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sexta-feira, 13 de setembro de 2013

PC para jogos


gigabyte brix ii xbox

Este PC para jogos é menor que um controle de Xbox


Há algum tempo, vemos gaming PCs cujo design se aproxima cada vez mais de consoles. E com os candidatos a Steam Box da Valve, eles estão ficando cada vez mais compactos.
O Gigabyte Brix II segue as duas tendências ao mesmo tempo. Ele me faz lembrar muito do Xbox One, porém é bem menor: na verdade, ele tem o tamanho de um controle de Xbox.
Você tem saída HDMI e Mini DisplayPort, quatro portas USB 3.0, uma porta Gigabit Ethernet, Wi-Fi embutido, e conector de áudio de 3,5 milímetros na frente.
Ele tem cerca de 11 cm de comprimento e largura, porém traz bons componentes de PC. Você pode escolher um processador Haswell, seja Core i5 ou i7, e todos trazem o melhor chip gráfico da Intel, o Iris 5200 Pro. A Gigabyte diz que o desempenho em jogos é semelhante ao chip gráfico GeForce GT 650M, da Nvidia.
Mesmo que isso seja verdade, o Brix II tem um porém. Ele custa entre US$ 500 e US$ 600, dependendo da configuração, mas vem praticamente vazio: você precisa colocar RAM e armazenamento nele. Há dois slots PCIe para instalar SSDs, mais conector para disco rígido SATA e entradas para pentes de memória RAM.
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Não ficou impressionado? Tudo bem. A Gigabyte tem outros computadores portáteis, como o Brix Mini PC: além do chip gráfico Intel Iris Brix, ele traz um projetor de 75 lumens. Ele deve ser lançado em dezembro por US$ 699.
Há também modelos mais baratos, a partir de US$199, que oferecem SSD e não possuem ventoinha – algo possível com certos processadores da linha Haswell. O calor é dissipado através do corpo de alumínio. [The Verge e Laptop Mag]

sábado, 7 de setembro de 2013

Phablets estão em alta

Phablets estão em alta. Seria a hora da Apple olhar para esse mercado?


Phablets


Um novo relatório da IDC apontou que dispositivos com telas entre 5 e 7 polegadas, mais conhecidos como phablets, ultrapassaram as vendas de computadores portáteis e tablets na região da Ásia-Pacífico no segundo trimestre de 2013. Isso nos faz pensar... Será que está na hora da Apple investir nesse tipo de gadget?
A notícia indica que o mercado de dispositivos móveis criou uma nova categoria intermediária entre smartphones e tablets, explorada pela primeira vez em 2010 pela Dell e seu smartphone de 5 polegadas, o Dell Streak, e posteriormente aproveitado pela Samsung e seu Galaxy Note.
No segundo trimestre deste ano, os fabricantes despacharam 25,2 milhões de phablets para a região da Ásia-Pacífico (exceto Japão), em comparação com 12,6 milhões de tablets e 12,7 milhões de computadores portáteis no mesmo período. Os phablets praticamente representaram a soma das duas outras categorias.
Como se esse número não fosse convincente o suficiente, os embarques de phablets aumentaram 100% no trimestre, e 620% na comparação anual, conforme informações do CNET. A Samsung é quem detém a maior fatia desse mercado, com 50% do domínio da venda de phablets na região Ásia-Pacífico.
Recentemente, a Samsung anunciou o lançamento de seu Galaxy Mega, um dispositivo com tela de 6,3 polegadas, e deve anunciar o Galaxy Note 3 durante a IFA 2013, que acontece nos próximos dias em Berlim. Todos esse números mostram que uma categoria que há algum tempo parecia uma ideia maluca (telefones gigantes ou tablets com dimensões reduzidas) agora parece ser uma evolução natural do smartphone ou do tablet. 
E onde a Apple entra nessa história? Se pensarmos que a empresa oferece o iPhone 5 com uma tela de 4 polegadas e o iPad Mini com 7,9 polegadas, conseguimos enxergar uma lacuna em sua linha de dispositivos se levarmos em conta os padrões dos dispositivos atuais. Enquanto a empresa não manifesta interesse nesse mercado, esperamos algumas atualizações ainda este ano para o iPad Mini e talvez um iPhone 6 com uma tela maior para o próximo ano.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

LG Smart Activity Tracker

lg-pulseira (1)


LG Smart Activity Tracker: este clone do Nike FuelBand mistura todos os gadgets que você pode vestir

