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sábado, 4 de janeiro de 2014

Lenovo apresenta o Vibe Z, seu primeiro smartphone 4G LTE

Equipado com o processador Snapdragon 800, dispositivo conta com tela de 5,5 polegadas e o sistema operacional Android 4.3

Lenovo apresenta o Vibe Z, seu primeiro smartphone 4G LTE

A Lenovo anunciou nesta sexta-feira (3) o lançamento do Vibe Z, aparelho ultrafino que marca a estreia da empresa no mercado de gadgets compatíveis com a tecnologia 4G LTE. Entre os destaques do aparelho, estão o poderoso processador Snapdragon 800 e um software de aperfeiçoamento de fotografias integrado a seu hardware.
“Criamos o novo Vibe Z com design elegante, alto desempenho e software customizado para proporcionar a melhor experiência 4G”, afirma Liu Jun, vice-presidente sênior da companhia. “Junto ao Vibe Z, as nossas séries S e A de smartphones proporcionam aos clientes a possibilidade de escolher o tamanho da tela e as características do aparelho”, complementa.


Especificações técnicas


  • Display de 5,5 polegadas com resolução 1080p
  • Processador Snapdragon 800 de 2,2 GHz
  • 2 GB de memória RAM
  • Sistema operacional Android 4.3 (Jelly Bean)
  • Espaço interno de 16 GB para armazenamento de arquivos
  • Câmera traseira com sensor de 13 megapixels


Séries S e A


Junto ao novo smartphone flagship, a Lenovo anunciou o lançamento do S930, aparelho com tela de 6 polegadas voltado ao consumo de conteúdos multimídia; o S650, dispositivo com display de 4,7 polegadas; e o A859, gadget de 5 polegadas com hardware respeitável. Os três aparelhos já estão disponíveis nos mercados nos quais a Lenovo disponibiliza oficialmente seus smartphones para comércio.

Lenovo apresenta o Vibe Z, seu primeiro smartphone 4G LTE

Já o Vibe Z deve ser lançado em algum momento do mês de fevereiro, estando restrito inicialmente à Indonésia, Malásia, Tailândia, Arábia Saudita, Filipinas e Emirados Arábes Unidos. A expectativa é que o produto seja vendido por um preço equivalente a US$ 549.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

Tenha você também o seu próprio desenho para compartilhar com os amigos nas redes sociais

MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

Se você está navegando pelo Facebook nos últimos dias, já deve ter visto alguns de seus amigos postando imagens que parecem caricaturas profissionais. Pois é bem provável que elas tenham sido criadas com o app MomentCam, que se tornou uma verdadeira febre na rede social de Mark Zuckerberg. Trata-se de um aplicativo para Android e iOS, que transforma fotografias normais em ilustrações bem bonitas.
Com alguns rápidos comandos, qualquer pessoa consegue capturar fotografias — é recomendado que sejam utilizadas “selfies” capturadas na hora ou então presentes na galeria de imagens dos smartphones — para realizar as etapas de criação da ilustração. Quer aprender a fazer as suas próprias caricaturas neste app que é uma verdadeira febre? Então confira nosso rápido tutorial.

Como fazer


1. Após baixar o aplicativo (tanto na versão para Android quanto para iOS), você poderá ordenar a execução dele em seu celular. Assim que o app estiver aberto, escolha “Comics” para imagens estáticas ou “Emoticons” para GIFs animados — a tela “Portfólio” dá acesso aos itens já criados.

MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

2. A câmera será aberta e você poderá escolher entre tirar uma nova foto ou escolher uma já existente. Para a primeira opção, basta acionar o botão da câmera. Para a segunda, clique sobre a miniatura no canto inferior esquerdo e escolha a imagem que será utilizada pela galeria.
MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

3. Com a fotografia já carregada, você terá que ajustar os olhos e a boca da caricatura, marcando-os com marcadores verdes. Lembre-se também de escolher se se trata de um garoto (Boy) ou de uma garota (Girl).

MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

4. Atente para os ícones da parte de baixo da interface. Em “Face Edit” você pode mudar os cabelos, formato do rosto e ainda adicionar alguns detalhes ao desenho.

MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

5. Em “Designs” você pode escolher entre as diversas situações possíveis para a criação da ilustração.
MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook


6. Na aba “Create” é possível alternar entre diversos planos de fundo para que o desenho fique ainda mais divertido.
MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

7. Após efetuar todas as alterações desejadas, é só clicar sobre o botão “Save” no lado direito da interface. A imagem será salva no portfólio do app e também na memória do aparelho. Agora é só compartilhar o resultado com seus amigos — o que também pode ser feito pelos botões diretos da rede social.

MomentCam: como criar caricaturas no app que virou febre no Facebook

Gostou dos resultados que podem ser conseguidos com o aplicativo MomentCam? Temos certeza de que você vai se divertir muito com ele. Aproveite para compartilhar os resultados com todos os seus amigos nesta verdadeira febre das redes sociais.


Android KitKat: como alterar individualmente as permissões de cada app

Aprenda como acessar o recurso App Ops, que foi ocultado na última versão do sistema operacional da Google
Android KitKat: como alterar individualmente as permissões de cada app

Quando o Android 4.3 foi lançado oficialmente pela Google, alguns usuários ficaram bastante animados com a descoberta de um recurso escondido batizado simplesmente como App Ops. A ferramenta “secreta” dava aos usuários a liberdade de configurar manualmente todas as permissões requeridas por cada um dos aplicativos instalados no seu smartphone ou tablet equipado com o sistema operacional.
Desta forma, caso você não confiasse em certo programa recém-instalado, você poderia proibi-lo de acessar sua agenda ou ter controle sobre sua conexão WiFi, por exemplo. Esse recurso foi apreciado sobretudo pelas pessoas que possuem uma maior preocupação com a privacidade de seus dados e segurança de suas informações digitais; afinal, nunca se sabe quando um programa está fazendo uso indevido de seus arquivos ou contatos.
Contudo, alegando que o App Ops era apenas um recurso experimental e que seu uso contínuo poderia acarretar problemas para o usuário, a Google decidiu barrar completamente o acesso à função na última versão do Android, a 4.4 KitKat. Muitos reclamaram, outros protestaram e até mesmo a Electronic Frontier Foundation (EFF) divulgou uma carta aberta pedindo para que a Google refletisse sobre essa decisão. De acordo com a ONG, o usuário de um smartphone deve ter o direito de zelar pela sua própria privacidade, escolhendo o que um aplicativo irá ou não rastrear.

