os cantos, fazendo tudo parecer bastante arredondado. A traseira também tem uma curva satisfatória (ainda mais acentuada do que a do HTC One). Para acomodar isso, a Motorola desenvolveu uma bateria especial que não é retangular (ela tem 2200 mAh). A traseira curvada é preenchida pela bateria, e não pelo ar.
Gizmodo
E é mais ou menos isso que o dispositivo segue no geral: não há muito espaço perdido. A tela tem o mesmo tamanho do HTC One (4,7 polegadas), mas o Moto X é menor e mais estreito (12,9 x 6,5 cm para o Moto X e 13,7 x 6,8 cm no One). Ele também pesa 129 gramas, enquanto o One tem 142g. Então você tem um dispositivo com a mesma tela mas que parece muito menor na sua mão e não pesa tanto no seu bolso.
Nos falaram que a traseira tem material composto, e mesmo que não acreditamos que seja o Kevlar (aparentemente é um tipo de policarbonato emborrachado), ele parece bem sólido. Tem um acabamento suave e é bastante aderente. As impressões digitais não serão um problema no Moto X.
Gizmodo
Na frente temos uma tela AMOLED de 4,7 polegadas com resolução 720×1280 (316 ppi). Isso pode ser decepcionante para quem esperava Full-HD como em outros dispositivos já disponíveis (o HTC One tem 468ppi). Mas a maior parte das pessoas não vão notar e nem se importar com isso. 316 ppi é excelente (em comparação, o iPhone 5 com a sua tela retina tem 326). A tela é brilhante, as cores parecem boas e os pretos são como você está acostumado a ver em telas AMOLED. Diria que 99% das pessoas vão olhar para a tela e achar que ela é incrível. E mais: se alguém disser que é 1080p você provavelmente acreditaria.
Desempenho
A Motorola está fazendo algo único com as entranhas dos seus novos smartphones. Eles usam o novo sistema de computação X8. “Não é um SoC (system on a chip), é uma série de produtos discretos colocados em uma placa”, me contou Steve Sinclair, da Motorola. Geeks podem se preocupar ao descobrirem que o processador é um Qualcomm Snapdragon S4 com 1,7GHz de clock, mas também há uma GPU Adreno 320, dois processadores de baixa energia, um para linguagem natural e outro para computação contextual. Isso dá um total de 8 núcleos, todos otimizados para tarefas diferentes. Ele também tem 2GB de RAM para ajudar em tudo isso.
O mais importante, no entanto, é que ele é RÁPIDO. Nas poucas horas que brinquei com um, não enfrentei lag nem nada. Parece até mais rápido que HTC One, Galaxy S4 e iPhone 5 (mas vamos ver como ele se sai com testes mais profundos). Apps abrem rapidamente, o scroll é suave. Esperamos que isso melhore quando ele receber a atualização para o Android mais recente. E falando nisso…