O LG Smart Activity Tracker é um sósia do Nike FuelBand (acima) – não há como negar isso. E, sim, já existe um monte de novos rastreadores para atividade física.
Bem, a LG coloca as funções de todos os seus concorrentes em um só gadget. E quando chegar no terceiro trimestre, esta pulseira pode ganhar algo que todo mundo quer: um monitor de batimentos cardíacos.
O Smart Activity Tracker utiliza acelerômetro e GPS para medir sua atividade. Por usar um GPS, ele consegue dizer quão rápido você se move, e assim saber se você está correndo, ou caminhando, ou sentado em sua mesa. Você pode sincronizar os dados com seu celular, onde um app robusto exibe suas métricas.
A LG ainda planeja acrescentar um monitor de frequência cardíaca, mas não prometeu isso no produto final, porque a empresa ainda não conseguiu acertar direito a mensuração do pulso.
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Mas ao contrário de outras opções semelhantes, este rastreador tem uma touchscreen, então você pode deslizar pelos diferentes tipos de informações – em vez de usar um botão, como no Nike FuelBand.
Além disso, este rastreador de atividade conversa com seu celular para avisar você sobre mensagens de texto e chamadas recebidas. E este pequeno gadget sincroniza com os apps de exercícios físicos nas TVs conectadas da LG: assim você pode ver quantas calorias está queimando quando dançar ou se exercitar na sala.
Nós não pudemos brincar com o rastreador porque o hardware em exposição na feira CES não é final, mas se a LG conseguir acertar nesta mistura de gadgets, esta coisa vai ser incrível. A LG diz que espera ter o Smart Activity Tracker pronto até o terceiro trimestre, mas não diz quanto ele vai custar.
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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Samsung desafia Apple

Ultrabook da Samsung desafia Apple



A Samsung anunciou nesta sexta-feira, 9, que a linha Ativ Book 9 Plus terá preços a partir de US$ 1.400. O ultrabook equipado com Windows 8 se destaca pela sua tela touchscreen de 13,3” com a absurda resolução de 3.200x1.800.
O produto tem a pretensão de competir com o MacBook Pro com tela Retina, comercializado nos EUA por US$ 1.500. O Ativ Book 9 entra em pré-venda no próximo dia 18. Ambos os computadores contam com 128 GB de memória SSD, no entanto, o Ativ tem apenas 4 GB de memória RAM, perdendo para os 8 GB do MacBook.
O Ativ Book ainda é equipado com processador Intel i5 4200U com clock de 1,6 GHz e placa gráfica Intel HD Graphics 4400. A duração da bateria é de sete horas e meia.  
Ativ Tab 3
A Samsung também divulgou o preço de seu novo tablet de 10,1”. Equipado com Windows 8, o gadget será vendido a partir de 1 de setembro por US$ 700. O Ativ Tab 3 tem resolução 1.366x768, 2 GB de RAM e 64 GB de memória SSD. Ele é equipado com um processador Intel Atom com 1,8 GHz.

sábado, 3 de agosto de 2013

Leap Motion

Leap Motion chega às lojas: aparelho é promissor, mas ainda precisa melhorar

Gadget permite controlar o computador com movimentos das mãos e braços por US$ 80.

Gizmodo

O Leap Motion vem sendo comentado há um bom tempo. Ele promete facilitar o controle do computador através de gestos. E enfim foi lançado hoje, nos EUA, e os primeiros reviews começaram a pipocar pela internet. Será que cumpriu a promessa? Aparentemente, não totalmente. As análises do Leap Motion chegam à mesma conclusão: ele é promissor, mas ainda precisa melhorar. E, ao contrário do que pensávamos, não é tão fácil de usar como parece.
O Leap Motion vem no formato de uma pequena caixa retangular (79 x 30 x 11mm) que você conecta ao seu computador e realiza os movimentos próximos a ela. Você pode, por exemplo, levantar o braço suavemente para fazer scroll na tela do computador. O acessório custa US$ 80 dólares e conta já com uma loja de aplicativos com cerca de 75 títulos – impressionante para uma tecnologia nova, mas é bom ressaltar que a maior parte é formada de jogos, alguns bem conhecidos e encontrados em várias outras plataformas, como Cut The Rope.
Gizmodo
A configuração do Leap Motion é extremamente simples. Você conecta no seu computador (ele é compatível com Windows e Mac) e rapidamente pode começar a balançar os braços para controlá-lo. Há um pequeno tutorial na primeira vez que você liga o Leap Motion: você mexe as mãos para ver algumas partícular reagirem na tela, e depois vê uma recriação digital das suas mãos respondendo em tempo real aos movimentos dos seus dedos. Não é preciso fazer nenhum tipo de calibração e você pode escolher entre diferentes configurações, de “intro”, para movimentos básicos com um ou dois dedos, até “advanced”, que permite gestos mais complexos usando combinações de três ou quatro dedos.
A resposta é rápida, o que é fundamental para controles por gestos – o lag torna a tecnologia praticamente inútil e pouco atrativa. Mas Eric Limer, do Gizmodo US, ressalta que, por mais que o Leap Motion seja divertido, ele não vai substituir as outras formas de controle do seu computador.
"Assim que você encontrar os pontos certos e se adaptar, os controles por gestos vão ser surpreendentemente divertidos considerando que muito deles são mais ou menos emulações pouco eficientes de tecnologia de touchscreen. Você não vai querer esquecer do seu mouse (nem do teclado) por causa dos gestos, mas dar zoom no planeta no Google Earth balançando as mãos é incrível."
Gizmodo
Essa mesma questão foi levantada por Dann Berg, no The Verge. A ausência de uma resposta física ao seu movimento – como, por exemplo, você sentir a tela de toque na ponta dos seus dedos quando mexe em um tablet – é algo que precisa ser melhorado no Leap Motion.
“A grande visão da Leap Motion é permitir que você ‘faça coisas no seu computador do mesmo jeito que faz na vida real’, mas o controle não cumpre totalmente a promessa. Quando eu escolho meu andar em um elevador, eu posso sentir o botão respondendo ao meu toque. Se eu pego uma bola de baseball, poso posicionar meus dedos para lançar uma bola com efeito ao sentir as linhas acentuadas no couro liso. Com o Leap Motion, minhas mãos simplesmente flutuam livremente pelo ar.”
Este é um dos problemas. A linha de aprendizado também é maior do que o esperado – o Leap Motion não é tão simples como parece ser. Eis o que Rachel Metz, do Technology Review, tem a dizer sobre isso:
“No geral, senti como se nunca conseguisse fazer os controles funcionarem como eu queria. Com o app AirBeats, por exemplo, tentei mexer minha mão em um padrão consistente para acertar o bumbo na tela, mas ele não tocava com uma batida consistente.”
E, como Michael Gorman do Engadget disse, o Leap Motion ainda não é preciso o suficiente para ser a sua única forma de navegação pelo sistema operacional.
“No geral, por mais que nosso controle sobre o dispositivo melhorou com o tempo, ele nunca foi preciso o suficiente para navegar pelo Windows (ou Mac), seja no modo desktop ou na UI moderna – e isso é um grande golpe na usabilidade diária do Leap Motion.”
Portanto, o Leap Motion é promissor, mas ainda não está pronto. Ele sofre o mesmo que muitas tecnologias novas – ele é novo, ainda precisa ser aprimorado em muitos pontos, mas, assim que tudo for consertado, ele tem potencial para realmente modificar a forma como controlamos o computador.
Ele começou a ser vendido hoje por US$ 80. Vale lembrar que o Brasil foi removido da lista de países que receberão o dispositivo – a empresa alega que o alto custo para enviar para cá inviabiliza a entrega. Estamos em contato com a Leap Motion para saber se isso irá mudar em breve – nas últimas semanas, o Brasil ressurgiu na lista por alguns dias, mas já sumiu de novo. Se você foi um dos que fez o pedido antes da remoção do Brasil da lista, não precisa se preocupar – a Leap promete enviar da mesma forma. 

