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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

Moto G

Moto G: a vitória do Android bom e barato

O aparelho mostrou bom desempenho durante os testes e pode fazer frente aos smartphones de alto custo

Gizmodo BR

Nós falamos bastante sobre os principais smartphones do mercado – os mais potentes, os premium, aqueles que fazem a tecnologia avançar. iPhone 5S, Samsung Galaxy S4, HTC One, Nexus 5, Sony Xperia Z1, entre outros. Mas, no Brasil, o preço desses aparelhos está cada vez mais alto. Por outro lado, a base da pirâmide (e a sua parte intermediária) segue um caminho diferente. 
Talvez motivadas pela isenção fiscal concedida a smartphones no começo do ano, ou então como medida para atrair mais gente para o mundo dos smartphones, fabricantes estão lançando aparelhos a preços mais acessíveis no Brasil. Mas, antes diferença de desempenho entre o mais potente e o mais barato era enorme – isso impedia, por exemplo, que recomendássemos aparelhos que custassem menos de R$700 com Android: aparelhos com 512MB de RAM, que em poucos meses sofriam com travadas e lentidões, e deixavam os usuários na mão. Hoje, isso mudou: é possível sim viver – e muito bem – com uma opção de Android mais barato.
Há algumas semanas a Motorola – que lançou neste ano aparelhos ótimos como o Moto X e os acessíveis Razr D1 e D3 – deu um passo significativo para oferecer aparelhos bons a preço baixo. Ele é o Moto G, que custa a partir de R$ 650 e promete desempenho que não faz feio em comparação com opções mais robustas. Mas, na prática, isso é verdade? Você descobre a seguir, mas adiantamos um bom spoiler: felizmente, sim.

Design

Reprodução / Gizmodo BR

Não há muita diferença no design do Moto G para o Moto X. Eles são irmãos quase idênticos; as diferenças mínimas envolvem a tela menor no Moto G (4,5 polegadas contra 4,7), o que gerou uma moldura um pouco maior. Não há mais tanto aquela impressão da parte frontal ser apenas uma tela, como no X, mas não que a moldura seja enorme. São diferenças sutis.
A câmera frontal está na parte superior esquerda ao lado do LED de notificações. No lado direito encontramos os botões de controle (ligar/desbloquear a tela e aumentar/diminuir volume). Acima está a entrada de fone de ouvido e abaixo a porta micro USB e o microfone. Na traseira, a câmera aparece alinhada no centro da parte superior, logo acima do flash e do logo da Motorola, e à direita do alto-falante.
O display TFT de 4,5 polegadas tem resolução 1280×720 e 329 pixels por polegada. Ela é bem impressionante, principalmente ao se considerar a faixa de preço do aparelho. A tela é bem nítida mesmo sob a luz do sol, e o ângulo de visão é excelente.
Sua traseira é removível, mas não a bateria. A Motorola venderá diversas capinhas diferentes para o Moto G. Inicialmente achei quase impossível remover a tampa, mas logo peguei o jeito. Ela está muito bem presa ao aparelho, e isso dificulta bastante a remoção. Uma possibilidade é tentar soltá-la a partir da entrada Micro USB na parte inferior do aparelho – é provavelmente o modo mais fácil, mas ainda assim você usará dois ou mais dedos e é bom ter unhas para isso. Ou então você pode tentar soltar a tampa a partir de uma das laterais superiores – novamente, vai exigir alguns dedos e bastante esforço.
Vejo isso como um problema grave no corpo do aparelho. A Motorola promove a troca de capinhas, mas ela poderia ser muito mais simples. Vamos pegar o Samsung Galaxy S3 como exemplo. A tampa dele é removível, e é bem fácil soltá-la. Tanto na parte inferior quanto na superior você encontra um pequeno buraco para começar o trabalho: posicione a unha nesse buraco e a tampa vai começar a se soltar. Depois, use uma das suas mãos e remova o resto da tampa. É simples, é rápido, e nem é um aparelho que ganha destaque por ter capinhas coloridas para você trocar (vale aqui lembrar que o modelo de 16GB será vendido com quatro tampas removíveis).
Ao enfim conseguir retirar a tampa você encontra a entrada de micro SIM – ou micro SIMs, no caso da versão dual chip. Na caixa do aparelho você encontra ainda o carregador USB (sim, vem um carregador completo, e não apenas o cabo).
Diferenças de lado, temos basicamente o mesmo Moto X levemente menor. A traseira ainda é arredondada e se encaixa perfeitamente na mão, o aparelho ainda é surpreendentemente compacto considerando o tamanho da tela, e a traseira de plástico dá a sensação de durabilidade. Ele tem um aspecto menos premium do que o Moto X, mas em momento algum parece um aparelho de baixa qualidade.

Usando

Software

Seguindo a tendência que já vem de algum tempo na Motorola, o Moto G usa o Android quase puro. Desta vez ele sai de fábrica com o 4.3 Jelly Bean, mas a atualização para o 4.4 KitKat está a caminho (chega em janeiro). Visualmente, é o mesmo Android encontrado na linha Nexus e Google Play Edition, com algumas pequenas adições de software por parte da Motorola.

Reprodução / Gizmodo BR

Você encontrará todos os apps básicos do Google – Gmail, Google+, Hangouts, Maps, Play Música, Play Filmes, Play Livros, YouTube, Drive, Chrome, entre outros – junto com alguns da própria Motorola. Enquanto o Moto X “prestava atenção” no que acontecia ao seu redor, o Moto G não faz nada disso. Não é só falar “Ok Google Now” para o aparelho ser acordado. Ele também não percebe que você está no carro para ativar o modo direção. E nada de balançar o smartphone para ativar a câmera. Aqui temos um aparelho simples com recursos básicos. É o suficiente considerando a faixa de preço do Moto G. Mas confesso que senti falta da Active Display – esse o meu recurso preferido do Moto X. Com ela, você não precisa acender a tela do smartphone para ver horário nem notificações – essas informações pulsam na tela. O Moto G é como qualquer outro smartphone com Android e tem aquele LED para notificações que fica piscando e nos deixando desesperados até ver o que está acontecendo no aparelho.
Não temos aqui softwares pensados para facilitar o uso do aparelho no dia a dia, como no Moto X, mas as adições são interessantes. O Motorola Assist adapta as configurações do seu smartphone de acordo com o momento do dia (quando você entra em uma reunião marcada na sua agenda, por exemplo, ele pode entrar no modo silencioso automaticamente), enquanto o Migração Motorola facilita a transferência de arquivos do seu smartphone antigo para o novo. Ainda há o Moto Care, que facilita a busca por ajuda caso seu telefone tenha algum problema. Você pode buscar ajuda em texto, ou, se não encontrar o que está procurando, pode entrar em contato com um representante da Motorola – por telefone ou bate-papo.
Ainda encontramos o BR Apps, necessário para inclusão do Moto G na isenção fiscal de smartphones. A Motorola escolheu por apresentar apenas um app com sugestões de apps brasileiros para serem instalados no seu aparelho – a partir desse app, você pode baixar o Dieta e Saúde, iPostal, Kekanto, Apontador, BoaLista e MeuCarrinho. Uma das maiores preocupações de usuários de Android com a exigência dos apps nacionais era de que o smartphone viria cheio de bloatware; felizmente a lei possibilita essa alternativa. Não é necessário ter os apps instalados de fábrica, mas é bom que você tenha uma forma simples de encontrá-los.