Gizmodo

Software
Apesar da Motorola ser agora uma “empresa Google”, o Moto X será lançado com o Android 4.2.2 (Jelly Bean). O Android 4.3 foi lançado na semana passada. Não é uma grande atualização, mas deve ajudar a deixar as coisas ainda mais rápidas e adicionará o suporte ao Bluetooth 4.0. Mas a ótima notícia é que o Moto X roda basicamente um Android stock. Ele é bem limpo e aquele monte de bobagem do MotoBlur não existe mais. O Moto X não muda muita coisa no design do Android, e isso é excelente. Mas ele tem alguns recursos interessantes.
Controle touchless
Isso apareceu nos novos Motorola Droid apresentados na semana passada. Lembram-se daqueles núcleos de baixa energia que citamos alguns paragráfos atrás (um para linguagem natural e outro para computação contextual)? É aqui que eles funcionam. Se você ativar este recurso, o Moto X sempre vai ficar esperto para quando você falar “Ok Google Now”. Ele vai acordar ao ouvir a sua voz. Isso pode ser usado para navegação, para ver alguma coisa, fazer uma ligação, enviar uma mensagem ou email, criar um lembrete para si mesmo, configurar um alarme, ou várias outras coisas. A parte mais legal é que ele aprende a sua voz. O pessoal aqui da redação do Giz não conseguiu acordá-lo com o “Ok Google Now”. Ele só obedece a minha voz.  
Na maior parte das coisas ele funcionou bem, mas tive dificuldade com comandos mais longos, como adicionar algo no calendário com hora, data e localização. Isso seria bem útil dentro do carro. Você pode configurá-lo para ler mensagens para você, e para confirmar verbalmente as coisas que você pediu para serem escritas – assim você realmente não precisa tocá-lo.
Active Display
Eis mais um recurso bacana. A Motorola fez uma pesquisa e afirma que uma pessoa comum liga o smartphone cerca de 60 vezes por dia. Na maior parte das vezes é apenas para checar o horário ou quais são as notificações recebidas. Você vê um LED piscando e quer saber o que aconteceu. Em vez de usar esse LED, o Active Display mostra brevemente a hora do dia e ícones das notificações que esperam por você quando você tira o smartphone do bolso ou pega ele na mesa. Ele faz isso usando os núcleos de baixo consumo de energia, então a Motorola alega que não gasta muita energia para isso.
Se receber novas notificações, o ícone e a hora vão pulsar de vez em quando até você checar o que é. Se você tocar a tela, ela vai mostrar um preview do que ele considerar a notificação mais importante, e uma deslizada na tela vai levá-lo ao app da notificação. Tudo isso é personalizável, claro (você não vai conseguir ir direto para o app caso seu smartphone esteja bloqueado, e você pode desativar esses previews).
Câmera
O Moto X tem uma câmera de 10 megapixels com uma tecnologia um pouco diferente da encontrada em outros smartphones. Ela é chamada “tecnologia Clear Pixel”. Em vez dos tradicionais pixels RGB, ele tem RGBC (C é para “clear”). Ele é dedicado a capturar luz. A Motorola diz que ele captura 75% mais luz do que um sensor tradicional. Combinado com o F/2.4 do Moto X, a Motorola afirma que ele pode tirar fotos com o dobro de velocidade em relação a outros smartphones com luz brilhante, o que deve significar menos borrões. De fato, durante a demonstração vimos uma foto tirada em uma fonte com gotas individuais de água congeladas no ar. Parecia bastante nítida, mas ainda vamos testar com mais calma.
A tecnologia deve, teoricamente, melhorar as fotos com baixa luz, também. Nós fizemos um teste rápido, e, em comparação com o HTC One, a do Moto X era mais brilhante, mas também tinha mais ruídos e menos nitidez. Novamente: precisamos testar mais.
A câmera também conta com alguns truques de software. Ela pode usar os núcleos de baixo consumo para ativar o app assim que você balança o pulso algumas vezes. A Motorola diz que, com isso, você vai da tela inicial para a câmera em dois segundos. Na prática, não funcionou sempre: talvez uma em cada três tentativas.
Gizmodo
Personalização
A Motorola pegou isso emprestado das indústrias automotivas e de calçados: o Moto X é o smartphone mais customizável disponível no momento. A Moto Maker será uma loja online de personalização. Você poderá escolher entre duas cores frontais, 18 traseiras, 7 cores para botões e o anel ao redor da câmera, e até gravar uma mensagem na traseira dele (como o seu email, por exemplo, caso você perca seu smartphone). A personalização é incluída no preço final e a Motorola promete entregar em quatro dias. Mas isso é para os Estados Unidos – não sabemos se todas essas possibilidades chegarão ao Brasil quando o Moto X der as caras por aqui.
Você também poderá escolher fones de ouvido, e, a partir do fim do ano, uma traseira de madeira.
Gizmodo
Disponibilidade
O Moto X chega aos Estados Unidos entre o fim de agosto e começo de setembro. O preço sugerido é de US$ 200 para a versão de 16GB, ou US$ 250 para a de 32GB. Ele também oferece 50GB de armazenamento no Google Drive durante dois anos. Isso além dos 15GB que você já tem gratuitamente. Isso mesmo, 65GB ao todo. A Play Store receberá um Moto X desbloqueado, mas o preço não foi divulgado.
E o lançamento no Brasil não deve demorar muito: horas antes do anúncio oficial, o site brasileiro da Motorola tinha um teaser do Moto X. Logo após seu anúncio, o teaser deu lugar a uma página para interessados no smartphone se cadastrarem enquanto esperam por novidades. Assim como a Motorola tem feito com vários outros aparelhos, o Brasil pode ser um dos próximos a receber o Moto X.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