Ubuntu Edge

Canonical quer US$ 32 milhões para desenvolver o Ubuntu Edge

Comunidade precisa coletar US$ 1 milhão por dia para financiar o poderoso smartphone com Ubuntu OS

Divulgação

O Ubuntu OS vem aí, e a Canonical quer ajuda da sua comunidade de usuários para financiar o primeiro smartphone com o sistema.
O pessoal por trás do Ubuntu Linux começou uma campanha de crowdfunding no Indiegogo para seguir com os seus planos de entrar no mundo do smartphones. E eles querem levantar US$ 32 milhões em 31 dias – é muito dinheiro.
Quem participar da campanha vai poder ganhar um smartphone em maio do ano que vem. Será o Ubuntu Edge, que tem especificações técnicas bastante impressionantes: tela de 4,5 polegadas com resolução 720p, um processador multi-core, 4GB de RAM, 128GB de armazenamento, LTE e já rodando o Ubuntu OS. Para ser um dos felizardos que receberá o aparelho no ano que vem, você precisa entrar com US$ 600 na campanha hoje – oferta válida só para o primeiro dia da campanha, e depois ele custará US$ 830.
O Ubuntu Edge parece bem premium – ele tem o formato de um trapézio, pelo pouco que deu para ver neste vídeo.
Além de rodar o Ubuntu OS, o Edge também vai rodar Android (!). Sim, será um smartphone com dois sistemas: ele terá uma configuração de “dual boot” para você escolher entre Android e Linux na hora de ligar o aparelho. E, quando estiver no Android, poderá acessar o Ubuntu através do app da Canonical para Android.
O alto valor pretendido pela Canonical é um desafio para a comunidade do Linux – é preciso arrecadar mais de US$ 1 milhão por dia. E, nas primeiras horas do crowdfunding, as doações já superam US$ 1,6 milhões.  

sábado, 27 de julho de 2013

Nokia Lumia 1020

Nokia Lumia 1020 é um Windows Phone com 41 megapixels

Nokia Lumia 1020 já chegou aos EUA por US$ 299. O destaque, como não poderia deixar de ser, é a câmera de 41 megapixels que condensa fotos em 5 megapixels. Confira os que os sites de tecnologia estão falando dele


Reprodução

O Nokia Lumia 1020 chega esta semana aos EUA, mas os reviews já saíram. Como se sai esta combinação de Windows Phone com uma insana câmera de 41 megapixels? Confira as opiniões de quem testou.
Mas antes, uma recapitulação rápida. No aparelho, o sensor de 41 MP serve para fazer oversampling: basicamente, ele pega a informação equivalente a 41 MP e a condensa em fotos de 5 MP. Isso permite imagens mais nítidas, e um melhor desempenho com pouca luz.
O Lumia 1020 tem basicamente as mesmas especificações do 920 (exceto RAM e câmera), com bateria não-removível e sem entrada para cartão microSD. Ele chega aos EUA no dia 26 por US$ 299 no contrato de dois anos. E no Brasil? Você terá que esperar até o quarto trimestre. Aos reviews:
Câmera – fotos
Gizmodo US
À luz do dia, sem zoom, a única câmera que chega perto de capturar o intervalo dinâmico do Lumia 1020 é o HTC One… Mas quando você dá zoom de 100% nas imagens, começa a ver como o oversampling faz uma diferença enorme. O Lumia 1020 deixa você com uma quantidade enorme de dados adicionais para que você possa ver detalhes sem ampliar demais as imagens. E olhe como a foto do iPhone ficou horrível em comparação…

Gizmodo


Gizmodo

Ah, e como é que a câmera se sai em pouca luz? Muito, muito melhor do que a concorrência. Voltamos, como sempre, ao nosso amigo, a estatueta de Assassin’s Creed. Esta foto foi tirada em iluminação absolutamente terrível, e ainda assim ele se saiu bem.