Android KitKat: como alterar individualmente as permissões de cada app

Recuperando o que é seu


Mas não há motivos para se desesperar: já existem formas alternativas (e bem mais simples) de acessar o tão famigerado recurso no Android 4.3 e 4.4. Basicamente, tudo o que você precisa fazer é instalar o Color Tiger App Ops 4.3 / 4.4 KitKat, um aplicativo desenvolvido pela Color Tiger Software e que pode ser adquirido legalmente através da própria Google Play. O melhor de tudo é que o seu aparelho não precisa estar rooteado para que o programa funcione corretamente!
A verdade é que, de acordo com a própria desenvolvedora Color Tiger, o App Ops não foi retirado do Android KitKat; ele continua lá, sendo distribuído de forma nativa, mas completamente inacessível por métodos convencionais. Sendo assim, tudo o que este aplicativo faz é prover um atalho mais amigável para a funcionalidade.

Android KitKat: como alterar individualmente as permissões de cada app


Indo muito além


Se o seu aparelho estiver rooteado, você pode optar por instalar o App Ops eXtended, uma versão aprimorada do recurso nativo também desenvolvida pela Color Tiger Software. É possível adquirir esta extensão na primeira vez que você abrir o aplicativo indicado anteriormente. Por enquanto, a única vantagem do eXtended em relação ao App Ops nativo (convencional) é a possibilidade de buscar aplicativos através de uma caixa de pesquisa.
Vale observar, contudo, que os responsáveis pelo software pretendem incrementá-lo muito em breve, adicionando cada vez mais funcionalidades exclusivas que você não conseguirá encontrar no App Ops normal. Entre os recursos prometidos, destacam-se a revogação automática de permissões, integração com o gerenciador de tarefas, notificações e configuração de múltiplos perfis.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

BlackBerry Messenger

BlackBerry Messenger enfim estreia no Android e iPhone


bbm iphone android 2

Há um mês, a BlackBerry prometeu que lançaria o BBM, serviço de mensagens instantâneas, nas plataformas da concorrência. Era para ser uma boa notícia: o app é a melhor coisa da BlackBerry em anos. Aí deu tudo errado, e o lançamentonão tinha mais data para acontecer.
Agora, o BBM enfim está disponível de graça no Google Play e na App Store. Há uma fila de espera: você precisa cadastrar seu e-mail e esperar pelo convite, para não acontecer as falhas de antes. Mas, entre tantas alternativas de chat, por que escolher a BlackBerry?
Em geral, ele é mais confiável que outras alternativas, com menos falhas na entrega de mensagens. Você sabe quando a mensagem foi entregue (D) e lida (R),o que não é o caso do WhatsApp. E, como o BBM usa PINs em vez do número de celular, dá para controlar melhor quem pode contatar você.
Claro, como em outros apps de mensagens, dá para ver se a outra pessoa está “escrevendo…”, fazer bate-papo em grupo ou enviar arquivos e imagens para seus contatos. Além disso, ele pode ganhar novas funções no futuro, como chat em vídeo e compartilhamento de tela.
Em nosso hands-on, notamos como as versões para Android e iPhone rodaram sem problemas e sem lag. Além disso, a BlackBerry fez um ótimo trabalho em adaptar o BBM para o design de cada plataforma. Claro, o grande problema aqui é: vale a pena trocar de app, se seus amigos não quiserem usar?
O BBM deveria ter estreado no Android e iPhone em setembro. No entanto, vazou uma versão antiga do BBM para Android, que sobrecarregou os servidores da empresa. Ela foi instalada por quase um milhão de pessoas, e gerava um volume de dados muito maior que o normal. Por isso, o lançamento foi atrasado. Agora ele chegou – baixe-o aqui (iOS) e aqui (Android). Será tarde demais? [BlackBerry Blog via The Verge]

domingo, 13 de outubro de 2013

Xperia Z1 “mini”

Xperia Z1F: a aposta da Sony em versão “mini”

Apesar do tamanho, o smartphone traz configurações de alto nível e boa qualidade de imagem

Divulgação

Quando fabricantes resolvem lançar a versão “Mini” de um smartphone, ela geralmente vem com hardware bem menos potente, e resolução de tela bem menor. Felizmente, essa tendência está mudando: primeiro tivemos o HTC One Mini; agora temos o Sony Xperia Z1F.
A tela diminuiu para 4,3 polegadas e resolução HD, mas as especificações são basicamente as mesmas do Xperia Z1. Ou seja, temos aqui um processador Snapdragon 800 quad-core de 2.2GHz, 2GB de RAM, 16GB de armazenamento e a câmera G Lens com sensor de 20.1MP.
Rodando Android 4.2, ele estará disponível em quatro cores (preto, branco, verde-limão e rosa) e terá conectividade NFC, além de uma bateria de 2.300 mAh com carregamento sem fio Qi. São 9,7 mm de espessura e 140 g.

Divulgação
O Xperia Z1F será lançado em dezembro, por enquanto apenas no Japão. Mas, dada a crescente popularidade da linha Xperia no mundo, e a tendência de oferecer versões “mini” de smartphones top de linha, não é difícil imaginar que ele chegue a mais países no futuro.
Até pouco tempo atrás, quando se tratava de Androids, você tinha duas opções: levar um smartphone grandalhão e poderoso, ou um pequeno e pior. É bom ver que, aos poucos, temos cada vez mais escolhas de aparelhos que são potentes e cabem melhor na mão.

sábado, 5 de outubro de 2013

Microsoft Android e Windows Phone

Microsoft pediu para HTC criar smartphones com Android e Windows Phone

Windows Phone 8

De acordo com a Bloomberg, a Microsoft pediu para a HTC colocar o Windows Phone em mais de seus smartphones. Mas não foi um pedido simples: eles queriam smartphones que rodassem Windows Phone e Android.
Terry Myerson, chefe da unidade de sistemas operacionais da Microsoft, teria pedido à HTC no mês passado para “colocar o Windows Phone como uma segunda opção em aparelhos” com o software rival do Google. Mas como?Segundo a Bloomberg:
Os detalhes técnicos ainda precisam ser resolvidos. Não ficou claro se o smartphone da HTC rodaria o Windows e Android ao mesmo tempo, ou se permitiria que os usuários escolhessem um padrão.
Aparentemente, a Microsoft discutiu até baixar ou retirar a taxa de licenciamento do Windows Phone para torná-lo uma opção mais atraente à HTC,que está em dificuldades financeiras. Isso cheira a desespero – e meio que é, mesmo.
As negociações com a HTC ainda estariam nos estágios iniciais, então ninguém tem certeza de que veremos este smartphone híbrido. Mas ver Windows Phone e Android no mesmo aparelho, ao mesmo tempo, seria insano.
Seria útil, no entanto? Provavelmente não. A menos que você conseguisse, de forma rápida, alternar entre Android e Windows Phone, é difícil imaginar casos em que isso valeria a pena. Há muitos detalhes técnicos que prejudicariam um smartphone assim: lembre que a HTC teria que lidar com atualizações e correção de bugs em dois sistemas, por exemplo.
A HTC não lança um novo Windows Phone há quase um ano. Na época, elatravava uma disputa contra a Nokia pelo melhor smartphone com o sistema; agora, segundo a Bloomberg, a HTC “não tem mais planos de lançar Windows Phones”. Veremos se essas conversas com a Microsoft mudam isso.