Desempenho

Reprodução / Gizmodo BR

Por dentro, o Moto G tem especificações técnicas bastante competentes – processador Snapdragon 400 quad-core de 1,2 GHz, chip gráfico Adreno 305, 1GB de RAM. Não há o sistema de oito núcleos do Moto X, mas tudo bem. Estamos falando aqui de um aparelho de baixo custo, e para a sua faixa de preço essa configuração é excelente.
Na prática, o Moto G é fantástico. Ele não é tão rápido quanto o Moto X, mas não significa que seja lento. Ele cumpre as principais tarefas esperadas por um smartphone perfeitamente. Você pode abrir apps rapidamente, pode trocar de um para outro sem travamentos. Eu tenho um Galaxy S3 já um pouco prejudicado pelo uso intensivo, com alguns travamentos e tudo mais. No geral, o Moto G não deixou a desejar em relação a ele, e isso é um grande feito – estamos falando aqui de um aparelho de R$ 650, uma faixa de preço complicada quando se fala em Android, contra um aparelho que era top de linha há menos de um ano. Mesmo sua GPU permite rodar jogos impensáveis em alguns aparelhos mais básicos. Testei Dead Trigger 2 e consegui rodá-lo sem problemas – alguns jogos mais pesados são possíveis sim no Moto G, o que é bem bacana.
Eis a vitória do Moto G: na maior parte do tempo, você sequer perceberá que está usando um smartphone de baixo custo – em relação ao desempenho, em nenhum momento o Moto G parece um smartphone barato.

Câmera

A câmera de 5 megapixels é fraca. Para a faixa de preço do Moto G ela é ate satisfatória, mas a qualidade das imagens não é grande coisa. Em boas condições de luz você até consegue fotos com alguma qualidade, mas em ambientes fechados as coisas já começam a ficar feias. Com pouca luz, então, esqueça. Seu Moto G poderá ser a sua câmera on-the-go, mas ele jamais será uma boa câmera on-the-go. Aqui devemos novamente considerar a faixa de preço do Moto G. Ele não se propõe em nenhum momento a ser um super smartphone, e a câmera não é muito diferente do encontrado em outros aparelhos da mesma categoria. Então aqui temos uma câmera que funciona perfeitamente para fotos básicas, e provavelmente as mais fotografadas em smartphones. Foto de família ou amigos para postar no Facebook? Você vai conseguir com boa qualidade. Para o Instagram? Ótimo. Algo muito diferente disso? Pouco provável.
O app da câmera é o mesmo encontrado no Moto X. Puxe da esquerda para encontrar as configurações (desligar/lugar/deixar HDR no automático, desligar/ligar/deixar o flash no automático, foco automático ou não, vídeo em slow-motion, localização, proporção, som da câmera). No canto direito estão dois botões: um para trocar para vídeo e outro para a câmera frontal. Para fotografar, é só tocar em qualquer canto da tela (sem foco automático ligado, você toca na área que deseja definir o foco, ele define e logo depois fotografa). E, puxando da direita, você chega à galeria de imagens.
Como já citei anteriormente, uma diferença crucial entre o app da câmera do Moto G e do Moto X está na forma de ativá-la. No Moto X era possível balançar o aparelho duas vezes para o câmera abrir – não funciona perfeitamente, mas a opção existe. No caso do Moto G, não. É preciso abrir o app da câmera como em outros smartphones. Não é nada complicado – e considerando que o aparelho é bem rápido, não consome muito tempo.

Bateria

A Motorola ultimamente está se dando muito bem com baterias: o Razr D3 era impressionante nesse aspecto, e o Moto X tinha uns truques bacanas para aumentar sua vida útil. No Moto G, as coisas não são diferentes. Não há truque algum, mas ela vai durar muito tempo. Um dia inteiro na rua ouvindo música durante um bom tempo, checando Twitter, Facebook e email, não são o suficiente para esgotar a bateria. Ele deve aguentar um dia inteiro, sem precisar se preocupar em levar carregadores por aí. E mais do que isso: você pode acordar no dia seguinte com bastante carga disponível. É surpreendente.
Com uso “leve” (checando o aparelho bem raramente e verificando email, Twitter e Facebook uma vez ou outra), ele consegue aguentar até dois dias sem precisar carregar (chegando ao final do segundo dia no seu limite, é claro). É surpreendente para um smartphone, mas não elimina completamente a necessidade de andar com cabos por aí para carregá-lo quando for necessário – mesmo que o “necessário” por aqui seja mais raro do que em outros aparelhos.

Então, vale a pena? 

Reprodução / Gizmodo BR

Sem titubear. Para quem busca um smartphone barato, o Moto G sem dúvidas é uma excelente opção. Como a Motorola lançou mais de uma versão do aparelho, é bom dar uma olhada em cada um dos pacotes antes de decidir qual escolher. O básico é o Moto G de 8GB com apenas uma entrada de cartão Micro SIM, que custa R$ 649. Talvez seja a pior das escolhas por causa do baixo armazenamento – lembre-se que não há entrada de cartão micro SD, então você terá que viver com apenas 8GB para seus apps e arquivos. (Claro que isso é minimizado com serviços de streaming de música, e com os 50GB de Google Drive que você ganha com o Moto G, mas ainda assim é pouco espaço.) Por R$ 699, você leva a versão de 8GB dual SIM – nosso teste foi feito com esse modelo.
Mas o Moto G vira nossa escolha de Android de entrada nas versões de 16GB. Aqui já temos armazenamento considerável e as duas entradas de chip. Por R$ 799, você leva também quatro capinhas coloridas – o que já é um excelente preço. Mas ainda há uma outra versão, um pouco mais cara, mas que sai extremamente barata considerando o pacote completo. É o Moto G Music Edition, que acompanha um fone de ouvido Tracks Air da SOL Republic e custa R$ 999. O fone de ouvido separado custa quase duzentos dólares nos EUA; no pacote brasileiro com o Moto G, ele sai por duzentos reais. É um baita negócio bom por um fone de ouvido excelente e que foi bastante elogiado em reviews lá fora. E uma boa chance para parar de usar fones de 15 reais e levar música mais a sério.
Olhando para tudo o que o Moto G oferece, é interessante ver o caminho que a Motorola seguiu após a aquisição do Google: ela acertou em cheio nos seus dois primeiros aparelhos. Depois do excelente Moto X, agora temos o excelente e barato Moto G. Em tempos de smartphones high-end caríssimos, é muito bom ver uma empresa trilhando o caminho oposto e nos oferecendo aparelhos bons a preços menos absurdos.

Comparativo Lumia 520, Optimus L4 II, Razr D1 ou Xperia

Lumia 520, Optimus L4 II, Razr D1 ou Xperia E: qual o melhor smartphone abaixo de R$500?

Os quatro smartphones de entrada se mostraram interessantes, mas o Lumia 520 oferece o melhor custo benefício

Reprodução / Manual do Usuário

O mercado brasileiro está recheado de smartphones para todos os gostos e bolsos. De modelos de ponta (e caríssimos) até os valentes celulares de entrada, que sofrem para rodar o pouco que oferecem, a variedade nunca foi tão grande por aqui. 
Infelizmente não é todo mundo que pode se dar ao luxo de comprar um iPhone ou um Galaxy S. Na medida em que o preço cai, as especificações dos aparelhos definham também e chega um ponto onde as frustrações que eles geram no uso ultrapassam o tolerável. Qual é esse ponto? Difícil dizer, mas estimo que a faixa dos R$ 400 a R$ 500 seja uma boa aposta.
Com isso em mente, ou seja, pagar o mínimo possível por uma experiência aceitável, surgiu a ideia de realizar esse comparativo. O Natal se aproxima, logo, creio que será importante também para quem está em busca de um novo celular, próprio ou para dar de presente, que não comprometa o décimo terceiro. Espero que seja útil.
(Rápido parênteses: cadê a Samsung? Desde o início a minha intenção era ter cinco celulares neste comparativo. Faltou um, da Samsung, que mesmo após insistentes pedidos meus não se dispôs a enviar um Galaxy Young Duos para testes. A resposta da assessoria foi: eles não enviam aparelhos dessa faixa de preço para a imprensa. Uma pena.)