Gizmodo

Quanto a cores, veja esta foto de flores abaixo. O HTC One e iPhone tiram fotos saturadas demais, enquanto ambos os Lumias chegam a uma representação de cores mais precisa. O 1020, em especial, é lindo.
Gizmodo
Engadget
Basicamente, a câmera é incrível. Na maioria das situações, as configurações automáticas funcionam bem, especialmente quando se trata de equilíbrio de branco, pouca luz e foco. Mas a câmera brilha ainda mais quando você se aventura e começa a mexer nas configurações manuais. Fotos tiradas no escuro têm mais luz, mais detalhes e menos ruído do que o HTC One e Nokia PureView 808. O zoom sem perdas no 1020 nos deixou encantados… Nós também ficamos muito impressionados com a grande quantidade de detalhes em cada cena. Como você pode imaginar, há muito para amar.  
The Verge
Do notável intervalo dinâmico à clareza surpreendente, esta é simplesmente uma câmera fenomenal. Eu passei muito tempo procurando imperfeições nas fotos, apenas para descobrir que a maioria delas não tinha nenhuma. Eu não sei como a Nokia faz isso, ou como ninguém descobriu o que a Nokia está fazendo, mas é evidente que há algum tipo de magia acontecendo na Finlândia.
Câmera – Vídeo
Engadget
Ficamos impressionados com quão bem a câmera foi capaz de lidar com sacudidas, mãos trêmulas e deslocamentos rápidos na horizontal. Smartphones que gravam vídeo 1080p ainda são poucos, e muito poucos realmente fazem um bom trabalho em capturar um vídeo de alta definição – felizmente, o 1020 é um desses poucos.
The Verge
A gravação de vídeo, disponível em 1080p, se beneficia de três novas funcionalidades e melhorias. Uma delas é o oversampling, que deixa as cores bem vibrantes e precisas. A segunda é a estabilização de imagem, que também está disponível para fotos – mesmo enquanto você anda ou seu corpo balança, a câmera permanece parada. A terceira, um novo microfone, é a maior melhoria em relação a outros Lumias. O novo microfone capturou som limpo e audível em um show muito alto, e fez um ótimo trabalho em cancelamento de som no metrô, enquanto eu gravava vídeos no caminho para o show.

Reprodução

Engadget
Imagens tiradas dentro do aplicativo de câmera padrão estão limitadas a 5MP, independentemente do formato que você escolher. A lente padrão no Lumia 1020 é a Nokia Pro Cam, o app de imagens para WP8 mais abrangente que já usei (e sem dúvida um dos melhores de qualquer plataforma). A experiência de usuário é bastante intuitiva, e tem mais opções de ajuste manual do que estamos acostumados a apreciar.
The Verge
O Pro Cam governa cada configuração avançada e funcionalidade da câmera do 1020 – é um dos melhores apps do tipo que eu já usei. É melhor que seja, também, porque se você tirar fotos em qualquer outro app de câmera, você perde quase todas as funções que o 1020 oferece, e fica limitado a fotos de 5 megapixels.
Alterar as configurações no Pro Cam é fácil e oferece feedback imediato… mas poderia ser um pouco mais rápido: a câmera pode ocasionalmente engasgar por um momento enquanto renderiza a imagem com as novas configurações. O lag é mais evidente quando você desbloqueia o Lumia 1020 direto para o app da câmera, e leva cerca de cinco segundos entre segurar o botão do obturador e o app estar pronto para tirar uma foto. O iPhone leva cerca de metade desse tempo, e eu definitivamente perdi fotos enquanto esperava desaparecer a animação “Aguarde…”.

Tela
SlashGear
Você leva uma touchscreen 720p Super AMOLED de 4,5 polegadas que tem ângulos de visão impressionantes e boa visibilidade em ambientes externos, graças à tecnologia ClearBlack da Nokia. É também um dos painéis super sensíveis da empresa, que promete funcionar mesmo se você estiver usando luvas.
The Verge
Não é tão grande ou de tão alta resolução como a onda atual smartphones Android, mas ela é nítida e precisa, desde que você a olhe de frente – as cores brancas ficam um pouco escuras e cinzas quando a tela fica fora do eixo, mas não é um grande problema.
Design
Reprodução
Gizmodo US
O celular seria realmente bem fino, se não fosse pelo bojo circular da câmera na parte de trás. É um elemento de design marcante que rompe com o formato elegante, embora não necessariamente de uma forma ruim… É uma característica tão distinta que talvez pareça mais pronunciada do que realmente é. Mas é um calombo fácil de esquecer uma vez que o 1020 está de volta em seu bolso. Na verdade, em alguns aspectos, é uma vantagem: particularmente, eu gostei que quando o 1020 está em uma mesa ou escrivaninha, a câmera deixa o aparelho levantado, de modo que é mais fácil ver o que está na tela.
Engadget
A boa notícia é que, com 158g, o 1020 realmente pesa significativamente menos do que o 920… Ele também tem 10,4 mm de espessura – abismal quando comparado com a maioria dos outros dispositivos high-end atualmente no mercado. Infelizmente, ele também é 0,6 mm mais largo. Isso pode não parecer muito, mas faz uma grande diferença em termos de como ele se sente em mão, especialmente quando você leva em conta o grande módulo de câmera que ocupa tanto espaço na parte de trás. Sim, os dois elementos criam uma experiência um pouco estranha na mão: quando o smartphone se assenta normalmente, os dedos vão ficar desconfortáveis ao se ajustar ao módulo na parte traseira.

