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sábado, 5 de outubro de 2013

benchmarks

LG, HTC e Asus também manipulam benchmarks – e isso está muito errado


anandtech benchmark cheat

A Samsung foi acusada de turbinar o Galaxy S4 e o Note 3 para fazê-los parecer melhores do que são em benchmarks. O Anandtech foi mais fundo, e descobriu que outras fabricantes também estão trapaceando. Isso está muito errado.
Os benchmarks de dispositivos móveis não foram feitos para medir seu desempenho máximo. Para que saber esse limite, se você não vai atingi-lo mesmo usando apps pesados? É algo totalmente artificial.
Pelo contrário, os benchmarks mostram algo muito mais útil: como o processador (ou chip gráfico) reage ao lidar com uma carga enorme de tarefas. Em vez de fornecer desempenho máximo o tempo inteiro, ele lhe dará algo mais equilibrado.
O exemplo mais claro disso está no gráfico abaixo, do AnandTech, que mostra o comportamento do Galaxy S4 rodando um benchmark de forma normal, sem forçar os núcleos a funcionar no máximo:

andebench

Veja que a frequência aumenta e diminui aos poucos até chegar no máximo. É isso que seu smartphone fará todo dia ao lidar com tarefas pesadas – ele não ficará sempre no limite.
Mas ei, talvez você queira saber qual é o limite máximo do seu smartphone! Então que as fabricantes deem a opção de rodar benchmarks com (ou sem) as otimizações ocultas que elas colocam, sem aviso, nos seus produtos. A falta de transparência também é um erro.
E, infelizmente, é um erro que muitas fabricantes cometem. Após testes extensos, o AnandTech conclui:
Com exceção da Apple e Motorola, literalmente toda fabricante com quem já trabalhamos vende (ou vendeu) pelo menos um dispositivo que usa essa otimização de CPU… É um problema sistêmico que parece ter surgido nos últimos dois anos, e que se estende muito além da Samsung.
Na tabela intitulada “Eu não acredito que tive que fazer essa tabela“, eles listam os gadgets e os benchmarks nos quais eles trapaceiam. Os mentirosos são: HTC One, HTC One mini, LG G2, Samsung Galaxy Tab 3 10.1, Samsung Galaxy Note 10.1 (2014 Edition) e ASUS Padfone Infinity. Vale notar que eles não mentem em todos os benchmarks, mas alguns (como AnTuTu e Vellamo) são os maiores alvos.
E quem não trapaceia? O Moto X, o Razr i, o NVIDIA Shield e a linha Nexus – já que ela roda Android padrão, sem truques para manipular benchmarks.
É interessante notar que, segundo o AnandTech, manipular benchmarks é uma escolha da fabricante do gadget, não do processador. “Eu sei que, internamente, a Intel se opõe bastante a essa prática”, dizem eles. (O Tab 3 10.1 roda processador da Intel.) Sim, Nvidia, Intel e AMD já foram acusadas de turbinar benchmarks no passado – mas nem por isso a atitude é correta.
E o pior é que, segundo o AnandTech, na maioria das vezes o ganho em manipular benchmarks é mínimo, variando entre 0% e 5%. Imaginar que as fabricantes estão se esforçando para mentir nos testes de desempenho – em vez de otimizar seu software direito, por exemplo – mostra como elas estão perdendo tempo com algo inútil.
Então, fabricantes, parem com isso – ou pelo menos sejam mais transparentes a respeito. 

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Google anuncia 3 Chromebooks

Google anuncia 3 Chromebooks e uma Chromebox com processadores da Intel

Chromebooks chegam nos próximos meses e serão produzidos pela HP, Acer, Asus e Toshiba. Processadores Haswell estão na Chromebox.