Os competidores


Reprodução / Manual do Usuário


O comparativo envolve quatro aparelhos:
• Lumia 520, da Nokia.
• Optimus L4 II, da LG.
• RAZR D1, da Motorola.
• Xperia E, da Sony.
Todos foram usados por mim, usando um SIM card da Claro — à exceção do Lumia 520, testado na rede da TIM. São três Androids e um Windows Phone e tentei diminuir ao máximo os desvios que a mudança de plataforma poderia ocasionar. Como? Usando os mesmos apps (ou similares) em todos eles, definindo configurações idênticas (como brilho da tela) e outros pequenos ajustes visando a paridade.
Não é um teste científico, não rodei benchmarks, nem cronometrei ações nos aparelhos. Não é essa minha ideia, porque não acho que tal abordagem tenha tanta importância no mundo real. Por exemplo: o Optimus L7 II, testado recentemente aqui, tem menos RAM que o RAZR D1, que integra esse testes, mas nem de longe é um aparelho inferior. Faria sentido dizer o contrário baseado em um mero número, ignorando completamente a experiência de uso? Eu acho que não.
Antes de colocar nossos competidores em choque, é válido dar uma passada por cada um deles — em ordem alfabética.

Lumia 520, da Nokia


Reprodução / Manual do Usuário


De todos, o Lumia 520 é o que tem mais cara de produto superior. O acabamento, a exemplo dos demais, é de plástico, mas aquele de toque mais suave característico de alguns aparelhos da Nokia. 
Este smartphone se beneficia da rigidez que a Microsoft impõe a quem decide usar o Windows Phone. O SoC é um Snapdragon S4 Plus, com processador dual core de 1 GHz e GPU Adreno 305. Não é um foguete, mas segura bem as aplicações do sistema.
O que compromete um pouco é a memória disponível, apenas 512 MB, limitação que cobra seu preço na multitarefa: espere ver com alguma frequência a tela “Retomando…” ao voltar a algum app aberto recentemente. A sensação de lerdeza é amenizada pela interface fluída do Windows Phone; você sabe que demora, mas a espera parece menos dolorosa com as transições suaves e bonitas do sistema.
O Windows Phone dá uma força em outra área: a tela. Com 4 polegadas e resolução de 480×800, ela se distancia das demais testadas neste comparativo, mas ainda assim fica longe das melhores do mercado. O padrão visual fortemente angular e a tipografia grandona do sistema da Microsoft ajudam bastante a ocultar as deficiências da tela — que, em outros aspectos, como brilho, ângulos de visão e cores, é bem competente para essa faixa de preço.

Optimus L4 II, da LG

Reprodução / Manual do Usuário


De longe, o mais curioso. Não bastasse ter sinal de TV digital (como o RAZR D1, aliás), esse modelo intermediário da linha Optimus L, da LG, aceita três SIM cards simultaneamente. Não um, não dois; três!
O corpo gordinho não é muito mais grosso que os demais, mas passa a sensação de que sim. Ele também parece ser meio “achatado”, a ponto de deixar em dúvida a proporção da tela — seria esse um filhote do bizarro Vu, também da LG, o phablet com proporção de tela 4:3? Não é o caso. Aqui, temos uma tela de 3,8 polegadas e resolução de 320×480. O L4 II tem a tela com menor densidade de pixels de todos os modelos testados e isso afeta a percepção do usuário, mas mesmo em um equipamento tão barato e simples a LG colocou um bonito (e destoante) painel IPS.
No que diz respeito ao desempenho, temos um SoC single core de 1 GHz da Mediatek, combinado com 512 MB de RAM. As mesmas deficiências apresentadas pelo Xperia E, que compartilha uma configuração similar, são vistas aqui: os apps mais simples até abrem relativamente bem, mas gerenciar dois já sobrecarrega o sistema.

RAZR D1, da Motorola

Reprodução / Manual do Usuário


O simpático aparelho da Motorola é mais poderoso do que se poderia imaginar. Lançado junto ao D3 no primeiro semestre, chamou a atenção pelo custo-benefício e ainda hoje é uma compra muito boa no cenário abaixo dos R$ 500.
Embora não seja fator determinante, quando as outras características empatam com celulares nessa faixa de preço, a RAM dele se destaca. Dos modelos testados aqui, é o único com 1 GB disponível, característica impressionante para um smartphone de entrada.
A favor também está o Android (4.1.2 Jelly Bean) praticamente intacto que a Motorola usou aqui. Há pequenas alterações, a maioria útil, que não comprometem a saborosa experiência de usar o sistema como concebido pelo Google.
De ponto fraco, a tela talvez seja o maior. Ela tem 3,5 polegadas e resolução de 320×480, o que dificulta a leitura de textos menores e deforma ícones mais delicados, como os da barra de notificações.

Xperia E, da Sony

Reprodução / Manual do Usuário

Cada aparelho dos testados herda algumas características de modelos mais avançados de suas respectivas marcas. No caso do Xperia E, o que se destaca é o botão de liga/desliga e desbloqueio da tela reforçado. Seria legal se todo celular tivesse esse detalhe, já que sendo algo usado o dia todo, é um do tipo que faz diferença.
A tela do Xperia E é a mais esquisita, com reflexos além do aceitável, um aspecto meio lavado e pouco brilho mesmo com essa configuração no máximo. A personalização da Sony, que já é de se questionar nos Xperias maiores, é particularmente ruim para a tela de 3,5 polegadas desse modelo. O app drawer, por exemplo, exibe poucos ícones por página e as alterações estéticas, que visam dar um ar mais sofisticado ao Android, são meio cafonas em um aparelho de entrada nada sofisticado.


Comparando detalhes
A batalha dos chips

Reprodução / Manual do Usuário

Dar suporte a mais de um SIM card está virando padrão em smartphones low-end e mid-range. Nossos competidores não fazem feio e, com exceção do Lumia 520, todos conversam com mais de uma operadora ao mesmo tempo — o L4 II, com três! O Lumia 520, aliás, é o único dos quatro a trabalhar com micro SIM.

Câmeras

Aqui é briga de foice para ver quem se sai menos pior. Com aparelhos tão comprometidos em tantas áreas, era de se esperar que as câmeras não fizessem maravilhas na hora de registrar momentos.
Nas amostras que fiz, as câmeras do Xperia E e L4 II não demoraram a se revelarem ruins. As outras duas agradam, dentro das limitações da situação. A do D1 é bastante saturada, mas tem boa definição. Já a do Lumia 520, apesar de um ou outro estouro ocasional em áreas claras, é a mais fiel em cores e entrega, na média, resultados bem legais. Veja esse primeiro comparativo em ambiente externo com bastante luz natural:

Reprodução / Manual do Usuário


Em ambiente interno com iluminação natural a discrepância foi menor. LG e Sony parecem aplicar um pós-processamento mais pesado, algo perceptível na parte sombreada do Droid, abaixo. A definição da câmera do L4 II ficou surpreendentemente boa nesse exemplo, mas não sem sacrificar a qualidade — há um ruído perceptível naquela área.