Moto X

Moto X, da Motorola: conheça o mais humano dos Androids

Primeiro aparelho da empresa sob a batuta do Google vem com recursos que o tornam um smartphone realmente inteligente

Gizmodo


O Moto X é o primeiro smartphone da Motorola sob o comando do Google. Repetimos bastante isso por aqui desde que os primeiros rumores sobre o aparelho surgiram porque isso é, sim, um ponto muito importante. A gigante das buscas (que hoje já é muito mais do que isso) agora tem uma empresa de hardware para implantar a sua filosofia. E o Moto X é o primeiro fruto dessa parceria.
Ele foi lançado no fim de agosto lá fora e foi bastante elogiado. Chegou ao Brasil no meio de setembro e, depois de algumas semanas usando um, já podemos dar um veredicto final. O Moto X é fantástico. Não por ter o melhor processador, ou a melhor tela, nem a melhor câmera. Ele sequer tem a versão mais recente do Android. Mas a combinação de todos os seus detalhes bem pensados faz dele um smartphone espetacular. O Android para todos.
Design e especificações técnicas
Já falamos bastante sobre o Moto X, mas é bom retomar algumas coisas. A Motorola insiste que o Moto X é mais do que as suas entranhas. Em vez de destacar o clock do processador, a empresa promove o sistema de oito núcleos: dois deles estão no Snapdragon Pro de 1.7GHz, quatro na GPU Adreno 320 e outros dois núcleos servem para linguagem natural e computação contextual. O Moto X funciona o tempo inteiro – mesmo com a tela desligada, ele está prestando atenção no mundo ao seu redor, esperando por um comando para ser ativado.
Em relação ao design, é até surpreendente que ele seja tão compacto com uma tela de 4,7 polegadas. Sua traseira levemente curvada tem uma pegada incrível. Segurar o Moto X é muito bom. Ele é leve (130g) e, apesar de ter o acabamento de um tipo de policarbonato emborrachado, o aparelho em nenhum momento parece de baixa qualidade – muito pelo contrário, você sente que está com um smartphone high-end nas suas mãos. Comparado às útimas tentativas de design da Motorola, quadrados e durões, o Moto X é um ótimo suspiro de esperança.
Moto X
A tela AMOLED não é Full HD, mas isso não é um problema: é bem nítida e com cores vivas, protegida por um vidro Gorilla Glass realmente resistente – apesar do meu uso intenso não notei nenhum arranhão na tela, e ela frequentemente está livre de marcas de dedos ou qualquer tipo de sujeira.
Para usuários mais hardcore, o Moto X segue uma tendência que não agrada todos os usuários do Android: assim como o Nexus 4, ele não tem memória expansível. Então você terá apenas 16GB para enfiar todos os seus apps, músicas, vídeos e o que mais quiser colocar nele. É um bom exercício para explorar melhor a nuvem – Drive, Dropbox, ou seja lá qual seu app favorito para guardar arquivos.
Ele entende você (ou quase isso)
O Moto X é o Android mais humano e está sempre prestando atenção no que acontece para saber exatamente o que deve fazer. Ele ouve a sua voz, ele sabe que está no bolso, ele entende que você quer tirar uma foto. Esses recursos são interessantes, mas alguns deles não funcionam exatamente como deveriam.
O que mais gostei do Moto X foi o sistema de notificações inteligentes (nome dado pela Motorola). Em vez de uma luz LED piscando que nos deixa ansiosos para saber o que exatamente está acontecendo dentro do telefone, o Moto X acende uma parte da tela que pulsa por alguns segundos mostrando os ícones dos apps que tem alguma novidade.
É possível configurar: as notificações inteligentes podem mostrar apenas e-mails, chamadas perdidas, mensagens de texto, do WhatsApp, ou, se você quiser, até mesmo quando alguém retuita algo no Twitter. O bacana dessas notificações é que elas não apenas ajudam a nos deixar menos ansiosos quando perto do smartphone, como também economizam a bateria. Ao acender apenas alguns pixels para mostrar as notificações e o relógio, o Moto X evita ligar a tela inteira e economiza bateria. E bateria é uma das principais questões na hora de comprar um novo aparelho: de nada adianta ele ser excelente se secar completamente depois de algumas horas. Vamos falar com mais calma da bateria mais para frente, mas já adianto que esse recurso ajuda bastante.
Além disso, usando aqueles dois núcleos de linguagem natural e computação contextual, o Moto X só exibe as notificações quando sabe que você vai perceber a existência delas. Ele não vai ficar pulsando a cada seis segundos (é esse o intervalo entre uma pulsação e outra) quando estiver no seu bolso. Muito pelo contrário, ele perceberá que você não está ligado no smartphone e continuará com a tela apagada. Assim que você tirar do bolso, os pixels se acendem e mostram o horário e as notificações.
Como na maior parte das vezes tiramos o smartphone do bolso para ver as horas, isso é muito útil: você não precisa apertar nenhum botão, não precisa se esforçar para nada. O Moto X mostra as horas porque sabe que você quer, no mínimo, consultá-las. Isso também vale para quando ele está em cima de uma mesa com a tela virada para baixo: quando você desvirar, o aparelho mostra o horário. E mesmo quando estiver virado para cima e perceber que você está o segurando em sua mão, o mesmo acontece. O Moto X entende que você quer fazer algo com ele.
Os comandos de voz foram adaptados para o nosso português, e assim o Moto X é o primeiro smartphone a ter um assistente digital que entende o nosso idioma. Mas não se empolgue tanto: ele é limitado. Para entender as suas limitações, você precisa saber que ele basicamente se divide em duas partes: uma depende do software desenvolvido pela Motorola e o outro depende do Google Now. Para ativá-lo, basta falar “OK Google Now”, e ele já começa a ouvir o que você tem a dizer.
Duas observações sobre isso: a primeira é que ele usa um sistema com dois microfones (um dianteiro e um traseiro). Com isso, o aparelho consegue detectar barulho de fundo e a sua voz, e pode atender mesmo em um ambiente barulhento (é claro que não extremamente barulhento, mas em um escritório com telefones tocando sem parar e pessoas conversando o tempo inteiro ele consegue te ouvir). A distância é boa e você não precisa estar do lado do aparelho para ativar seus comandos de voz. A segunda observação é que enfrentei dificuldade algumas vezes para ele me entender, mesmo estando do lado do Moto X. Foram poucas, mas elas existiram.
Ao falar “Ok Google Now” e perceber que o Moto X está prestando atenção em você, é hora de começar a usar os comandos de voz. Mas, novamente, ele depende tanto do software da Motorola quanto do Google Now. No que depende da Motorola, você tem até retorno de voz (uma voz robótica bem parecida com a do Google Tradutor, é verdade). Mas quando depende do Google Now, desista de ouvir resposta do seu aparelho. Sim, ele vai fazer o que você pede, mas não vai dar nenhum retorno de voz. Pergunte a previsão do tempo e o Google Now mostrará (não falará) o que esperar do dia. Isso faz com que eu questione a real utilidade disso tudo. Se a ideia é que eu não precise pegar no meu smartphone para ter as informações, mas ainda assim eu precise estar próximo da tela dele para ler a resposta, então ele não faz isso direito. É impressionante, mas a utilidade prática é quase nula. Esse é o maior desafio dos comandos de voz de todas as empresas: ser mais útil do que poucos toques na tela no uso cotidiano. Por enquanto, isso não acontece.
Claro que em alguns casos os comandos de voz são extremamente úteis, especialmente para quem está no volante. O Moto X pode ler mensagens de texto, atender chamadas e enviar SMS avisando que você não pode atender no momento, apenas ouvindo a sua voz – e para esse caso específico ele se torna bem prático. Para outros, no entanto, a situação é diferente – talvez melhore a partir do momento em que o Google Now comece a responder em português.
Por fim, ativar a câmera deveria ser algo simples. Em tese, você deve balançar o pulso duas vezes e o app da câmera abriria. A Motorola justifica a criação do gesto, dizendo que o tempo que uma pessoa demora para pegar o smartphone do bolso, desbloquear, abrir o app da câmera e tirar uma foto pode chegar a dez segundos. Tanto tempo seria suficiente para perder o momento que você gostaria de eternizar em uma foto.
Por isso criou um gesto que facilitaria a ativação da câmera. O problema é que não funciona sempre. Algumas vezes tive que balançar quase dez vezes até perceber que a câmera estava abrindo (o aparelho vibra para avisar). Não economiza tanto tempo, você pode parecer apenas um maluco no meio da rua chacoalhando o celular, e ainda é um tanto perigoso – não acho difícil alguém um pouco mais atrapalhado simplesmente lançar o Moto X para longe ao tentar ativar a câmera.