Divulgação

Até agora, os Chromebooks não eram conhecidos por sua potência, mas o Google quer mudar isso. Três novos Chromebooks e uma Chromebox foram anunciados hoje e eles rodam a quarta geração de processadores da Intel, Haswell.
O anúncio foi feito durante uma keynote do Intel Developers Forum que acontece em San Francisco. O vice-presidente da Intel, Doug Fisher, e o chefe da divisão de Android e Chrome do Google, Sundar Pichai, falaram um pouco sobre as novas máquinas.
Os Chromebooks serão produzidos por três diferentes OEM: HP, Acer e Toshiba (que pela primeira vez produz um aparelho em parceria com o Google). Os detalhes sobre a potência de cada um dos aparelhos são poucos, mas Fisher prometeu 15% mais bateria e 50% mais potência nos Chromebooks com Haswell em relação aos antigos com processadores Atom. A Asus também vai fazer a sua estreia no mundo do Chrome OS com uma Chromebox (a Samsung também já produziu uma Chromebox). Data de lançamento, preço? Nada disso foi anunciado – o Google só diz que eles chegam “nos próximos meses”.
Agora com Asus e Toshiba ao seu lado, o Google se orgulha de ter seis das principais fabricantes de laptops do mundo produzindo aparelhos com o Chrome OS. O mais importante disso tudo, no entanto, é que o Chrome OS agora vai equipar máquinas potentes – até agora, ele aparece apenas em laptops low-end e alguns dispositivos malucos como o Chromebook Pixel, normalmente rodando processadores ARM ou Intel Atom. Junte a isso os Chrome Apps escapando da prisão do navegador e já temos um Chrome OS bem mais atraente do que antes – apesar de ainda precisar melhorar muito para competir com Microsoft e Apple. 

domingo, 16 de junho de 2013

Asus lança MeMO

Asus lança MeMO Pad, tablet Android barato de R$699… mas e o Nexus 7?

Especificações são modestas e o processador tem apenas um núcleo de 1GHz.

MeMO Pad

Se você gosta de touchscreen, a Asus tem boas notícias: a empresa apresentou hoje o MeMO Pad, tablet de 7 polegadas que custa meros R$ 699, e anunciou a fabricação local dos notebooks S200 e S400 e a importação do U38N, todos da linha VivoBook e com tela sensível ao toque.
O MeMO Pad já tinha sido anunciado ontem. Ele se parece muito com o Nexus 7: as dimensões são praticamente as mesmas, além das mesmas 7 polegadas no display. Se a carinha é a mesma do tablet feito em parceria com o Google, as especificações são bem mais modestas: resolução de 1024×600, processador single-core de 1GHz e 1GB de RAM, além de 8GB de armazenamento interno, expansível por microSD.
Gizmodo
Usando, a diferença entre os dois também não chega a ser muito aparente. O MeMO Pad roda Jelly Bean 4.1 e a Asus quase não fez customizações no sistema. Uma das poucas customizações foi a inclusão de uma série de apps próprios, que inclui bloco de notas, bloqueador de apps com senha e back-up. Além disso, a Asus oferece 32GB de armazenamento na nuvem gratuitos por três anos, em seu serviço Webstorage — também disponível para os notebooks.
Na mão, o MeMO Pad parece um pouco pesado. A primeira impressão é que deve ser desconfortável usá-lo com uma mão só por muito tempo. O revestimento “xadrez”, com linhas em alto relevo cruzando a tampa traseira em diagonais, ajuda a dar empunhadura e evita a sensação de que o tablet vai cair a qualquer momento. No entanto, o plástico usado lembra que ele não passa de um tablet barato.
Gizmodo
A tela responde bem aos toques e, mesmo com uma resolução menor, que deixa a densidade de pixels em singelos 170PPI, tem uma boa aparência. Um ponto fraco é a falta de controle automático do brilho da tela. Um controle manual foi incluído na área de notificações, assim como uma série de atalhos rápidos — wi-fi, giro automático da tela, economia de energia, entre outros —, bem parecida com o que a Samsung faz em seus Androids com o TouchWiz.
Um ponto que chama bastante a atenção é o som. A Asus tem dedicado atenção especial ao sistema de som de seus aparelhos — a marca SonicMaster foi criada para isso — e o MeMO Pad não ficou de fora disso. O som do alto-falante é muito bom, alto e claro — em comparação com outros tablets e smartphones, obviamente.
Veja um vídeo do aparelho.
O tablet não tem câmera na parte traseira. A única é frontal e fica centralizada na parte de cima. Mais uma vez, o número é humilde: apenas 1 megapixel. 3G? Esqueça, ele só tem wi-fi. Mas lembre-se: ele custa só R$ 699, então não cobre muita coisa.
Lançamentos também com Windows 8
O evento também contou com os VivoBooks S200 e S400, que terão fabricação local. O primeiro tem tela de 11,6″ e custa a partir de R$ 1.499, enquanto o segundo tem tela de 14″ e preços começando em R$ 1.649. São preços bem interessantes para quem quer aproveitar o Windows 8 numa interface touch. Além disso, o U38N, com processador AMD A8 quad-core e tela sensível ao toque de 13,3″ passará a ser importado para o Brasil.
Uma ausência no evento foi o Taichi, ultrabook conversível de duas telas. Ele roda Windows 8 e custa a partir de incríveis R$ 5.500, pelo modelo de 11,6″ com Core i5, 4GB de RAM e 128 GB de armazenamento, podendo chegar a R$ 10.000, preço da versão de 13″ com Core i7 e 256 GB de armazenamento.
E o Nexus 7?
O (não-)lançamento do Nexus 7 foi bem estranho. Ele apareceu em algumas lojas por R$ 1.399 no começo do ano e praticamente desapareceu depois disso. A situação continua nebulosa. Marcel Campos, gerente de produtos da Asus para o Brasil, disse na coletiva que isso foi só um ensaio e, como tanto a demanda quanto as reclamações sobre o preço foram muito grandes, a empresa conversa com o Google para saber quando e como trará o tablet para o Brasil.