Reprodução / Manual do Usuário


Neste último comparativo, vemos o detalhe de uma placa. Aqui, as câmeras da LG e Sony mostram, novamente, que são fracas e acabam recorrendo a correções incapazes de equiparar os resultados aos das câmeras da Nokia e Motorola. Este exemplo também evidencia a inclinação da Motorola por imagens mais quentes e saturadas.

Reprodução / Manual do Usuário


No geral, fiquei bem dividido entre as câmeras do Lumia 520 e do RAZR D1. A do smartphone da Nokia tem um tiquinho a mais da minha preferência por ser mais fiel em cores, sem puxar tanto para as quentes, ou saturá-las, como as do D1 — que, a seu favor, leva vantagem em definição.
Note que, como dito no início, aqui o objetivo não é encontrar a melhor câmera, mas a menos ruim. É relativamente difícil conseguir boas fotos com qualquer uma das quatro.


Bateria
Todos os quatro têm baterias modestas, suficientes para passar um dia longe da tomada desde que não se exagere no uso dos recursos. A do Lumia 520 é a menor de todas, com capacidade de apenas 1300 mAh — os demais giram em torno de 1700. Na prática, o Windows Phone parece ser menos gastão e a autonomia não difere tanto quanto essa diferença numérica sugere.
É difícil encontrar smartphones com baterias que se destacam. Quando acontece, geralmente a própria fabricante ressalta isso — como no RAZR MAXX, da Motorola, ou o Honor, da Huawei. Ainda que bem próximos dos preços de dumbphones mais elaborados, no quesito bateria os smartphones de entrada são parecidos com modelos mais caros. O que, nesse caso, é uma pena.

Acabamento

Plástico, plástico para todo lado! Mas alguns bons, especialmente o do Lumia 520. Ele se sobressai e ganha, sem muita dificuldade, o título de celular mais bonito deste comparativo. A ergonomia também é bacana (é o maior dos quatro), com bordas arredondadas atrás e um acabamento suave na tampa traseira.
O Xperia E também aposta em um tipo de plástico diferente, com uma textura rugosa que dá firmeza no uso. Além da ergonomia, o design dele dá uma valorizada estética ao conjunto. Fica em segundo lugar nesse critério.

Reprodução / Manual do Usuário

L4 II e D1 usam um plástico mais simples, pouco inspirado. As tampas traseiras são levemente texturizadas, mas de forma ruim ou indiferente. O D1 imita o acabamento em Kevlar dos RAZR mais caros, mas é plástico mesmo e dos mais simples.
Desempenho
A exemplo da câmera, aqui também a briga é feia. Todos eles te fazem esperar para abrir apps, todos se enrolam na multitarefa, nenhum tem desempenho capaz de distanciá-lo dos demais. Adquirir um smartphone por menos de R$ 500 é, antes de qualquer coisa, um exercício constante de paciência.
O RAZR D1 leva vantagem pela RAM extra, mas é uma vantagem que se mostra mais em situações de uso atípicas. É notadamente mais rápido que os outros dois Androids, mas na maior parte do tempo ter mais RAM que os outros não impacta tanto assim — o Android capenga bastante com 512 MB, mas não faz muito melhor com o dobro disso e um SoC ruim.
O Lumia 520 tem a vantagem do Windows Phone: ele transita pela tela com mais harmonia, passando a sensação de ser mais ágil que os concorrentes com Android e é efetivamente mais rápido que os outros. Mas, no geral, é só sensação mesmo: em um teste direto, abrindo apps similares simultaneamente nos quatro logo após reiniciá-los, o tempo de carregamento foi muito parecido em todos, com o smartphone da Motorola levando uma ligeira vantagem na maioria das vezes e o Lumia 520 vindo logo atrás.
Nessa disputa, desempenho é um fator que não pesa tanto na hora da escolha — todos são, infelizmente, fracos. Considere outras coisas na hora de decidir pelo seu.

E o vencedor é…
De cara, pelo acabamento, desempenho e outros detalhes já citados, Optimus L4 II e Xperia E ficaram pelo caminho. O páreo foi duro, porém, entre o Lumia 520 e o RAZR D1. São dois aparelhos que não parecem custar o que custam dada a qualidade que oferecem. Verdadeiras pechinchas que servem muito bem o usuário sensível a preços.
No fim, feitos mais testes e gasto mais tempo refletindo, ganhou a minha preferência o aparelho da Nokia. Na faixa entre R$ 400 e R$ 500, o Lumia 520 é a nossa indicação.

Reprodução / Manual do Usuário


O Lumia 520 levou pelo acabamento, muito mais premium que os demais, a tela, a maior fisicamente e com resolução mais alta de todos, e o Windows Phone, que em modelos de entrada está em melhor forma que o Android — cenário que pode mudar com a chegada do KitKat – e já não sofre tanto da escassez de apps, um problema crônico até ano passado. É disparado o Lumia que a Nokia mais vende, e dá para entender o porquê: é um smartphone e tanto.

Reprodução / Manual do Usuário

O RAZR D1 fica em segundo, mas por uma cabeça de distância. Mais especificamente, por uma tela ruim. Para quem prefere a multiplicidade de apps do Android ou o sistema em si (com a promessa de atualização para o começo de 2014), porém, é a melhor pedida. Trata-se de um smartphone bem competente para o que custa, com uma experiência próxima à do Android puro e extras técnicos interessantes em relação ao Lumia, como suporte a dois SIM cards e TV digital.
O D1 tem, agora, um grande concorrente doméstico, o Moto G. Apesar do preço sugerido de R$ 649, na Black Friday diversas lojas venderam a variante de entrada por R$ 550 e não será surpresa se já no Natal esse valor se repetir, ou cair ainda mais. Entre os dois, a disputa é covardia. Vá de Moto G sem pensar meia vez – o Gizmodo Brasil já mostrou em um review que o novo aparelho da Motorola é o cara quando o assunto é custo-benefício. Mas, caso você pense no Moto G, não esqueça da conclusão do review: o modelo de 8GB não tem entrada para MicroSD (o D1 tem, pelo menos) e você terá algumas limitações.
É bem provável que o varejo brasileiro empurre os preços desses modelos ainda mais para baixo nas festas de fim de ano. O bom é que, hoje, quem tem pouco para investir em celular não fica tão comprometido quanto alguém há dois anos com o equivalente a esse valor de hoje — comentamos isso em um podcast, aliás. O avanço das configurações e o uso de tecnologias antes de ponta em celulares de entrada gera esse benefício na ponta de baixo da tabela e, no fim, ganha todo mundo.

sábado, 23 de novembro de 2013

Moto G

Moto G, da Motorola: um smartphone bom e barato

O aparelho é uma versão mais simples do Moto X, com tela de 4.5 polegadas e Android 4.3. O modelo mais simples sai por R$ 650

Reprodução / Gizmodo BR

O Moto G foi anunciado hoje, 13 de novembro. A apresentação foi feita para o mundo inteiro a partir de um evento em São Paulo, que contou inclusive com a presença de altos executivos da empresa – quando falamos “altos executivos”, entenda Dennis Woodside, CEO da Motorola Mobility, responsável por mostrar o Moto G.
Ele é o segundo smartphone feito pela Motorola sob influência do Google. O primeiro foi o Moto X. Então o que ela preparou para o segundo? Um dispositivo potente com preço bastante acessível.
O Moto G tem processador quad-core Snapdragon 400 com clock de 1.2 GHz, 1GB de RAM, Android 4.3 (e será atualizado para o 4.4 em janeiro), tela HD de 4,5 polegadas. São especificações técnicas bem interessantes em um pacote barato: o modelo de 8GB com uma entrada de chip custa a partir de R$ 650. É menos do que a própria Motorola cobrava pelo Razr D3 quando ele foi lançado em março (ele também tinha boas especificações técnicas, mas abaixo do Moto G, e saia por R$ 799).