VSCO Camp

VSCO Camp, app de fotografia, entra em beta privado no Android

Aplicativo funciona apenas nos Samsung Galaxy S3 e S4 e no HTC One. 

Divulgação


O popular app de fotografia para iOS VSCOCam vai ser lançado para Android e está com inscrições abertas para quem quiser fazer parte do beta privado em alguns dispositivos.
O VSCO Cam é um app bem bacana e fundamental para quem curte fotografar no smartphone: ele tem uma interface simples com acesso rápido a foco, exposição e outras coisas, sem que isso atrapalhe na experiência de tirar a foto. Ele é gratuito no iPhone e é altamente recomendado por nós. 
A versão para Android não tem data para ser lançada, mas as inscrições para a fase beta começaram hoje. As vagas são limitadas, assim como os dispositivos: ele rodará apenas no Samsung Galaxy S3, S4 e no HTC One. Aqui no Brasil podemos excluir o último (o HTC One não chegará por aqui).
Caso você queira fazer parte da primeira leva de usuários do VSCO Cam no Android basta entrar no site oficial e preencher um formulário (em inglês) com o modelo do seu smartphone, sua localização e um texto curto (até 500 palavras) falando sobre como você quer muito usar o VSCO Cam – depois, é só torcer para ser um dos selecionados.

sábado, 27 de julho de 2013

Dominam o Mercado

Samsung e Apple continuam a dominar mercado de smartphones, mas outras fabricantes ganham espaço

LG e Lenovo venderam mais que o dobro de aparelhos em relação ao ano passado.

Montagem

Há algum tempo, o cenário dos smartphones continua quase o mesmo: Samsung na frente, vendendo o dobro de smartphones que a Apple, e o restante da concorrência bem atrás. Nos últimos trimestres, isso vem basicamente se repetindo.
Mas no último trimestre, algo começou a mudar: as concorrentes cresceram muito, retirando market share da Samsung e Apple. Concorrência!
Segundo a IDC, enquanto LG e Lenovo venderam mais que o dobro de smartphones em relação ao ano passado, a ZTE teve aumento de quase 60%. As empresas que não aparecem no top 5, somadas, tiveram um incremento de 60% nas vendas. Com isso, a participação de mercado delas ainda é pequena – mas aumentou.
Enquanto isso, a participação de mercado da Samsung caiu para 30,4%, mesmo com o lançamento do Galaxy S4; e a empresa avisou que as vendas de smartphones devem se expandir menos no trimestre que vem. A Apple, por sua vez, caiu para 13,1%: é o nível mais baixo dos últimos três anos, mesmo após vender uma quantidade recorde de iPhones (se comparado ao mesmo trimestre dos anos anteriores).
IDC
Samsung e Apple não estão exatamente em apuros: juntas, elas continuam dominando quase metade do mercado global de smartphones. Mas à medida que os telefones inteligentes ficam mais maduros, o espaço para crescer se reduz. Felizmente, mesmo assim estamos vendo a concorrência ganhar espaço.
Isto não significa que todas as empresas estão bem, é claro: o lucro da HTC vem minguando, a Motorola continua a dar prejuízo, e a BlackBerry está em uma situação preocupante. Mas outras empresas – incluindo a Nokia – estão conseguindo abrir espaço nessa área fortemente dominada por Samsung e Apple. Mais concorrência sempre é bom, certo?

sábado, 15 de junho de 2013

HTC One “Google Edition”

Divulgação

Chefe do Android confirma HTC One “Google Edition”

Divulgação

Sundar Pichai anunciou que o aparelho receberá o Android puro e falou sobre novos Nexus.