Software e desempenho
O Moto X usa o Android quase puro, com sutis modificações. Ele roda a versão 4.2.2 Jelly Bean - apesar da 4.3 já ter sido lançada. Visualmente temos um Android bem parecido com o stock disponibilizado pelo Google. A Motorola já vinha diminuindo bastante o peso da sua skin nos seus smartphones, e seguindo neste caminho podemos esperar por aparelhos puros no futuro (aqui vale o destaque que uma versão Google Play com o Android stock será vendido nos EUA).

Moto X

Tive contato com dois aparelhos da Motorola em um passado recente – o Razr i e o Razr D3. Eles já eram bem pouco modificados, mas tinham widgets de círculos característicos. Isso sumiu. A tela inicial do Moto X não tem absolutamente nada de diferente do que o Google coloca no Android – talvez alguns papeis de parede diferentes, mas só.
A barra de notificações é completamente limpa – diferentemente de certos smartphones da Samsung e LG que têm atalhos que ocupam até metade da tela. Puxe de cima da tela com dois dedos e encontre as configurações rápidas – ative ou desative conexão de dados, Wi-Fi, Bluetooth, modo avião, entre nas configurações, controle o brilho da tela, confira a situação da bateria. Nas notificações mesmo, você tem apenas elas e nada mais – ok, dois botões no canto superior direito para limpar as notificações e abrir a outra tela de configurações rápidas.
Nas adições da Motorola, um destaque é o Assist. Um app bem Google – ele é dividido em cards, como os apps do Google são atualmente – e ajuda na definição de três perfis: um para dirigir, um para reuniões e um para dormir. Isso significa que você pode configurar o aparelho para entrar no modo silencioso quando estiver em reuniões, para silenciar completamente durante o sono, ou para enviar mensagens automaticamente para quem tenta ligar para você enquanto dirige.
Mas então é só um app para definir perfis diferentes? Não exatamente. Com o Assist ativado, o Moto X muda automaticamente para essas configurações quando sabe que você está dirigindo, em reunião ou dormindo. No caso do sono, é simples – você escolhe as horas que costuma dormir para ele não atrapalhar esse tempo precioso. Para reuniões, ele checa a sua agenda para saber quando você vai se encontrar com outras pessoas, e assim não incomoda durante esse tempo. E quando percebe a sua velocidade de deslocamento, detecta que você deve estar dirigindo e ativa o modo direção – como falei antes, este modo é o que faz melhor uso dos comandos de voz do aparelho.
A bateria de 2,200 mAh poderia ter sua duração bastante comprometida pelos truques da Motorola – afinal, o aparelho está sempre prestando atenção no que acontece. Mas na prática não é isso o que acontece, com as soluções (como as notificações pulsantes) que já explicamos antes. A bateria do Moto X funciona bem: ela vai aguentar facilmente um dia inteiro na rua, mesmo com uso frequente, e você vai chegar em casa com bastante carga disponível, sem precisar correr para chegar até o carregador antes que o aparelho apague de vez.
Por fim, o processador dual-core não compromete o desempenho do Moto X, e, com a GPU Adreno 320, mesmo aplicações pesadas como jogos rodam suavemente. O desempenho do aparelho é ótimo, e permite que você mude de apps com facilidade, abra, feche, navegue na internet sem notar lentidão. Especificações técnicas realmente não importam neste caso – temos aqui um dos mais fluidos smartphones com Android do mercado.
Câmera
Se existe alguma parte do Android do Moto X que recebeu bastante modificação, foi a câmera. O app foi completamente redesenhado – e é extremamente simples. Ao ativar a câmera (seja balançando o braço ou abrindo como qualquer outro app), você encontra uma tela quase limpa: no canto direito estão os ícones para mudar para vídeo e para trocar pela câmera frontal.
Para tirar foto, basta tocar em alguma parte da tela – qualquer parte – e a foto é capturada, e bem rápido. Segure o dedo por um tempo e diversas fotos são tiradas em sequência.
Para fazer ajustes na câmera, puxe um menu escondido no canto esquerdo da tela. Ele é simples – bem simples, e você não tem muitas opções de configuração. É possível ativar HDR, flash, definição de foco, vídeo em câmera lenta, foto panorâmica, colocar tag de localização na imagem e desativar o movimento para abrir a câmera.
Com a definição de foco, você toca na tela na parte que quer focar e ele tira foto automaticamente. O vídeo em câmera lenta grava a 720p e 15 fps – o padrão da indústria é de 30 fps, então é um pouco decepcionante. Vídeos normais são gravados em 1080p. Quer mudar controle de branco, qualidade da imagem, do vídeo? Esqueça, não é possível. O app é simples e limitado – provavelmente o suficiente para quem quer apenas tirar fotos rápidas com o smartphone.