Software e ecossistema
SlashGear
Você tem uma plataforma móvel com design limpo, altamente acessível para novos usuários, e – se você passar algum tempo brincando com os blocos dinâmicos e redimensionáveis ​​da tela inicial – surpreendentemente flexível. A loja do Windows Phone está ficando maior o tempo todo. A Nokia tem feito o seu melhor para disponibilizar mais aplicativos, particularmente com seus serviços baseados em localização, e a suíte HERE é surpreendentemente capaz.
The Verge
Há esperança de que o ecossistema possa alcançar a concorrência, porque fora minhas necessidades de apps de foto, cada vez mais apps que eu uso são pelo menos funcionais no Windows Phone 8. 4th and Mayor é realmente um bom app para Foursquare; Evernote, Facebook e Twitter têm clientes oficiais muito bons.
Desempenho e bateria
Gizmodo US
Fora a câmera, o celular é essencialmente algo que já vimos antes: o mesmo processador, mesmo sistema operacional… Isso quer dizer que não há nenhuma surpresa do ponto de vista do desempenho. É ágil como os principais smartphones da Nokia – na verdade, ele tem 1 GB extra de RAM, fazendo com que seja ainda mais rápido. (Ele é rápido, OK?)
SlashGear
O hardware da linha Lumia não mudou muito nos últimos 18 meses, ou seja, o processador do Lumia 1020 está um pouco obsoleto. Isso é mais evidente quando você está salvando imagens, impactando o tempo entre uma foto e outra. Dado que em smartphones rivais você pode continuar pressionando o botão do obturador e disparar foto atrás de foto (mesmo que em baixa resolução), no Lumia 1020 há uma pausa de aproximadamente 3,5 s quando o aparelho salva as fotos de 34 megapixels em 5 megapixels. Durante esse tempo, você não pode fazer nada com o celular, nem mesmo começar a mexer nas configurações da sua imagem seguinte.
The Verge
Não tive problemas em conseguir um dia inteiro de uso, e muitas vezes um dia e meio, quando não estava tirando muitas fotos – quando você tira centenas de fotos de uma vez, o aparelho fica quente e sua bateria acaba muito rapidamente.

Conclusão

Reprodução

Gizmodo US
Se você gosta de Windows Phone e quer que o dispositivo de comunicação no seu bolso tire fotos superiores, definitivamente compre este celular.
Engadget
Podemos dizer com confiança que o Lumia 1020 é o melhor Windows Phone até o momento. Se você é um usuário do WP8 que gosta de elaborar as melhores fotografias possíveis, você precisa trocar de smartphone, mesmo que esteja pagando a mais pela câmera.
The Verge
O 1020 é um dos melhores dispositivos da Nokia, e certamente o mais fácil de vender – se você realmente ama câmeras, você realmente ama o Lumia 1020.

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Glass olhando para o futuro

O mundo através do Glass: olhando para o futuro imaginado pelo Google

Tirar fotos, ver vídeos e ler textos podem se misturar com as outras ações diárias e tirar a atenção do usuário. Veja a nossa experiência com o gadget.

Google Glass

“Eu não consigo ver nada”. “Calma, ajusta o visor para cá… Não, não fecha o outro olho!”. “Foi. Agora foi”.
Dois minutos após ajustar de um lado para o outro a pequena tela, hora de se acostumar a olhar para o canto. Hora de jogar os olhos para um lado e colocar as mãos no Google Glass, um pedaço do futuro imaginado pelo Google, agora materializado em um aparelho palpável, real.
A melhor forma de contar como é a experiência de usar o Google Glass é passar por todas as fases do processo, e todos os sentimentos que ela suscita – desde o momento que o aparelho saiu de sua caixa.
Quando o Google Glass entrou na redação da F451, nas mãos de Breno Masi, da OnOffRe, e foi colocado em cima da mesa, algo ficou claro: o Google anda mais preocupado do que nunca com design. Seja de seus apps, seja de seus sites, seja de seu par de óculos. O Glass, mesmo sendo um aparelho completamente voltado para desenvolvedores por enquanto, tem bom acabamento e construção. Há uma ótima escolha de linhas curvas e um formato claramente inspirado em Star Trek. Tudo isso à distância.
Inicialmente, o Google proibia que donos do Glass o emprestassem para outra pessoa. Felizmente, os termos de serviço não possuem mais essa restrição: só é proibido revender, alugar ou dar permanentemente o aparelho para outra pessoa – deixar amigos experimentá-lo não é problema. Mesmo assim, o Glass não gosta de muitas pessoas o usando. Depois de um round completo de “nossa, deixa eu ver isso”, ao voltar para o rosto do Breno, uma mensagem do Google indicava que “cinco pessoas não identificadas” usaram o aparelho, e que para isso era preciso usar o Guest Mode. Nele, não é possível usar nenhum app e o uso é extremamente limitado — só pode ser usado, inclusive, dez vezes em um dia. Decidimos usá-lo sem o Guest Mode, mesmo com a reclamação.