O atual chefe da divisão do Android e Chrome do Google, Sundar Pichai, falou sobre planos futuros para alguns serviços do Google durante a conferência D11. 
Pinchai anunciou que o ótimo HTC One também receberá uma “Google Edition” com Android puro. A notícia vem algumas semanas depois do Galaxy S4 Google Edition e é excelente para os donos de Android: agora eles têm a opção de comprar dois dos melhores smartphones com a plataforma usando uma versão sem modificações do Android, como se fosse um Nexus.
O HTC One Google Edition começará a ser vendido no dia 26 de junho por US$ 599 pela Play Store do Google – isso nos Estados Unidos. Considerando que a HTC não tem mais representação oficial no Brasil, é pouco provável que o smartphone chegue por aqui um dia.
Com isso, o Google parece ter encontrado uma forma de solucionar uma das maiores reclamações de usuários do Android: as skins de fabricantes que prejudicam muitas vezes o desempenho do aparelho. E além disso, as versões Google do HTC One e do Galaxy S4 receberão as novas versões do Android assim que elas forem lançadas, como acontece na linha Nexus. Nada mais de ter que esperar por Samsung ou HTC para receber a nova versão do Android – mesmo que para isso você tenha que pagar um preço bem alto (o Galaxy S4 custará US$ 650, e nenhum dos dois poderá ser comprado com desconto em operadora).
Isso significa o fim dos Nexus? Pinchai garante que não. “A ideia dos Nexus é apostar em hardware também”, explicou Pinchai. “Então eles vão continuar”. Portanto, a estratégia do Google com o Android agora envolve tanto se aliar com fabricantes para lançar versões “puras” de alguns dispositivos quanto participar de perto da produção de um, que leva o nome Nexus.
Pinchai não deu dicas de quando veremos o próximo Nexus. Esperávamos um novo Nexus 7 durante o Google I/O, mas ele não deu as caras. Quem sabe mais para o fim do ano, quando a próxima versão do Android for finalmente lançada, novos smartphones e tablets Nexus sejam anunciados (tudo o que sabemos é que o próximo smartphone não será feito pela LG).
Outra novidade do Google I/O, o Google Play Music All Access, está a caminho do iOS. O serviço de assinatura de música via streaming (que não funciona oficialmente ainda no Brasil) deve ganhar um app para iPhone e iPad dentro de um mês. Pinchai destacou que o plano do Google é fazer com que seus serviços estejam na maior quantidade de plataformas possível – chegar ao iOS, então, é um passo natural.


HTC One Mini

Este pode ser o HTC One Mini, com tela HD de 4,3 polegadas

Segundo rumores, aparelho terá processador dual-core, 2GB de RAM e 16GB de armazenamento interno.

HTC One Mini

Smartphones com tela HD de 4,3 polegadas são raros. E são ainda mais raros se forem a versão simples de um aparelho top de linha: veja o Galaxy S4 Mini, por exemplo, que possui resolução de tela inferior.
Felizmente, parece que a HTC deve fugir dessa tendência: o site estoniano forte.delfi.ee diz possuir um dispositivo que se encaixa nos rumores do HTC One Mini, e publicou várias fotos dele.
O suposto aparelho ostenta uma tela 720p de 4,3 polegadas, e o site diz que ele também possui um processador dual-core, 2GB de RAM, 16GB de armazenamento interno (provavelmente sem microSD) e uma câmera de 4 megapixels com tecnologia UltraPixel, que usa pixels maiores para capturar a luz. Ele roda Android 4.2.2.
Se for verdade, isso tudo soa muito respeitável para um celular menor. Ele parece não economizar tanto nas especificações, mas resta ver se o processador fornece um desempenho semelhante ao do HTC One.
O site também afirma que o lançamento será em agosto – exceto no Brasil, já que a HTC deixou o país. Mesmo assim, parece que surgirá em breve um bom concorrente aos smartphones mid-range: isso pode influenciar outras empresas que vendem smartphones por aqui.