Mas vamos ser francos: pessoas que se importam em mexer nas configurações da câmera do smartphone costumam ter um segundo bom aparelho, então não vai ser exatamente uma grande perda. Só significa que o Moto X jamais será sua câmera fotográfica ideal. Além de tudo, a qualidade das imagens não é exatamente excelente – percebi muitos ruídos nas fotos, mesmo em boas condições de luz.
Notas de uso
Durante o teste, não senti a necessidade de reiniciar o Moto X por perceber que ele estava lento demais (como acontece frequentemente com outros Androids). Ele desligou, sim, mas por outro motivo – a bateria acabou (isso fazia parte do teste, é claro). Mas travadas, lentidões, engasgos? Nada disso. 
Fones de ouvido que acompanham smartphones não costumam estar entre os melhores do mercado, e o caso do Moto X não é diferente – o fone de ouvido é bem ruim, então qualquer pessoa com um pouco mais de preocupação com qualidade de som vai precisar comprar outro. Novamente, isso não é muito diferente do que acontece com outros aparelhos.
Já o carregador de tomada tem uma agradável surpresa: duas entradas USB. Sim, você pode conectar dois cabos USB e carregar dois aparelhos de uma vez usando apenas uma tomada. Muito bom.
Vale a pena comprar?
Quando o Moto X foi anunciado por aqui, a Motorola disse que custaria R$ 1.800, mas, algumas semanas depois, quando chegou às lojas, custava R$ 1.500. Essa diferença de R$ 300 é fundamental para definir o Moto X como um ótimo aparelho e uma excelente aquisição para quem busca um Android de qualidade.
Você não vai achar muitos smartphones com a mesma qualidade na mesma faixa de preço – e isso considerando alguns dos pontos fracos dele, como a câmera e a limitação de espaço (por aqui, apenas o de 16GB é vendido). O Moto X é um smartphone intermediário que funciona como um high-end – e ele também tem preço de um intermediário.
O Moto X é o primeiro aparelho de uma nova Motorola, preocupada em entregar uma boa experiência de uso em um aparelho fluido e simples para qualquer pessoa. Se esse é apenas o começo da parceria entre Google e Motorola, estou bastante ansioso pelo que vem pela frente – quem sabe um Moto X 2 corrigindo os problemas da câmera? Pensando no hoje, não há dúvida alguma de que o mais humano dos Androids é uma ótima escolha para qualquer um que está pensando em um novo smartphone.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Brechas na Segurança

iMessage para Android funciona, mas com brechas de segurança

Capaz de enviar mensagens para o aplicativo do iOS, a versão também instala programas sem você saber.

Reprodução

Tão improvável quanto um iTunes para Android, talvez seja uma versão do iMessage para o sistema do Google. Mas não é que apareceu um app com essa promessa no Google Play (não baixe, continue lendo!) e que, mais que isso, funciona? Antes de correr para lá, acalme-se: há sérios questionamentos relacionados à segurança e privacidade no iMessage extra-oficial do Android.
O app foi criado por um desenvolvedor chamado Zengyi. Alguns usuários que testaram o iMessage para Android disseram que ele de fato funciona! Outros poucos, mais atentos, decidiram investigar e descobriram algumas coisas preocupantes.
Adam Bell descobriu que o app se disfarça de Mac mini para conversar com os servidores da Apple. Já Jay Freeman, criador do Cydia, notou que o app direciona todas as comunicações com os servidores da Apple para um outro, localizado na China. Steven Troughton-Smith, por sua vez, identificou um problema ainda mais grave: o app é capaz de baixar e instalar outros apps em segundo plano, sem o conhecimento do usuário.
O TechCrunch entrou em contato com o desenvolvedor Zengyi — a página na Play Store indica um tal de Daniel Zweigart como desenvolvedor, mas segundo Zengyi, Daniel apenas emprestou sua conta no Google para que ele publicasse o app.
Zengyi explicou que o servidor chinês e as permissões exageradas do app são medidas necessárias para “garantir que a mensagem possa ser recebida em qualquer horário.” Ele disse também que está trabalhando em uma atualização que dispensará o servidor, realizando todo esse suposto processamento de dados localmente. E garantiu: “O app é totalmente gratuito, e não tem qualquer tipo de malware ou anúncio.” Ele também criou um perfil no Twitter para debater questionamentos sobre seu app e divulgar novidades.
Você pode acreditar no Zengyi, mas o mais prudente mesmo é ignorar esse iMessage e de duas, uma: ou convencer seus amigos com iPhone a usarem um app multiplataforma (WhatsApp, Line, Facebook Messenger), ou comprar um iPhone.