Asus

Asus lança um concorrente do Nexus 7 no Brasil por R$ 699

Tablet tem 7 polegadas e processador de apenas um núcleo com 1 GHz.

Asus
O lançamento do Nexus 7 no Brasil ainda está meio confuso. Ele já apareceu em algumas lojas por R$ 1.299 mas é praticamente impossível encontrá-lo. Enquanto isso, a Asus trouxe para o Brasil um tablet quase igual ao desenvolvido em parceria com o Google e que custa quase a metade do preço.
O Asus MeMO Pad tem 7 polegadas, resolução menos (1024×600) e não tem a tela IPS do Nexus 7, além de um processador mais modesto de um núcleo e 1 GHz e 1 GB de RAM. Mas ele chega às lojas brasileiras por R$ 699 – o modelo lançado aqui tem 8 GB de armazenamento interno e entrada para cartão microSD.
Ele foi mostrado pela Asus em janeiro e lá fora é mais barato que o Nexus 7 também – custa US$ 150 contra os US$ 200 pela versão mais barata cobrada pelo Google. E, se lá fora a diferença de hardware gera uma dúvida se compensa economizar US$ 50 e pegar um MeMO Pad, aqui a coisa é bem diferente: é quase a metade do preço. Isso, claro, se você encontrar o Nexus 7 por aí.
Além do tablet com Android, a Asus também lança por aqui seus novos ultrabooks conversíveis Taichi. Diferentemente do MeMO Pad, eles são caríssimos: o modelo de 11,6 polegadas com Core i5, 4GB de RAM e 128 GB de armazenamento sai por RS$ 5.550, enquanto o de 13 polegadas com Core i7 e 256 GB de armazenamento custará R$ 10 mil. Os tablets com Windows 8 ou RT continuam caríssimos no Brasil.
A Asus marcou uma coletiva de imprensa para amanhã e deve dar mais informações sobre o lançamento dos novos dispositivos. Estaremos lá e traremos também um hands-on do tablet – e, quem sabe, uma explicação melhor sobre a situação do Nexus 7.