Reprodução / Gizmodo BR


Ao pegar o Moto G, é impossível não lembrar do Moto X. Ele é idêntico ao seu irmão mais velho: a traseira curvada tem o mesmo encaixe perfeito nas mãos, a parte frontal praticamente sem moldura faz a tela de 4,5 polegadas não influenciar no tamanho do aparelho – ele também é bem compacto.
Em relação ao design, as diferenças são poucas. Na parte frontal, o speaker é um pouco menor e a câmera está posicionada no canto esquerdo, e não no direito. A traseira é removível – a bateria, no entanto, não é. A Motorola também lançou com ele diversas capinhas diferentes – chamadas de Moto Shell. Você pode ter as “normais” em diferentes cores (amarelo, vermelho, preto e branco), além de uma variação que se dobra e cobre a parte frontal do aparelho e uma outra protetora que dá mais volume ao Moto G. Mas a remoção da tampa traseira não é lá muito fácil – ela é dura e fica muito bem presa, você provavelmente vai precisar de um tempo para pegar o jeito de como tirá-la.

Reprodução / Gizmodo BR

As principais diferenças entre os dois aparelhos estão em hardware e software. Não apenas por potência. O Moto X contava com um “sistema de oito núcleos” com processadores de computação contextual e linguagem natural. Nada disso está no Moto G. Ele não espera que você fale com ele, não presta atenção no que acontece ao seu redor. Funcionalidades meio bestas, como balançar o aparelho duas vezes para ativar a câmera, não funcionam com ele.

A Active Display não está no Moto G – então ele não pulsa notificações na tela do aparelho de segundos em segundos sem precisar acender todos os pixels do display. Desta vez o LED de notificações está de volta – aquela luz piscando na parte superior do aparelho e que incomoda até você enfim ver o que está acontecendo.

Reprodução / Gizmodo BR

O Android 4.3 está praticamente sem alterações por parte da Motorola. O design é o mesmo encontrado nos Nexus, e Motorola adicionou alguns pequenos recursos. Um deles é o Moto Transfer, para facilitar a migração dos seus dados e arquivos de smartphones antigos para o Moto G. Outro é o Moto Assist, já tradicional nos smartphones da empresa, que muda as configurações do aparelho conforme o momento do dia – desliga as notificações e sons à noite ou em reuniões, por exemplo.
O que fica claro, usando o Moto G por algumas poucas horas, é que ele não é tão rápido como o Moto X – principalmente pela mudança do processador – mas a manutenção do Android em estado quase puro faz com que o Moto G não fique devendo para diversos aparelhos topo de linha no Brasil.
O único problema do Moto G segue as raízes de seu antecessor, o Moto X: a câmera traseira de 5 megapixels não traz resultados empolgantes, apesar de ser rápida. O app completamente redesenhado do Moto X está de volta no Moto G – sua interface é bem simplificada e não dá muitas opções de configurações avançadas, mas provavelmente é o bastante para quem quer apenas uma câmera boa para fotografar uma coisa ou outra.

Reprodução / Gizmodo BR

Nossas primeiras impressões com o Moto G são bem interessantes: um aparelho que não deve funcionalidades, especificações e poder em relação aos smartphones topo de linha, mas com um preço que condiz muito mais com a realidade brasileira – principalmente em um momento em que aparelhos chegam ao país por R$3 mil.


domingo, 13 de outubro de 2013

apps para smartphones

Estes sãos os primeiros apps para smartphones com benefício fiscal

As empresas beneficiadas devem oferecer aplicativos nacionais com os aparelhos. Veja aqui a lista completa

Reprodução

Em abril, o governo concedeu uma isenção fiscal às fabricantes de smartphones, para reduzir o preço dos aparelhos no Brasil. No entanto, com o benefício veio uma série de exigências: uma delas é a presença de apps nacionais nos smartphones. Quais? O Ministério das Comunicações divulgou a lista.
A seleção varia entre as fabricantes, e inclui uma boa gama de opções: guias de turismo, apps de ônibus e táxi, controle de finanças e mais. Eles podem ser úteis! Mas como eles serão oferecidos aos usuários?
Há três opções: pré-instalar os apps, criar um app que reúna os apps nacionais, com link para download; ou dar a opção de instalar apps só durante a configuração inicial do aparelho. Isso depende de cada fabricante; esperamos que elas não adotem o pior método.
Nove empresas terão que oferecer esses apps: Apple, CCE (Digibrás), Huawei, LG, Motorola, Nokia, Positivo, Samsung e Sony. Eles só estarão presentes nos smartphones que receberem a isenção fiscal: ou seja, aparelhos fabricados no Brasil, com 3G, Wi-Fi, um sistema operacional que permita apps de terceiros e que custem menos de R$ 1.500.
A partir desta semana, todo smartphone que receber isenção de PIS/Cofins precisa sair de fábrica com pelo menos cinco apps nacionais. E a exigência vai aumentando: a partir de janeiro de 2014, serão 15 apps nacionais; a partir de junho, 30 apps; e a partir de dezembro, 50 aplicativos brasileiros.
Por que tantos? Com a medida, o governo quer fomentar o desenvolvimento de apps nacionais. Na lista de 88 apps, alguns são de grandes empresas, outros são do governo, porém a maioria é de outros desenvolvedores – incluindo até pessoas físicas.
E se você estava preocupado que os apps seriam, na verdade, inúteis, boa notícia: os apps escolhidos até que são bacanas! Sim, há algumas escolhas questionáveis: a LG colocou basicamente um app que faz propaganda para as TVs dela; e a Samsung encheu a lista com passatempos da Coquetel. Torcemos que apps ruins não entrem na listagem, o que pode ser difícil – ela vai crescer muito até o final do ano que vem.