Android completa cinco anos de vida

Desde 2008 já foram criados mais de um bilhão de dispositivos com o sistema operacional do Google

Reprodução

Foi em 2008, no dia 23 de setembro, que os executivos do Google subiram ao palco e anunciaram o muito especulado T-Mobile G1 (também conhecido como HTC Dream). Foi o primeiro produto comercial a rodar o novo sistema operacional baseado em Linux chamado Android. Ele era ok.
Des Smith, um dos membros da equipe original de desenvolvimento do Android, compartilhou algumas das suas lembranças no Google+. As coisas eram bem diferentes naquela época.
"Eu estava preocupado que 50 smartphones 3G pudessem derrubar a rede 3G da T-Mobile. Nós mudamos metade deles para Wi-Fi, testamos todos e empacotamos para a noite. Estava tão animado que não consegui dormir – estávamos perto de mudar o mundo."
O G1 em si não foi revolucionário, mas era promissor. O suficiente para parecer possível que o Android pudesse decolar e causar um impacto sério no mundo dos dispositivos móveis. Com uma touchscreen capacitiva e um teclado físico e uma trackball, o G1 era uma demonstração de todos os truques bacanas que o Android 1.0 conseguia fazer, como email, Google Maps e navegação na web.
Um bilhão de dispositivos ativados depois, o Android é completamente diferente – e muito mais maduro. Do seu humilde começo como um smartphone ok, o Android agora está também em câmeras, relógios e até geladeiras. E nada indica que sua expansão está perto de terminar.
Então parabéns pelos seus 5 anos, Android. Vamos ver o que os próximos 5 anos reservam para a plataforma. 

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Uma experiência luxuosa..



Há mais de uma década produzindo celulares de luxo, como aparelhos com diamante e ouro, a inglesa Vertu continua instigando seu seleto público com produtos bastante desejados. Em sua nova coleção Vertu TI, a marca dá um grande passo, aliando tecnologia e materiais de alto padrão, e tornando algo tão cotidiano, como o telefone, em uma experiência luxuosa.
smartphone, que roda o sistema Android, traz uma câmera de 8 megapixels com flash de LED, câmera frontal de 1.3 megapixel, processador dualcore Snapdragon S4 de 1.7 Ghz e memória interna de 64GB. Para dar leveza e durabilidade incomparáveis, a marca inglesa optou por um elegante case de titânio e acabamentos em couro. Na tela, nada menos que a maior tela de cristal de safira já fabricada no mundo, com 3.7 polegadas, e que é à prova de riscos. Sua resistência também impressiona: foi produzida para ser quatro vezes mais resistente do que as telas dos outros smartphones.
Fora todos estes detalhes sofisticados, o telefone vem com o botão Vertu Key, uma ferramenta que dá acesso a um seleto serviço de concierge, que ajuda o cliente a encontrar acomodações, eventos, lazer e restaurantes de luxo através do trabalho de uma equipe global, à disposição 24h por dia, sete dias por semana. Um mimo que pode ser comprado por 7,9 mil Euros, ou, se preferir uma versão ainda mais exclusiva, a Vertu oferece o TI adornado em ouro, que sai por 16,5 mil euros.







segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Nokia testou celular com Android

Nokia testou celular com Android antes de ser vendida para a Microsoft

Nokia android

Nokia testou o sistema móvel Android, do Google, em seus smartphones antes de ser vendida para a Microsoft no começo deste mês, por US$ 7,2 bilhões. O jornal The New York Times informou que dois engenheiros da fabricante finlandesa revelaram o caso e disseram que os aparelhos chegariam ao mercado no final de 2014. Executivos da Microsoft sabiam disso.
A parceria das empresas poderia acabar no final do ano que vem, e isso seria um golpe duro para a Microsoft, já que 80% da base de consumidores do seu sistema possuem aparelhos da fabricante.
Segundo os informantes, que não quiseram se identificar, rodar Android em um hardware da Nokia não era algo muito complicado e normalmente as empresas possuem um plano B – no caso, ao Windows Phone. No entanto, isso poderia ser um indício de que a Nokia poderia abandonar o uso do sistema móvel da Microsoft e optar pelo Android, que possui uma base de mais de 1 bilhão de ativações no mundo.
Tanto a Nokia como a Microsoft não quiseram comentar o caso. O estado do projeto atualmente é desconhecido, mas é possível que ele tenha sido congelado.
A opção da Nokia pelo Windows Phone não animou muito os consumidores. A parcela do mercado de smartphones da empresa caiu 3% no primeiro semestre de 2013, em relação aos 32,8% de 2010.


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Galaxy S4 Zoom


GALAXY S4 zoom product


Galaxy S4 Zoom, cameraphone da Samsung, chega ao Brasil por R$ 1.499

Há alguns meses a Samsung anunciou oGalaxy S4 Zoom, um smartphone que é mais uma câmera do que um celular. E agora ele chega ao Brasil.
O Galaxy S4 Zoom tem câmera com sensor de 16 megapixels e zoom óptico de 10x, controlado com um anel ao redor da lente (uma 24-240mm F3.1-F6.3). Ele também tem estabilizador óptico de imagem e flash Xenon e captura até quatro fotos por segundo.
Seu lado smartphone é um pouco modesto: processador dual-core de 1,5 GHz, tela de 4,3 polegadas com resolução 960×540, 1,5GB de RAM, bateria de 2.330 mAh, NFC, 4G LTE, Wi-Fi, Bluetooth 4.0 e entrada para cartão microSD. Ele roda o Android 4.2.2 com a skin TouchWiz da Samsung.
Nós já brincamos um pouco com o Galaxy S4 Zoom: a tela poderia ser Full-HD para poder perceber os detalhes das fotos diretamente nela, e no geral ele é consideravelmente mais lento do que o Galaxy S4. Mas como câmera parece muito bom: o app da câmera tem 25 modos de imagem e alguns truques como a Sugestão de Foto, que dá dicas de lugares para fotografar.
O Galaxy Z4 Zoom já está nas principais redes de varejo e custa R$ 1.499.




terça-feira, 27 de agosto de 2013

Android 4.3

Android 4.3 faz botão físico funcionar para a câmera e o Google não avisou ninguém disso

Aparelhos como o Nexus 4 e Galaxy Nexus poderão usar os comandos de volume para tirar fotos

Divulgação

O Android 4.3 trouxe apenas algumas pequenas mudanças ao Android, mas uma delas passou completamente despercebida (e sequer foi mencionada pelo Google): agora os botões físicos dos smartphones servem como botão de câmera.
Isso mesmo: no Nexus 4, Galaxy Nexus e outros aparelhos com o Android puro você pode usar os botões físicos de volume como obturador da câmera. Isso foi introduzido no Android 4.3, mas se você checar o site oficial com todas as novidades da atualização não vai encontrar nenhuma informação sobre isso.
Vale ressaltar que isso é do Android 4.3 puro. Algumas versões modificadas do sistema já contam com isso. A Samsung, por exemplo, implementou isso no Android 4.2 do seu Galaxy S4. E os botões físicos podem ser usados para a câmera caso você instale o novo app da câmera do Android no seu dispositivo.