Asus Fonepad

Asus Fonepad, tablet que faz ligações, chega ao Brasil por R$1.099

Aparelho tem tela de 7 polegadas com resolução de 1.200 por 800 pixels e pesa 340 g.

Asus Fonepad

Em fevereiro, na feira MWC, a Asus lançou um gadget curioso: um tablet com processador Intel que faz ligações. É, parece que a tendência de tablets que servem como celular – iniciada pela Samsung há alguns anos – está de volta ao Brasil: o Asus Fonepad estará disponível a partir de hoje por R$1.099.
O Fonepad é compatível com redes 3G, e pode fazer e receber chamadas. Vamos torcer que ninguém atenda o tablet colocando-o no rosto, como já vimos muita gente fazer com o Galaxy Tab original. Melhor usar um fone de ouvido Bluetooth, ou fones com microfone embutido, não?
Às especificações: ele tem processador Intel Atom Z2420 com um núcleo de 1,2 GHz, que possui Hyper-threading para “simular” dois núcleos. Sua tela IPS de 7″ com resolução 1200 x 800 é basicamente a mesma do Nexus 7. O phablet roda Android 4.1 Jelly Bean com pouca personalização da Asus.
A versão vendida no Brasil tem 16 GB de espaço interno, expansíveis via microSD de até 32 GB. Há 1GB de RAM, e uma câmera traseira de 3 megapixels que grava em HD, além de uma câmera frontal de 1,2 MP.
A Asus diz que a bateria de 4.270 mAh dura até nove horas exibindo vídeos, ou até trinta horas em ligação. São 11 mm de espessura e 340 g. 
O Asus Fonepad está disponível a partir de hoje, em lojas de varejo, por R$1.099. Se a função de telefonia não for crucial para você, melhor dar uma olhada em alternativas mais baratas como o Galaxy Tab 2 7.0. Se for, está aí uma opção para unir smartphone e tablet em um gadget só. 




Nexus 7

Nexus 7 deve chegar ao Brasil nesta quinta-feira

Modelo com Wi-Fi e 16 GB de armazenamento será lançado por R$ 999.

Nexus 7

O Nexus 7 já estreou no Brasil, certo? Na verdade, ele foi o centro de um confuso não-lançamento: até apareceu em lojas online, mas a Asus dizia que o Nexus 7 ainda não deveria ter sido lançado. Pouco a pouco, ele sumiu das lojas.
Mas parece que ele estará de volta: fontes dizem à Info que o Nexus 7 será lançado nesta quinta-feira (25), exclusivamente no Walmart.com, por R$999. Trata-se do modelo Wi-Fi de 16GB.
“Fontes próximas ao assunto” dizem à Info que todo o estoque do Nexus 7 importado pela Asus chegou hoje ao centro de distribuição do Walmart.com, em Alphaville (SP).
O Walmart espera que o estoque acabe rápido: além do preço um pouco mais razoável de R$999 – que talvez receba desconto à vista – as vendas devem ser ajudadas pela proximidade do Dia das Mães, uma das épocas mais rentáveis para o varejo.
O lançamento do Nexus 7 era bastante aguardado no Brasil, mas desapontou pelo preço alto: ele custava R$1.299 ou mais – por esse preço, você leva um iPad 2 ou (com sorte) até um iPad 4. A Asus disse que isso era apenas um “ensaio”, e precisava conversar com o Google para definir o lançamento. Depois, Hugo Barra do Google disse que o lançamento “foi uma falha de comunicação com nossa parceira [Asus]“.
Segundo o iG, a Asus não chegou a um acordo sobre o preço com o Google, e os tablets que ela importou ao Brasil estavam simplesmente parados. Parece que a fabricante arranjou uma solução: vendê-los todos para o Walmart, e deixar a loja decidir como seria o lançamento. O Walmart.com diz à Info que decidiu o valor de R$999 após observar o preço de outros tablets de 7″ no Brasil.
Não esperávamos um preço extremamente baixo para o Nexus 7: afinal, o Google consegue vendê-lo por US$200 nos EUA porque subsidia o preço. Dá para recuperar o subsídio com a venda de conteúdo, mas no Brasil isso seria difícil: tem gente que não quer pagar de jeito nenhum por conteúdo; e a Play Store tem conteúdo limitado no Brasil (não oferece músicas ou séries, por exemplo).
Se você quer um tablet de 7″ mas não tem como importar o Nexus 7, há alternativas baratas no Brasil, como o Samsung Galaxy Tab 2 7.0 (R$699) e o Asus MeMO Pad (R$699) – leia aqui nosso hands-on. Mas, é claro, eles não incluem a garantia de atualização para o Android mais recente.
Teremos nosso review do Nexus 7 em breve, agora que todo o imbróglio parece ter se resolvido – e o preço, fator importante no Nexus, chegou a um patamar mais aceitável. Enquanto isso, fique com nosso hands-on.
Procuramos Google e Asus para comentar sobre o rumor. A fabricante diz ao Gizmodo Brasil: “a posição da ASUS é não comentar mais nada em relação ao Nexus 7″.