Google Glass

Há algo de estranho ao segurar o Glass. Ele parece ser feito de materiais pesados, mas é mais leve do que eu esperava. Como era de se esperar, ele é mais pesado de um lado: um deles, o esquerdo, é apenas uma haste fina e arredondada, com a única função de equilíbrio no rosto. Já o lado direito é onde tudo se concentra: uma longa listra de plástico esconde todos os circuitos do Glass. Na frente, a câmera é o último marco antes do prisma, o projetor que faz com que seus olhos rolem para cima como nunca.
Após uma rápida demonstração do Breno sobre como ele vem usando o aparelho — ele está com o Glass faz uma semana –, coloco o aparelho na cara pela primeira vez. Não vejo nada no canto. Fecho o olho esquerdo para ver se estou com algum problema, mas não há nada. É neste momento em que a conversa inicial deste post acontece — e não se esqueça: fechar um olho para ver o Glass é pedir para uma vista cansada instantaneamente. Depois de alguns pequenos ajustes, ela está lá, no canto dos meus olhos. A tela.

Google Glass

O projetor do Glass consegue criar imagens de cerca de 640×360 pixels (o Google não confirma o número). Isso significa que ela tem resolução suficiente para você ler boa parte do conteúdo que aparece na tela, na distância mínima que o Glass propõe. Ligar o aparelho pode ser feito com um toque na sua lateral sensível — mais sobre ela em breve — ou movendo a cabeça de cima para baixo em 30 graus (o número de graus pode ser regulado).
E, depois do passeio pelo hardware, chego ao local onde todo os planos do Google se concentram. O Glass liga exibindo o horário em uma tela escura. A fonte é bonita. É o novo Google, presente também no ótimo redesign do Android e dos apps para iOS. A escolha por telas escuras nas primeiras interações faz todo o sentido: os primeiros momentos com o Glass são aflitivos. Você não sabe ao certo para onde olhar, quais movimentos fazer ou o que falar. É algo completamente novo, absurdamente diferente de usar um app revolucionário ou um notebook híbrido. É a primeira vez que meus olhos se esforçam assim por um gadget.

Google Glass

Mas a curva de aprendizado com o Glass é simples e sem muitos mistérios. Isso acontece graças a uma mistura muito bem feita de design dentro da tela e dos gestos utilizados na lateral do aparelho. Eu demorei um pouco para me acostumar com os movimentos — desliguei o aparelho incontáveis vezes sem necessidade — mas como as opções são poucas, você rapidamente se acostuma: um gesto de cima para baixo fecha os aplicativos; um toque exibe as opções do app ou seleciona um item; e um movimento de deslize por todo o corpo lateral navega pelos menus.
A combinação de olhos na pequena imagem e gestos na lateral funciona bem, mas o terceiro elemento de uso do Glass o deixa mais prático — e um pouco mais assustador: a voz. Desde a primeira tela, o Glass já exibe um “ok, glass” entre aspas, sugerindo que você use o comando. Daí para frente, há uma série de opções pré-programadas pelo Google: pesquisar na web, tirar uma foto, fazer um vídeo, ver direções no mapa, enviar uma mensagem ou começar um hangout. (Este GIF do Verge resume bem como é esta tela.)
“Ok Glass, take a picture”. A câmera é muito rápida. De repente, um thumb aparece nos seus olhos. A qualidade da imagem de 5MP, na telinha do Glass, já mostra sinais de ser melhor do que eu esperava (como você pode conferir abaixo). E assim, poucos minutos depois de começar a usar o Glass, já surge o primeiro questionamento envolvendo privacidade. O Glass emite um pequeno som toda a vez que tira uma foto, e você não pode removê-lo. É a forma que o Google encontrou, por enquanto, para diminuir o abuso da câmera veloz e simples. Me parece pouco. O som é alto para quem está com o Glass, mas num ônibus ou metrô barulhento, ninguém ouvirá o rápido efeito sonoro. Para completar, há um botão no topo que funciona como disparador. Tirar fotos ou fazer vídeos no modo gaiato será mais fácil do que nunca.
Saindo do mundo Google, os apps do Glass ainda são extremamente simples. O Twitter permite que você leia a timeline, passando o dedo pelo Glass para percorrer a timeline. É possível responder, favoritar e retuitar. E responder tuítes. Está faltando algo, certo? É, não dá para criar um tuíte do nada. Você pode até compartilhar uma foto, mas não há a opção de compor tuíte por voz, por exemplo. Bizarro. O Facebook consegue ser ainda mais minimalista: ele é apenas uma ferramenta de compartilhamento de fotos. Você escolhe o grau de privacidade — público, para amigos, para uma lista específica — e fim.
Por fim, testei o app da CNN. O app com mais texto na tela, o app com vídeos. E dá para entender o motivo do minimalismo das redes sociais: é muito difícil lidar com um apanhado um pouco maior de informações no Glass. Quatro linhas de texto se transformam em algo sofrível para ler, mesmo com a boa fonte escolhida. Com um toque para o lado você chega ao vídeo da matéria (caso ela tenha) e aí a coisa fica maluca de vez: viver o mundo ao redor e assistir um vídeo minúsculo nos olhos é algo bem, bem surreal. Enquanto eu editava as fotos para esse post (tiradas pelo sempre exímio Pedro Hassan), reparei que em uma delas, a última da série, eu estou com um olhar perdido:

Google Glass

Eu não costumo ter essa cara perdida. Acho até que estou meio vesgo. Eis o que acontecia naquele momento: eu estou tentando conversar com uma pessoa que estava na minha frente e ao mesmo tempo uma notícia da CNN estava aberta. Isso é surreal. Porque é difícil decidir para onde olhar. É difícil saber o que fazer. É difícil, por fim, escolher o que absorver e o que deixar passar no Glass. E esse é, hoje, seu principal defeito.

Esqueça a privacidade. O problema é a ansiedade
Como falei logo acima, o Glass ainda não é um problema de privacidade. Ele tem altíssimo potencial para tal, mas falemos do que ele é hoje para qualquer pessoa que o use: uma nova tela. Mais uma tela. E essa tela, em essência, está ali no canto do seu olho aumentando ainda mais nossa ansiedade tecnológica.
Vivemos os primeiros anos da discussão sobre os efeitos que o excesso de tecnologia causarão em nós. É cedo para cravar o que acontecerá com as próximas gerações, mas há mais e mais documentos, estudos e livros discutindo o quão ansiosa e frenética nossa geração é. Há muita informação. Há muitos meios de obtê-las. Há muitas telas. Há muitas notificações.
Eu odeio notificações. Elas destroem qualquer noção de foco e de manutenção de pensamento contínuo, e eu faço questão de desabilitá-las em todos os meus aparelhos — apenas mensagens e ligações encontram espaço na minha tela de bloqueio. Pelo tempo em que usei smartphones com notificações ligadas por todos os lados, eu fui uma pessoa mais agitada, impaciente, com a síndrome de ligar a tela do celular a todo instante. E eu acho que ninguém gosta de ser assim.
E o Glass adora notificações. Breno me conta que elas não o incomodam tanto, mas podemos dizer que ele usou um cheat: não configurou nenhum dos seus emails principais no Glass, criando uma conta específica para ele. Essa talvez seja a única forma de não ser devorado pelo aparelho. Eu recebo mais de cem emails por dia. E o Glass não permite que você desligue as notificações. Twitter, Gmail, notícias da CNN: todo tipo de notificação disputa espaço na sua cara.
Sim, o Google recomenda aos desenvolvedores que “não atrapalhem o usuário”: uma das diretrizes para os apps é não emitir notificações em excesso, e nem chamativas demais. No entanto, mais apps virão, e mais apps buscarão espaço – e mais da sua atenção. Apps focados na compra por impulso — imagine um app da Amazon que reconhece uma roupa e já lhe oferece a opção de compra? Parece extremamente futurista, claro, mas extremamente perigoso também. Eu não acho que precisamos disso.

Mas o que fazer com o Glass?
Ok, você aceita sacrificar parte da sua sanidade com mais uma penca de notificações. Sem problemas, mas o que você receberá em troca? Essa é hoje a principal questão em torno do Glass: em sua versão Explorer Edition, para desenvolvedores, ele não oferece nada que você não possa fazer com outros aparelhos, e de forma menos complexa. Não há motivos para responder um tuíte pelo Glass — a resposta é feita por voz, e ele não corrige erros. Não há motivos para ler notícias nele — você está cercado de telas durante todo o dia, com resoluções melhores e maior facilidade de leitura. Hoje, o Glass é um aparelho de compartilhamento de fotos e vídeos tiradas por ele mesmo.
Claro, “isso é só o começo”. Ouviremos isso muito sobre o Glass, e faz sentido se pensarmos que os 2 mil aparelhos distribuídos (junto com um developer kit) foram criados exatamente para que desenvolvedores explorem seu potencial.
Mas qual é o potencial do Glass? Eu consigo vê-lo sendo extremamente apelativo para os empolgados do Vale do Silício, para fanáticos por tecnologia e para desenvolvedores. Mas não consigo vislumbrá-lo sendo usado por muitas pessoas comuns em situações cotidianas. Pense em quantos lugares o Glass provavelmente não poderá entrar — escolas (colar?), cinemas (gravar?), cafés (fotografar?). Seu uso no mundo real, e não no utópico e divertido mundo da alta tecnologia, será complexo e precisará de discussões que envolvem moral, filosofia e outros conceitos que costumamos deixar de lado quando discutimos gadgets. Hoje, o Glass é uma ferramenta interessante para entender o que o Google entende como futuro. Resta agora discutirmos se esse é realmente o futuro que queremos.

Google Glass

Desmonte do Google Glass: surpreendentemente simples por dentro

É possível observar processador, memória flash, RAM e bateria não removível no desmonte deste gadget.