Perdeu o seu android?

Google

Perdeu o seu android? O novo android device manager ajuda-o


Google anunciou hoje o novo Android Device Manager, que estará disponível o mais tardar no final deste mês.

Trás consigo uma funcionalidade extremamente útil, que basicamente ajuda-o a encontrar o seu smartphone perdido ou tablet. Este serviço estará disponível para dispositivos que possuam sistemas Android 2.2 (Froyo) ousistemas acima deste.
Quantas vezes você não deixou o seu smartphone em modo silencioso e por algum motivo se esqueceu do local onde o deixou? Com o novo Android Device Manager, esta situação deixará de ser um problema, uma vez que o mesmo, irá comandar o smartphone no sentido de tocar no volume máximo, mesmo que ele se encontre no modo silencioso. Deste modo a probabilidade de você encontrá-lo é muito maior.
Mas se eventualmente o seu smartphone está fora do alcance da voz, você pode localizá-lo no mapa em tempo real, tal como mostra a figura seguinte.
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Outra das novidades, que este novo Android Device Manager possui é que irá garantir que seus dados não acabem nas mãos erradas. Se seu telefone ou tablet tiver sido roubado e você não o conseguir recuperar, você pode apagar todos os dados que tinha no seu dispositivo.
Assim sendo se perder o seu smartphone , você poderá se logar no site, localizá-lo no mapa bem como executar um alerta e acordar o visor para que deste modo chame a atenção de alguém.
O painel de controlo pode também ser utilizado para bloquear o telefone, mantendo todas as suas informações privadas.Como último recurso, pode escolher apagar os dados sejam eles internos ou armazenados no respectivo cartão SD.
A Google irá actualizar o Android Device Manager com estas novas funcionalidades.
A melhor parte é que o este novo recurso irá fazer parte dos serviços do Google Play, ou seja, você não terá efectuar o download desta aplicação para que o serviço funcione antes de perder o seu dispositivo.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Toshiba lança três novos tablets

Toshiba lança três novos tablets com Android



A Toshiba não é a empresa mais popular no mundo dos tablets, mas isso não impede a marca nipônica de lançar novos produtos para brigar com Samsungs e outros. Durante a Computex, em Tapiei, os japoneses apresentaram três novos tablets com telas de 10 polegadas e o Android 4.2 já instalado de fábrica.

Excite Pure

Excite Pure
O primeiro modelo é o Excite Pure, que será vendido a partir de US$ 299 - quase R$ 600 - e conta com um chip Tegra 3, display com resolução de 1280 x 800 pixels protegido com o vidro Gorilla Glass 1 - estamos na terceira geração deste vidro. Por dentro, o usuário encontrará 16 GB de memória - com espaço para um cartão microSD - e nenhuma câmera.


Excite Pro

Excite Pro
Diferente do primeiro modelo, este conta com o chip Tegra 4, 32 GB de espaço interno, câmera traseira de 8 megapixels e um display de 2560 x 1600 pixels, protegido pelo Gorilla Glass 2. Outra diferença está nos falantes, da marca Harman Kardon e o preço: a partir de US$ 499 - aproximadamente R$ 1 mil.

Excite Write
Excite Write
Por fim, este gadget traz os mesmos recursos e hardware do Excite Pro. A diferença fica pelo suporte para canetas stylus e a parceria entre a Toshiba e a marca Wacon. A tela reconhece até 1024 pontos de pressão e a marca trará aplicativos próprios para anotação, com o pacote custando US$ 599 - ou algo próximo de R$ 1.2 mil.
Todos os três modelos serão vendidos a partir do dia 25 de junho, com opção de capa com teclado bluetooth integrado. 



iPhone com desconto

De seu iPhone antigo a Apple e compre um mais moderno com desconto


Apple logo

A Apple iniciará seu programa de "trocas" nas suas lojas em breve. Ele permite que o cliente leve seu aparelho mais antigo como o iPhone 4 para a loja da Appe e troque-o por um modelo mais novo como o iPhone 5 por um preço menor.
Esses aparelhos e seus componentes mais antigos poderão ser reaproveitados e vendidos em mercados emergentes como o Brasil, ajudando o preço a cair.

O CEO da Apple, Tim Cook, afirmou gostar da ideia que além de ajudar o meio ambiente, também elevará o número de vendas de iPhones nas lojas físicas da companhia.  O plano é que ainda essa semana a maioria dos funcionários recebam treinamento para o programa. Porém, testes já estão sendo feitos há alguns meses em certas lojas.

Diversas empresas já adotaram esse tipo de negócio. Além disso, diversos sites compram iPhones usados e quebrados para aproveitarem as peças. Até a própria Apple já tem um sistema nos Estados Unidos onde compra seus próprios aparelhos por um certo preço baseado no modelo e estado físico. Resta saber quanto de desconto esse novo programa dará aos clientes.

sábado, 24 de agosto de 2013

Como dominar seu smartphone novo

Guia de configuração do seu novo smartphone.


Tudo o que você precisa saber para dominar seu smartphone novo


Bem-vindo ao nosso Guia anual de configuração de smartphones novos. Alguém cansado daquele seu celular lajotão antigo que você usava fazia alguns anos te deu um smartphone novinho. E agora?

Começando

Ao saírem da caixa, a maioria dos smartphones não são tão “smart”. Na realidade, muitos são quase ignorantes. Preparar seu novo parceiro de bolso significa algum tempo segurando-o e tocando na sua tela para marcar todos os itens de uma lista repleta de tarefas tediosas — mas necessárias. Não se preocupe, estamos aqui para ajudá-lo. Lembre-se: este dispositivo será uma companhia constante pelos próximos meses ou até anos. Assim, você vai querer começar o relacionamento de forma positiva.

Mantenha a bateria saudável

RIP bateriaNão importa qual smartphone você ganhou ou comprou no Natal, o ponto fraco dele provavelmente é a bateria. Tratar seu Li-on com respeito não só estenderá a vida útil do seu aparelho, mas também pode aumentar o valor de revenda — para o caso de você querer passá-lo para frente antes do tempo. Para a sua sorte, praticamente todas as grandes fabricantes dão uma força aqui, incluindo a Apple e a RIM (BlackBerry). Resumindo: descarregue totalmente a sua bateria antes de recarregá-la. Faça isso pelo menos uma vez por mês e tudo ficará bem.