tablet baratinho da Asus

MeMO Pad HD7: o tablet baratinho da Asus

Modelo com 8 GB de armazenamento foi lançado custando R$ 699.

Gizmodo

Anunciado no começo do ano, o MeMO Pad original é um tablet de 7″ simples, mas honesto. Com preço atraente (nos EUA), passou a ser uma opção baixíssimo custo considerável lá fora. A Asus aproveitou a Computex para mostrar a nova versão do seu tablet baratinho — que além de melhor, ficou ainda mais em conta. Demos uma olhada nela e contamos para você as impressões.
Se o primeiro MeMO Pad se parecia bastante com o Nexus 7 mas ficava devendo em configurações, o novo, batizado MeMO Pad HD7, encurta ainda mais essa distância e traz números equiparáveis aos do tablet do Google — que também é fabricado pela Asus.
Sai a tela simples de 1024×600, entra uma com painel IPS e resolução maior, de 1280×800. O processador também melhorou, agora é um MediaTek quad-core no lugar do Via de apenas um núcleo do antigo modelo. Em alguns pontos ele foi além: tem duas câmeras (a frontal, de 1,2 MP, igual à do Nexus 7; e uma traseira, de 5 MP) e slot para cartão microSD.

Gizmodo

O MeMO Pad HD7 tem uma pegada legal, pode ser usado com uma mão sem sustos e é levinho — tem apenas 302g. O acabamento da parte de trás mudou: agora é liso e brilhante, com um leque de quatro cores disponíveis, todas bem chamativas — especialmente o amarelo. (Ainda há versões rosa, branca e preta, essa última fosca.) As bordas apresentam uma leve curvatura na parte de trás que ajuda na empunhadura, e os botões laterais, de bloqueio da tela e volume, têm um bom feedback tátil e emanam firmeza.

Gizmodo

Em uso, vê-se um Android limpo, embora não puro. Tem uns widgets extras na tela inicial, algumas mudanças profundas na área de notificação e um punhado de apps da Asus, ou seja, o padrão nos tablets Android da empresa. O desempenho parece ok, embora não tenha sido possível testá-lo com nada mais pesado que um vídeo em alta definição no YouTube.
O grande apelo do MeMO Pad HD7 é o preço: a versão com 16 GB segue com o preço-base do anterior (US$ 149), mas a de 8 GB custará agressivos US$ 129. É o tablet “de marca” mais barato do mercado. Resta saber se, quando chegar ao Brasil (e ele vem, no segundo semestre), o valor convidativo será mantido — lembrando que o modelo original (com 8 GB), disponível por aqui desde março, saiu com preço sugerido de R$ 699.

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Os novos tablets da Asus: um híbrido com Android e Windows 8, um concorrente para o Nexus 7 e mais - 1 (© Asus MemoPad)