Apple
Transporte: Easy Taxi (chama táxi em grandes cidades brasileiras); Vai Rio (aplicativo de trânsito do jornal O Globo); Onde está meu ônibus? (traz informações sobre linhas de ônibus em São Paulo)
Utilitários: Kekanto (opiniões sobre restaurantes, hotéis, bares e outros); Organizze (controle finaceiro); Tecnonutri (acompanha seu consumo de calorias)
Educação: ENEMQuiz (simulado de ENEM); Concursos (videoaula e simulado para concurso público e OAB)
Esportes: Pitaco (bolão de futebol); Seleção (app oficial da Seleção Brasileira de Futebol); Esporte Interativo Ao Vivo (canal de esportes por US$ 4,99 ao mês)
Do governo: Pessoa Física (consulta de Imposto de Renda); Câmbio Legal (mapa de locais para comprar e vender moeda estrangeira); Calculadora do Cidadão (calculadora financeira do Banco Central); Infraero (consulta horários de voos e informações de aeroportos); Viajantes (app da Receita Federal para viajantes no exterior)
Outros: Coowl (fotografia e lomografia); Dujour (app de moda); Turma da Galinha Pintadinha (para crianças; reúne os vídeos da Galinha Pintadinha); Bookshelf do Doki (livros interativos e de atividades para crianças); Handy Talk (para pessoas com problemas de fala)
Samsung
Turismo: 1001 Atrações Culturais; 1001 Lugares; 1001 Praias; 1001 Sabores; Guia das cidades-sede (do Guia Quatro Rodas); Guia de Viagem Argentina e Chile; Orlando; Compras em NY, Miami e Orlando; Colômbia (guias turísticos)
Jogos: Perfil 4 (jogo de tabuleiro da Grow); Coquetel Bomba; Coquetel Caça-Palavras; Coquetel Jogo dos Erros; Coquetel Pirâmide; Coquetel Torto; Jogos Coquetel
Outros: Guia do Torcedor (para a Copa do Mundo); Parental Control (controla acesso quando uma criança estiver usando o aparelho)
Nokia
Finanças: Caderninho de Gastos (controle de gastos para Windows Phone); Canarinho (controle de gastos para Symbian); Fuel (compara preço de gasolina e álcool); Loterias (não-oficial, reúne resultados de loterias)
Utilitários: Keeper (gerenciador de senhas); Agentto (emite pedido de socorro para seus contatos caso você esteja em perigo); BR9 (insere dígito 9 na agenda de contatos do Symbian); CPF (verifica se número de CPF ou CNPJ é válido)
Saúde: Dieta e Saúde (acompanha calorias consumidas e peso); Vamos beber água (avisa o usuário para beber água durante o dia); Vacinas (calendário de vacinação brasileiro)
Outros: Terra; Placar UOL; Climatempo; Apontador (mapas); Chuver (jogo)
LG: Kekanto; LG Smart Poker; LG Smart Truco; LG Showroom (mostra a linha de TVs da LG); Crime Maps (mapa com crimes na sua cidade); Afinador Cifra Club (afina instrumentos de corda); Metrônomo Cifra Club (para medir o ritmo musical); Palco MP3 (800 mil músicas para ouvir e baixar); Carango (acompanha uso e manutenção do carro)
Motorola: Kekanto; Apontador; Dieta & Saúde; Meu Carrinho (lista de compras); Boa Lista (cria lista de compras e oferece comparação de preços); iPostal (envia cartões postais impressos por R$ 3,99)
Sony: Track ID; Toque e Envie; Moby Stock; Walkmate (contador de passos); Smart Key (dá mais funções ao botão no seu fone de ouvido); Tricky Shot (jogo de futebol)
Huawei: Kekanto; Boa Lista; MeuCarrinho; SaveMe (compra coletiva); FreeZone Wi-Fi (busca hotspots gratuitos); Hotel ASAP (faz reserva de hotéis); Belezuca (oferece pontos ao visitar lojas, que podem ser trocados por recompensas); Play Kids TV (serviço premium de vídeos infantis)
Positivo: Antifurto Droid SMS; Minhas Economias; Ponto por Ponto Dieta; Operadora DDD; Churrascômetro (ajuda a fazer as compras para fazer churrasco); Positivo Recarga (recarrega créditos do celular usando cartão de crédito) 
CCE: Buscapé; Saraiva Reader; SaveMe; Hotel ASAP; MeuCarrinho; Cuponeria (oferece cupons de desconto); Moda It (blog de moda); Recomind (recomenda profissionais que outras pessoas avaliaram)

sábado, 5 de outubro de 2013

Moto X

Moto X, da Motorola: conheça o mais humano dos Androids

Primeiro aparelho da empresa sob a batuta do Google vem com recursos que o tornam um smartphone realmente inteligente