Google Glass

Embora o Google Glass esteja disponível há algum tempo, ainda faltava ver o desmonte completo do hardware escondido dentro de seu corpo esguio. Mas agora não precisamos esperar mais: Scott Torborg e Star Simpson já abriram o possível futuro da computação vestível.
Mesmo tendo que miniaturizar boa parte de um smartphone, o Google Glass é surpreendentemente simples por dentro.
Há um número bastante modesto de placas de circuito flexíveis, que conectam os principais componentes do dispositivo. Entre os destaques, temos um touchpad personalizado da Synaptics na lateral, que permite ao usuário interagir com o hardware. E em uma placa de circuito com o texto “uma produção GOOGLE [X]“, temos um processador TI OMAP4430, 16GB da memória flash da SanDisk e um chip de DRAM móvel da Elpida. 
Uma bateria obviamente não-substituível fica atrás da orelha e teria cerca de 570 mAh (o que é pouco). Bem ao lado, fica o transdutor para condução óssea do som: ele emite áudio com vibrações que se movem pelo crânio até o nervo auditivo. Na frente, a tela do dispositivo possui um display com 640×360 pixels bem pequenos: eles possuem cerca de 1/8 da largura física dos pixels encontrados na tela Retina do iPhone 5. 
No geral, o Google Glass é bastante simples por dentro, mesmo que não seja tão fácil de abrir e desmontar – afinal, ele precisa ser bastante compacto.


Samsung Galaxy NX

Samsung Galaxy NX vem com tudo: sensor grande, lentes intercambiáveis, LTE e Android

É possível compartilhar fotos e rodar aplicativos de edição direto na câmera. Ainda não existem informações sobre o preço.

Divulgação


Se a Galaxy Camera lançada no ano passado parecia uma câmera point-and-shoot costurada pelo Dr. Frankenstein nas costas de um Galaxy S3, a nova Galaxy NX é o oposto. Ela pega a conectividade e o Android de um smartphone e coloca na parte de trás de uma câmera de lentes intercambiáveis.
Como vimos na Galaxy Camera, o Android e a internet embutida deixam as câmeras melhores. As interfaces delas tendem a ser desastrosas e o 3G/4G/LTE facilita o compartilhamento de imagens. Temos que admitir que apps e redes sociais devem ser menos interessantes numa câmera desse porte. São funções direcionadas para uma parte do público, assim como as câmeras mirrorless NX, que são pensadas para ter uma performance quase profissional e um preço bem maior.

Divulgação

A Galaxy NX tem o corpo grande e robusto da NX20, em oposição ao design mais compacto de câmeras como a NX-300. E, como diz o nome, ela será compatível com os acessórios da linha NX.

Por dentro, mais uma coisa que parece ser herdada das irmãs: o sensor APS-C de 20,3 megapixels. Ela ainda vem com o processador de imagens mais avançado da Samsung (DRIMe IV), tem foco automático com detecção de contraste híbrido e fase, que é mais rápido que os sistemas mais antigos que só trabalhavam com o contraste, e pode registrar até 8,6 frames por segundo.

Mesmo sendo um anúncio global, ainda não há informações sobre preços ou disponibilidade nos EUA ou no Brasil.

domingo, 16 de junho de 2013

CES 2013

CES 2013: [Vídeo] Jogando no sensacional Razer Edge

Razer Edge é um tablet gamer rechonchudo.

Razer Edge

Como um tablet gordo, com uma tela apenas ok e que já havia aparecido há um ano nesta mesma feira chamou tanto a atenção? É só ver o Razer Edge rodando jogos que você está acostumado a ver no PC que você começa a acreditar nos tablets com Windows 8:
Nossos amigos do Gizmodo americano já tinham dado todas as especificações do tablet:
Há dois modelos: o Razer Edge e o Razer Edge Pro. O básico vem com Core i5, chip gráfico Nvidia GT 640M, 4GB de RAM e SSD de 64GB. O Pro vem com Core i7, o mesmo chip gráfico, 8GB de RAM e duas opções de SSD: 128GB ou 256GB. O modelo básico sai por US$1.000. Os Pro, a partir de US$1.500. Os dois estarão disponíveis no primeiro trimestre de 2013. 
Como eles bem falaram, este é um PC para gamer preso no corpo rechonchudo de um tablet. Ele não é tão pesado e, ao contrário do que muita gente achou, não penso que a resolução seja um problema tão sério. Ou você consegue rodar tudo lisinho ou você coloca zilhões de pixels e mil ventiladores, e a Razer, sendo uma marca de gamers para gamers, preferiu a primeira opção. Jogando brevemente com ele, achei a troca super ok.
O estande da Razer esteve cheio todas as vezes que passei por lá, com todo mundo querendo colocar a mão no Edge. Não acho que haverá muito mercado para ele num primeiro momento, basicamente por causa do preço e porque, por enquanto, não há muito a se fazer com um tablet Windows 8: faltam apps que tomem proveito da tela de toque. Mas como notebook para gamer incrivelmente portátil, o Razer Edge é um campeão, e elo interesse das pessoas e os prêmios conseguidos, fica claro que há um bom nicho que só máquinas com Windows (por ora) podem atender.