Migrando seus dados

Contatos no AndroidContatos: se você estiver passando de um dispositivo iOS para outro (o mesmo vale de Android para Android), uma boa sincronia deve ser o bastante para mover seus contatos — não se esqueça de conectar seu celular ao iTunes se o seu backup é feito dessa forma. Mas se você estiver passando de um dumbphone para um smartphone (ou trocando de ecossistema), aqui estão algumas opções para mover seus contatos para o novo aparelho:
  • Se você tiver um smartphone GSM (o padrão predominante no Brasil), você pode usar o SIM card para fazer a transferência. A maioria dos celulares, simples e mais complexos, tem uma opção do tipo “copie todos os contatos” para o SIM card. Depois de fazer isso, simplesmente remova o cartão e insira-o no novo celular. Assegure-se de migrar todos os contatos do SIM card para a memória do smartphone.
  • Novamente, se você estiver saindo de um Android para outro e já tem uma conta Google, tudo o que precisa fazer é logar na sua conta no novo smartphone e sincronizar todos os seus contatos. Fácil. O mesmo vale para o iPhone. Se você ainda não se cadastrou pelo menos na conta gratuita do iCloud, faça isso antes de mudar — é a forma mais fácil de migrar contatos entre smartphones Apple.
  • No Windows Phone, use redes sociais para inundar seu aparelho com seus amigos. Conecte-se às suas contas no Facebook, Twitter e Google, e tudo será sincronizado automaticamente.
Email no iPhoneEmail: o email é, provavelmente, o tipo de informação mais importante de que você precisará no seu novo smartphone e, felizmente, é um dos mais fáceis de configurar. Se você já tiver uma conta Google ou iCloud, tudo o que você precisa fazer é logar e suas caixas de entrada aparecerão automaticamente. Aqui estão os guias das fabricantes para ter seu email em seu smartphone: iOS,Android e Windows Phone.
Calendário: usuários do Google Agenda e do iCloud têm, novamente, mais facilidades aqui. Se você estiver usando um novo smartphone Android, seus compromissos sincronizarão automaticamente. Da mesma forma, o iPhone puxará todos os compromissos sincronizados com o iCloud. Apenas certifique-se de permitir que os calendários sincronizem.

Mídia e sincronia

Mesmo com toda essa badalação em torno de arquivos sincronizados na nuvem, você ainda pode ter que recuperar suas músicas e fotos do seu aparelho à moda antiga. Para o iPhone, você precisará baixar o iTunes se ainda não o tiver. Ele é a sua parada para sincronizar músicas, vídeos, livros, fotos, apps e, se não for fã do iCloud, também pode sincronizar email, calendários e contatos a partir de lá. Os usuários de Windows Phone devem usar o Zune Software. Para quem tem um BlackBerry, basta baixar o BlackBerry Desktop Manager. Por fim, se você está com um novo Android ou BlackBerry, pode ignorar os apps “recomendados” e usar o doubleTwist, um ótimo player de mídia com sincronia over the air.
Converter vídeo: seus 32 GB estão sedentos por conteúdo. Mas você não pode simplesmente copiar todos aqueles vídeos estocados em seu disco rígido para o seu smartphone. Primeiro, é preciso convertê-los para os formatos corretos com algo como o Handbrake. Verifique a resolução da tela do seu novo smartphone e então converta os vídeos para o formato h.264, obviamente naquela resolução. A maioria dos novos aparelhos rodará os vídeos sem gargalos.

Apps? Apps. Apps!

Apps
Claro. Abaixo estão as listas de apps curadas e mantidas pelo Gizmodo US. Tem muita coisa boa, apesar de deixar de lado apps focados no Brasil:

Truques e dicas para cada sistema móvel

Não importa se você está vindo para um novo e inexplorado sistema operacional móvel, ou se já é veterano no manejo do smartphone, temos algumas dicas legais para seu novo dispositivo:
iOS: compilamos os melhores novos recursos do iOS 6 bem aqui.
Android: o Android ama ser personalizado. As últimas versões do sistema do Google vieram cheias de novidades incríveis. Confira as melhores da 4.1 aqui e as 4.2, aqui.
Windows Phone 8: ele ainda não chegou ao Brasil, mas tem alguns truques legais anunciados no dia do lançamento. Veja aqui as últimas novidades do Windows Phone 8.
BlackBerry: você pode dar uma olhada no site oficial de dicas e truques do BlackBerry ou ler a grande lista do TechRadar (ambos em inglês).

Os acessórios

Vai uma capinha aí?Nenhum smartphone é perfeito. E, de verdade, é fácil embarcar na onda de acessórios que suprem essas lacunas inevitáveis. Resista a essa tentação, você só estará colocando mais dinheiro em um dispositivo que não estará mais contigo em alguns meses ou poucos anos. Dito isso, há alguns investimentos que você pode fazer que realmente valem a pena. Aqui, a nossa lista:
Uma capa: todo o Gorilla Glass do mundo não salvará o seu smartphone de uma queda direta no concreto. Você possivelmente vai querer usar uma capa. Para o iPhone, dê uma lida na nossa cobertura de capas para iPhone e decida qual funciona melhor para o seu estilo (embora nós adoremos viver perigosamente, deixando o aparelho totalmente desnudo). Para outros smartphones, complica um pouco — mas a OtterBox faz capas bem resistentes para dispositivos não-Apple e envia para o Brasil. Lembre-se, você está andando por aí com um minúsculo e caro computador. A menos que você seja muito cuidadoso, procure uma capa capaz de proteger os cantos e as partes mais sensíveis do seu smartphone.
Fones de ouvido: seu novo smartphone é, agora, seu principal player de música. Os fones de ouvido que vêm com os aparelhos não são lá grandes coisas, mas podem quebrar o galho. Se quiser elevar a qualidade sem gastar muito, aqui tem algumas boas opções.
Espaço: a menos que você esteja com um iPhone, a maioria dos smartphones vem com um slot para cartão microSD que permite expandir o espaço interno. Se o seu novo smartphone vier com menos de 2 GB, você precisarão de mais espaço. Você acha cartões microSD de 8 GB por até R$ 21, ou pode partir para um serviço de streaming de música, como o Rdio, e jamais ter que se preocupar com espaço para músicas novamente.
Cabos: ter um cabo de recarga extra para o seu smartphone nunca é uma má ideia. Para praticamente todo smartphone diferente do iPhone, isso significa um cabo microUSB. Compre o mais barato que encontrar — eles são todos idênticos.