Gizmodo


O Moto X é o primeiro smartphone da Motorola sob o comando do Google. Repetimos bastante isso por aqui desde que os primeiros rumores sobre o aparelho surgiram porque isso é, sim, um ponto muito importante. A gigante das buscas (que hoje já é muito mais do que isso) agora tem uma empresa de hardware para implantar a sua filosofia. E o Moto X é o primeiro fruto dessa parceria.
Ele foi lançado no fim de agosto lá fora e foi bastante elogiado. Chegou ao Brasil no meio de setembro e, depois de algumas semanas usando um, já podemos dar um veredicto final. O Moto X é fantástico. Não por ter o melhor processador, ou a melhor tela, nem a melhor câmera. Ele sequer tem a versão mais recente do Android. Mas a combinação de todos os seus detalhes bem pensados faz dele um smartphone espetacular. O Android para todos.
Design e especificações técnicas
Já falamos bastante sobre o Moto X, mas é bom retomar algumas coisas. A Motorola insiste que o Moto X é mais do que as suas entranhas. Em vez de destacar o clock do processador, a empresa promove o sistema de oito núcleos: dois deles estão no Snapdragon Pro de 1.7GHz, quatro na GPU Adreno 320 e outros dois núcleos servem para linguagem natural e computação contextual. O Moto X funciona o tempo inteiro – mesmo com a tela desligada, ele está prestando atenção no mundo ao seu redor, esperando por um comando para ser ativado.
Em relação ao design, é até surpreendente que ele seja tão compacto com uma tela de 4,7 polegadas. Sua traseira levemente curvada tem uma pegada incrível. Segurar o Moto X é muito bom. Ele é leve (130g) e, apesar de ter o acabamento de um tipo de policarbonato emborrachado, o aparelho em nenhum momento parece de baixa qualidade – muito pelo contrário, você sente que está com um smartphone high-end nas suas mãos. Comparado às útimas tentativas de design da Motorola, quadrados e durões, o Moto X é um ótimo suspiro de esperança.
Moto X
A tela AMOLED não é Full HD, mas isso não é um problema: é bem nítida e com cores vivas, protegida por um vidro Gorilla Glass realmente resistente – apesar do meu uso intenso não notei nenhum arranhão na tela, e ela frequentemente está livre de marcas de dedos ou qualquer tipo de sujeira.
Para usuários mais hardcore, o Moto X segue uma tendência que não agrada todos os usuários do Android: assim como o Nexus 4, ele não tem memória expansível. Então você terá apenas 16GB para enfiar todos os seus apps, músicas, vídeos e o que mais quiser colocar nele. É um bom exercício para explorar melhor a nuvem – Drive, Dropbox, ou seja lá qual seu app favorito para guardar arquivos.
Ele entende você (ou quase isso)
O Moto X é o Android mais humano e está sempre prestando atenção no que acontece para saber exatamente o que deve fazer. Ele ouve a sua voz, ele sabe que está no bolso, ele entende que você quer tirar uma foto. Esses recursos são interessantes, mas alguns deles não funcionam exatamente como deveriam.
O que mais gostei do Moto X foi o sistema de notificações inteligentes (nome dado pela Motorola). Em vez de uma luz LED piscando que nos deixa ansiosos para saber o que exatamente está acontecendo dentro do telefone, o Moto X acende uma parte da tela que pulsa por alguns segundos mostrando os ícones dos apps que tem alguma novidade.
É possível configurar: as notificações inteligentes podem mostrar apenas e-mails, chamadas perdidas, mensagens de texto, do WhatsApp, ou, se você quiser, até mesmo quando alguém retuita algo no Twitter. O bacana dessas notificações é que elas não apenas ajudam a nos deixar menos ansiosos quando perto do smartphone, como também economizam a bateria. Ao acender apenas alguns pixels para mostrar as notificações e o relógio, o Moto X evita ligar a tela inteira e economiza bateria. E bateria é uma das principais questões na hora de comprar um novo aparelho: de nada adianta ele ser excelente se secar completamente depois de algumas horas. Vamos falar com mais calma da bateria mais para frente, mas já adianto que esse recurso ajuda bastante.
Além disso, usando aqueles dois núcleos de linguagem natural e computação contextual, o Moto X só exibe as notificações quando sabe que você vai perceber a existência delas. Ele não vai ficar pulsando a cada seis segundos (é esse o intervalo entre uma pulsação e outra) quando estiver no seu bolso. Muito pelo contrário, ele perceberá que você não está ligado no smartphone e continuará com a tela apagada. Assim que você tirar do bolso, os pixels se acendem e mostram o horário e as notificações.
Como na maior parte das vezes tiramos o smartphone do bolso para ver as horas, isso é muito útil: você não precisa apertar nenhum botão, não precisa se esforçar para nada. O Moto X mostra as horas porque sabe que você quer, no mínimo, consultá-las. Isso também vale para quando ele está em cima de uma mesa com a tela virada para baixo: quando você desvirar, o aparelho mostra o horário. E mesmo quando estiver virado para cima e perceber que você está o segurando em sua mão, o mesmo acontece. O Moto X entende que você quer fazer algo com ele.
Os comandos de voz foram adaptados para o nosso português, e assim o Moto X é o primeiro smartphone a ter um assistente digital que entende o nosso idioma. Mas não se empolgue tanto: ele é limitado. Para entender as suas limitações, você precisa saber que ele basicamente se divide em duas partes: uma depende do software desenvolvido pela Motorola e o outro depende do Google Now. Para ativá-lo, basta falar “OK Google Now”, e ele já começa a ouvir o que você tem a dizer.
Duas observações sobre isso: a primeira é que ele usa um sistema com dois microfones (um dianteiro e um traseiro). Com isso, o aparelho consegue detectar barulho de fundo e a sua voz, e pode atender mesmo em um ambiente barulhento (é claro que não extremamente barulhento, mas em um escritório com telefones tocando sem parar e pessoas conversando o tempo inteiro ele consegue te ouvir). A distância é boa e você não precisa estar do lado do aparelho para ativar seus comandos de voz. A segunda observação é que enfrentei dificuldade algumas vezes para ele me entender, mesmo estando do lado do Moto X. Foram poucas, mas elas existiram.
Ao falar “Ok Google Now” e perceber que o Moto X está prestando atenção em você, é hora de começar a usar os comandos de voz. Mas, novamente, ele depende tanto do software da Motorola quanto do Google Now. No que depende da Motorola, você tem até retorno de voz (uma voz robótica bem parecida com a do Google Tradutor, é verdade). Mas quando depende do Google Now, desista de ouvir resposta do seu aparelho. Sim, ele vai fazer o que você pede, mas não vai dar nenhum retorno de voz. Pergunte a previsão do tempo e o Google Now mostrará (não falará) o que esperar do dia. Isso faz com que eu questione a real utilidade disso tudo. Se a ideia é que eu não precise pegar no meu smartphone para ter as informações, mas ainda assim eu precise estar próximo da tela dele para ler a resposta, então ele não faz isso direito. É impressionante, mas a utilidade prática é quase nula. Esse é o maior desafio dos comandos de voz de todas as empresas: ser mais útil do que poucos toques na tela no uso cotidiano. Por enquanto, isso não acontece.
Claro que em alguns casos os comandos de voz são extremamente úteis, especialmente para quem está no volante. O Moto X pode ler mensagens de texto, atender chamadas e enviar SMS avisando que você não pode atender no momento, apenas ouvindo a sua voz – e para esse caso específico ele se torna bem prático. Para outros, no entanto, a situação é diferente – talvez melhore a partir do momento em que o Google Now comece a responder em português.
Por fim, ativar a câmera deveria ser algo simples. Em tese, você deve balançar o pulso duas vezes e o app da câmera abriria. A Motorola justifica a criação do gesto, dizendo que o tempo que uma pessoa demora para pegar o smartphone do bolso, desbloquear, abrir o app da câmera e tirar uma foto pode chegar a dez segundos. Tanto tempo seria suficiente para perder o momento que você gostaria de eternizar em uma foto.
Por isso criou um gesto que facilitaria a ativação da câmera. O problema é que não funciona sempre. Algumas vezes tive que balançar quase dez vezes até perceber que a câmera estava abrindo (o aparelho vibra para avisar). Não economiza tanto tempo, você pode parecer apenas um maluco no meio da rua chacoalhando o celular, e ainda é um tanto perigoso – não acho difícil alguém um pouco mais atrapalhado simplesmente lançar o Moto X para longe ao tentar ativar a câmera.

Software e desempenho
O Moto X usa o Android quase puro, com sutis modificações. Ele roda a versão 4.2.2 Jelly Bean - apesar da 4.3 já ter sido lançada. Visualmente temos um Android bem parecido com o stock disponibilizado pelo Google. A Motorola já vinha diminuindo bastante o peso da sua skin nos seus smartphones, e seguindo neste caminho podemos esperar por aparelhos puros no futuro (aqui vale o destaque que uma versão Google Play com o Android stock será vendido nos EUA).

Moto X

Tive contato com dois aparelhos da Motorola em um passado recente – o Razr i e o Razr D3. Eles já eram bem pouco modificados, mas tinham widgets de círculos característicos. Isso sumiu. A tela inicial do Moto X não tem absolutamente nada de diferente do que o Google coloca no Android – talvez alguns papeis de parede diferentes, mas só.
A barra de notificações é completamente limpa – diferentemente de certos smartphones da Samsung e LG que têm atalhos que ocupam até metade da tela. Puxe de cima da tela com dois dedos e encontre as configurações rápidas – ative ou desative conexão de dados, Wi-Fi, Bluetooth, modo avião, entre nas configurações, controle o brilho da tela, confira a situação da bateria. Nas notificações mesmo, você tem apenas elas e nada mais – ok, dois botões no canto superior direito para limpar as notificações e abrir a outra tela de configurações rápidas.
Nas adições da Motorola, um destaque é o Assist. Um app bem Google – ele é dividido em cards, como os apps do Google são atualmente – e ajuda na definição de três perfis: um para dirigir, um para reuniões e um para dormir. Isso significa que você pode configurar o aparelho para entrar no modo silencioso quando estiver em reuniões, para silenciar completamente durante o sono, ou para enviar mensagens automaticamente para quem tenta ligar para você enquanto dirige.
Mas então é só um app para definir perfis diferentes? Não exatamente. Com o Assist ativado, o Moto X muda automaticamente para essas configurações quando sabe que você está dirigindo, em reunião ou dormindo. No caso do sono, é simples – você escolhe as horas que costuma dormir para ele não atrapalhar esse tempo precioso. Para reuniões, ele checa a sua agenda para saber quando você vai se encontrar com outras pessoas, e assim não incomoda durante esse tempo. E quando percebe a sua velocidade de deslocamento, detecta que você deve estar dirigindo e ativa o modo direção – como falei antes, este modo é o que faz melhor uso dos comandos de voz do aparelho.
A bateria de 2,200 mAh poderia ter sua duração bastante comprometida pelos truques da Motorola – afinal, o aparelho está sempre prestando atenção no que acontece. Mas na prática não é isso o que acontece, com as soluções (como as notificações pulsantes) que já explicamos antes. A bateria do Moto X funciona bem: ela vai aguentar facilmente um dia inteiro na rua, mesmo com uso frequente, e você vai chegar em casa com bastante carga disponível, sem precisar correr para chegar até o carregador antes que o aparelho apague de vez.
Por fim, o processador dual-core não compromete o desempenho do Moto X, e, com a GPU Adreno 320, mesmo aplicações pesadas como jogos rodam suavemente. O desempenho do aparelho é ótimo, e permite que você mude de apps com facilidade, abra, feche, navegue na internet sem notar lentidão. Especificações técnicas realmente não importam neste caso – temos aqui um dos mais fluidos smartphones com Android do mercado.
Câmera
Se existe alguma parte do Android do Moto X que recebeu bastante modificação, foi a câmera. O app foi completamente redesenhado – e é extremamente simples. Ao ativar a câmera (seja balançando o braço ou abrindo como qualquer outro app), você encontra uma tela quase limpa: no canto direito estão os ícones para mudar para vídeo e para trocar pela câmera frontal.
Para tirar foto, basta tocar em alguma parte da tela – qualquer parte – e a foto é capturada, e bem rápido. Segure o dedo por um tempo e diversas fotos são tiradas em sequência.
Para fazer ajustes na câmera, puxe um menu escondido no canto esquerdo da tela. Ele é simples – bem simples, e você não tem muitas opções de configuração. É possível ativar HDR, flash, definição de foco, vídeo em câmera lenta, foto panorâmica, colocar tag de localização na imagem e desativar o movimento para abrir a câmera.
Com a definição de foco, você toca na tela na parte que quer focar e ele tira foto automaticamente. O vídeo em câmera lenta grava a 720p e 15 fps – o padrão da indústria é de 30 fps, então é um pouco decepcionante. Vídeos normais são gravados em 1080p. Quer mudar controle de branco, qualidade da imagem, do vídeo? Esqueça, não é possível. O app é simples e limitado – provavelmente o suficiente para quem quer apenas tirar fotos rápidas com o smartphone.
Mas vamos ser francos: pessoas que se importam em mexer nas configurações da câmera do smartphone costumam ter um segundo bom aparelho, então não vai ser exatamente uma grande perda. Só significa que o Moto X jamais será sua câmera fotográfica ideal. Além de tudo, a qualidade das imagens não é exatamente excelente – percebi muitos ruídos nas fotos, mesmo em boas condições de luz.
Notas de uso
Durante o teste, não senti a necessidade de reiniciar o Moto X por perceber que ele estava lento demais (como acontece frequentemente com outros Androids). Ele desligou, sim, mas por outro motivo – a bateria acabou (isso fazia parte do teste, é claro). Mas travadas, lentidões, engasgos? Nada disso. 
Fones de ouvido que acompanham smartphones não costumam estar entre os melhores do mercado, e o caso do Moto X não é diferente – o fone de ouvido é bem ruim, então qualquer pessoa com um pouco mais de preocupação com qualidade de som vai precisar comprar outro. Novamente, isso não é muito diferente do que acontece com outros aparelhos.
Já o carregador de tomada tem uma agradável surpresa: duas entradas USB. Sim, você pode conectar dois cabos USB e carregar dois aparelhos de uma vez usando apenas uma tomada. Muito bom.
Vale a pena comprar?
Quando o Moto X foi anunciado por aqui, a Motorola disse que custaria R$ 1.800, mas, algumas semanas depois, quando chegou às lojas, custava R$ 1.500. Essa diferença de R$ 300 é fundamental para definir o Moto X como um ótimo aparelho e uma excelente aquisição para quem busca um Android de qualidade.
Você não vai achar muitos smartphones com a mesma qualidade na mesma faixa de preço – e isso considerando alguns dos pontos fracos dele, como a câmera e a limitação de espaço (por aqui, apenas o de 16GB é vendido). O Moto X é um smartphone intermediário que funciona como um high-end – e ele também tem preço de um intermediário.
O Moto X é o primeiro aparelho de uma nova Motorola, preocupada em entregar uma boa experiência de uso em um aparelho fluido e simples para qualquer pessoa. Se esse é apenas o começo da parceria entre Google e Motorola, estou bastante ansioso pelo que vem pela frente – quem sabe um Moto X 2 corrigindo os problemas da câmera? Pensando no hoje, não há dúvida alguma de que o mais humano dos Androids é uma ótima escolha para qualquer um que está pensando em um novo smartphone.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

RAZR™ D1

Celular Desbloqueado Motorola RAZR™ D1 Preto

 Motorola RAZR™ D1

Um smartphone poderoso com processador de 1.0GHz e sistema operacional Android 4.1

Um celular compacto, leve e com tecnologia de ponta, este é o RAZR™ D1, da Motorola. Conta com processador de 1GHz com 1GB de RAM, você consegue realizar as tarefas sem que o smartphone fique travando. Possui tela cheia de 3.5" sensível ao toque, o que torna mais rápido e simples o acesso as funções desejadas.
sistema Android 4.1 - Jelly Bean, que já tem upgrade garantido para a próxima versão do Android, permite que você entre em um mundo de aplicativos, são mais de 700 mil opções disponíveis, é possível comprar ou até mesmo baixar alguns gratuitamente, na loja virtual Google Play.
Com o Motorola RAZR™ D1 o usuário tem muitas opções, pode acessar os e-mails, ver vídeos no Youtube, conversar com os amigos através do Google Talk, verFacebook e Twitter, entre outros. A bateria do telefone possui ótima duração, e fica ainda melhor com as regras de economia do Smart Actions, assim você não vai ficar sem celular quando mais precisar.
E mais, conta com agenda de compromissos com calendário, calculadora, relógio, viva-voz, despertador e GPS/A-GPS. Fique conectado sempre com o Celular Desbloqueado Motorola RAZR™ D1!

Suporta 2 Chips e você pode ver TV neste aparelho moderno e funcional

Smartphone Motorola Dual Chip TV Digital Analógica
Este smatphone é Dual Chip, por isto você pode usar dois chips no aparelho, seja da mesma operadora ou não, use um para falar com a família e os amigos e o outro para as atividades profissionais.
Com a TV Digital e Analógica do RAZR™ D1 você não vai mais perder o final da novela ou o último episódio do seriado favorito quando estiver fora de casa ou a energia acabar, só é preciso ligar a TV do celular e ficar ligado na programação.

Motorola RAZR™ D1 Wi-Fi 3G

Acesse a Internet com facilidade através do 3G ou Wi-Fi

Tenha acesso ao seu perfil nas redes sociais, responda seus e-mails pessoais ou de trabalho, faça downloads e muito mais, isto com facilidade, através do celular Motorola RAZR™ D1.
Você pode ficar conectado usando o Wi-Fi, basta ter uma rede sem fio disponível, ou através do 3G, necessário um pacote de dados oferecidos pelas operadoras de telefonia móvel.




RAZR™ D1 Câmera 5MP Tecnologias BSI HDR

Fotografe com a câmera de 5MP e Tecnologias BSI e HDR

Registre os seus melhores momentos com a família e amigos através dacâmera de 5MP do celular RAZR™ D1. Você pode fazer fotos com qualidade até mesmo em locais com pouca iluminação, isto porque conta com a tecnologia BSI (Back Side Illumination)
Se quiser registrar uma imagem com muita luz em uma parte e na outra pouca, e só usar o Back Side Illumination, tecnologia BSI, que equilibra a luz e garante uma linda fotografia.
Celular Motorola RAZR™ D1 Bluetooth MicroSD

Bluetooth e MicroSD

Compartilhe fotos, vídeos e músicas com os amigos através do Bluetooth, basta parear os aparelhos e aproveitar toda facilidade oferecida.
Possui slot para cartão MicroSD e suporta até 32GB, muito espaço para gravar as suas canções favoritas, imagens bacanas e muito mais.